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Avanços da agricultura familiar após Governo de MT investir R$ 517 milhões são destacados em evento

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Os avanços na agricultura familiar como resultado dos investimentos do Governo de Mato Grosso, de mais de R$ 517 milhões entre 2019 e 2023, foram apresentados nesta terça-feira (18.06), durante um evento sobre segurança alimentar, realizado na Assembleia Legislativa do Estado, pelo Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin).

A agricultura familiar no Estado representa aproximadamente 20% da população total, englobando 162.560 famílias e cerca de 699.008 pessoas.

O secretário de Agricultura Familiar de Mato Grosso, Luluca Ribeiro, destacou várias ações importantes, como a entrega de mais de 700 implementos agrícolas, incluindo mais de 300 tratores e 100 caminhões para assistência aos produtores e transporte da produção.

“Estamos investindo mais de R$ 20 milhões só em implementos este ano. Serão mais de 700 implementos distribuídos para as associações, para os municípios, para as cooperativas, desde um perfurador de solo até uma grade aradora, niveladora, plantadora, vários tipos de implementos. Esses equipamentos são essenciais para aumentar a eficiência e a produtividade”, afirmou o secretário.

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Ele citou o Fundo de Desenvolvimento da Agricultura Familiar (Fundaaf), criado neste ano, para fornecer financiamento aos produtores que enfrentam dificuldades de acesso ao crédito tradicional, auxiliando na compra de equipamentos e insumos.

Outras iniciativas incluem o projeto de melhoramento genético do rebanho leiteiro, que tem melhorado a produção de leite no Estado, e a criação do Sistema Estadual Integrado da Agricultura Familiar (SEIAF-MT), desenvolvido para compilar informações detalhadas sobre os agricultores familiares, facilitando a elaboração de políticas públicas eficazes.

O Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar e de Pequeno Porte (Susaf) também foi implementado para regulamentar a produção agroindustrial familiar, desburocratizando e agilizando os processos de registro e certificação dos produtos.

Além disso, a cafeicultura tem recebido atenção especial com investimentos em estudos e assistência técnica e entrega de mudas e kits de irrigação, visando transformar Mato Grosso em um dos maiores produtores de café do Brasil.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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