Mato Grosso

Câmeras do Vigia Mais MT identificam invasão e impede furto em escola de Várzea Grande

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Câmeras do Vigia Mais MT impediram que dois adolescentes praticassem furto na Escola Estadual Marlene Marques de Barros, neste domingo (4.5), no bairro Jardim Imperial em Várzea Grande.

As imagens mostram os menores com os rostos encobertos pulando o muro às 14h47, invadindo a escola. A câmera acompanhou a dupla e flagrou um dos menores jogando uma camisa em outra câmera tentando impedir a gravação.

Diante da invasão, o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) acionou uma equipe policial mais próxima que atendeu a ocorrência.

Pelas imagens também é possível perceber que, vinte minutos depois, às 15h09, uma equipe da Polícia Militar já estava no interior da escola e havia detido os infratores.

Os menores, de 14 e 15 anos, foram apreendidos e encaminhados à Central de Flagrantes de Várzea Grande e entregues à Polícia Civil.

O secretário-adjunto de Integração Operacional (Saiop), tenente coronel PM Fernando Augustinho, destacou que 5,5 mil câmeras do Vigia Mais foram entregues à Secretaria de Educação para instalação nas unidades escolares de todo Estado.

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“Essa parceria é de suma importância para o Estado porque além de proteger o patrimônio público ainda evita que outros crimes contra pessoa possam ocorrer. O que proporciona mais segurança tanto à comunidade escolar quanto aos moradores no entorno”, destacou.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

 MP recomenda investigação no DAE após vídeo envolvendo presidente 

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande recomendou à Prefeitura de Várzea Grande a instauração de procedimento administrativo para apurar a conduta do diretor-presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE), Rogério de França Martins, após a divulgação de um vídeo em que ele aparece recebendo maços de dinheiro. O Ministério Público também orientou a análise da necessidade de afastamento do gestor durante as investigações.
A recomendação foi expedida no âmbito de um inquérito civil instaurado para verificar se os valores recebidos por Rogério Martins têm relação com o exercício do cargo, com recursos públicos ou com interesses de terceiros vinculados à autarquia. Segundo o Ministério Público, os fatos apurados podem configurar infrações administrativas, atos de improbidade administrativa e até crimes contra a administração pública, caso sejam confirmadas irregularidades.
De acordo com a investigação, o vídeo divulgado pela imprensa mostra o presidente do DAE sentado diante de uma mesa no momento em que recebe um maço de dinheiro, que posteriormente seria guardado no bolso da calça. Em outro trecho das imagens, uma sacola contendo valores em espécie é entregue ao gestor. O material audiovisual foi analisado pela Promotoria de Justiça responsável pelo caso.
O Ministério Público também considerou a divulgação de um áudio atribuído a Rogério Martins, no qual ele solicita apoio de membros e servidores da Câmara Municipal para justificar o episódio registrado nas imagens. A Promotoria cita ainda a existência de outra investigação relacionada a supostas irregularidades no DAE, envolvendo o pagamento de produtividade a servidores e possível desvio de recursos públicos.
Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, a medida busca assegurar a adequada apuração dos fatos e o cumprimento dos princípios que regem a administração pública.“A Administração Pública tem o dever de investigar toda situação que possa comprometer a legalidade, a moralidade e a confiança da população nas instituições. Nossa recomendação visa justamente garantir que os fatos sejam esclarecidos e que as providências cabíveis sejam adotadas.”, explicou.
Na notificação, o Ministério Público concedeu prazo de dez dias para que o município informe as medidas adotadas e encaminhe documentos que comprovem o atendimento da recomendação. Além disso, as informações apuradas foram compartilhadas com a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), para conhecimento e eventual adoção das providências cabíveis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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