Mato Grosso

Autor de estupro praticado em Matupá é preso na região de Jaciara

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Um homem acusado de estuprar a enteada de 15 anos, no município de Matupá (695 km ao norte de Cuiabá), foi preso em flagrante na nesta sexta-feira (16.08), em Rondonópolis, quando tentava fugir para Mato Grosso do Sul.

O suspeito foi preso pela Polícia Rodoviária Federal após troca de informações entre a Polícia Civil e Polícia Militar de Matupá.

Na noite de quinta-feira (15.8), a equipe do Hospital Municipal de Matupá acionou a Polícia Militar após a vítima dar entrada na unidade de saúde relatando que havia sido embriagada e estuprada pelo padrasto.

Diante das informações, a Delegacia de Matupá foi comunicada. Em seguida, os policiais civis e militares passaram a diligenciar para localizar o suspeito.

Após trabalho de inteligência, as equipes constataram que o padrasto havia fugido de carro para Cuiabá, razão pela qual as forças de segurança pública da Capital foram acionadas.

Na manhã desta sexta-feira, policiais da Rotam localizaram o veículo do suspeito na Rodoviária de Cuiabá. Os militares apuraram que ele havia comprado uma passagem para Campo Grande e estava em um ônibus passando, naquele momento, pela cidade de Jaciara.

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Imediatamente, a Polícia Rodoviária Federal foi acionada e interceptou o ônibus, efetuando a prisão do suspeito.

Ele foi conduzido para a Central de Flagrante de Rondonópolis, onde foi interrogado e autuado pelo crime de estupro.

Fonte: Governo MT – MT

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OAB - MT

Gisela Cardoso cobra investigação

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Foto da Notícia: Gisela Cardoso cobra investigação 'a fundo' sobre fatos envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro

imgA presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso, defendeu uma investigação independente, rigorosa e transparente sobre os fatos que vieram a público envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Gisela aponta que a gravidade das informações exige mais do que uma apuração protocolar, sendo necessário que todos os fatos sejam efetivamente esclarecidos. “É preciso investigar, e investigar a fundo. Os fatos que vieram a público envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro exigem uma investigação independente, rigorosa e transparente. Não basta uma investigação formal”, afirmou.
A presidente da OAB-MT destacou que uma investigação legítima precisa ter autonomia, não podendo existir qualquer relação de subordinação, influência ou conflito de interesses capaz de comprometer a apuração.
“Quem investiga precisa ter autonomia real, liberdade para seguir todas as linhas de investigação e nenhuma relação de subordinação, influência ou conflito de interesses com os envolvidos. Não pode haver investigação conduzida para proteger pessoas, preservar reputações ou atender a interesses políticos. A investigação deve buscar exclusivamente os fatos e a verdade”, defendeu.
Gisela também estabelece uma distinção entre investigar e condenar, e avalia que cobrar esclarecimentos não significa fazer um julgamento antecipado, mas assegurar que os mesmos critérios de responsabilização e transparência sejam aplicados a todos, independentemente do cargo ou da posição que ocupem. “Não se trata de condenar previamente ninguém. Trata-se de assegurar que ninguém seja blindado e que ninguém seja perseguido. Se houver fatos relevantes a esclarecer, que sejam examinados até o fim”, afirmou.
Na avaliação da presidente da OAB-MT, a sociedade brasileira tem direito a uma apuração independente, sem interferência e sem privilégios. “Impedir ou limitar uma investigação independente também não pode ser aceitável em uma democracia. Que se investigue tudo com independência, com transparência e com coragem. Se houver responsabilidades, que sejam identificadas e tratadas rigorosamente dentro da lei. OAB-MT espera e requer aquilo que toda a sociedade clama, que é a apuração rigorosa dos fatos, pois a verdade não pode ter dono, lado ou proteção”.
Assessoria de Imprensa OAB-MT
Foto: Tatiane Nunes
Celular/WhatsApp: 65-99610.7865
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Fonte: OAB – MT

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