Mato Grosso

Atletas da Rede Cidadã conquistam medalhas na 2ª Etapa do Campeonato de Jiu-Jitsu Esportivo

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Doze jovens atletas do Projeto Rede Cidadã se destacaram no tatame e conquistaram medalhas na 2ª Etapa do Campeonato de Jiu-Jitsu Esportivo, realizada no último fim de semana no Ginásio Poliesportivo Aecim Tocantins, em Cuiabá. Foram quatro medalhas de ouro, quadro medalhas de prata e quatro de bronze.

O evento reuniu competidores de diferentes faixas etárias e categorias, promovendo integração e valorização do esporte entre crianças, adolescentes e adultos. Ao todo, 18 atletas do Rede Cidadã participaram do campeonato.

O resultado foi reflexo de uma preparação intensa e do comprometimento dos atletas participantes, que enfrentaram os desafios técnicos e também superações pessoais e sociais.

Para a coordenadora da Rede Cidadã, capitã Wilma Wellen Fernandes, a competição foi muito mais do que um evento esportivo. “Ver essas crianças alcançando resultados tão positivos é a prova de que estamos no caminho certo. Através do esporte, conseguimos despertar neles valores como disciplina, respeito, superação e trabalho em equipe. Essas vitórias refletem não apenas o talento deles, mas também o impacto real que a Rede Cidadã tem promovido na transformação social e na construção de novas oportunidades para o futuro”, destacou.

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Rede cidadã no estado

O programa Rede Cidadã, uma iniciativa que alia segurança pública e inclusão social, tem transformado a vida de crianças e adolescentes em Mato Grosso por meio da educação, cultura, esporte e qualificação profissional. Presente em comunidades integradas às Bases Comunitárias de Segurança, o projeto atua na prevenção da criminalidade e no fortalecimento da cidadania.

Voltado para jovens de 8 a 17 anos em situação de vulnerabilidade social, a Rede Cidadã oferece atividades que contribuem diretamente para a formação de valores, o fortalecimento da autoestima e a promoção da inclusão social.

Atualmente, o programa está presente nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres, Nova Olímpia e Rondonópolis, atendendo turmas que participam de ações educativas, culturais e esportivas. Além disso, os jovens também têm acesso a cursos de qualificação, como informática básica, que os preparam para o mundo digital e o mercado de trabalho.

*Sob supervisão de Fabiana Mendes

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Edital da Secel viabiliza inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande

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O edital “Inventários de Patrimônio Imaterial de Mato Grosso – edição Política Nacional Aldir Blanc (Pnab”, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), está viabilizando a documentação dos saberes seculares das redeiras de Limpo Grande, em Várzea Grande.

Realizado pela Associação Tece Arte, o projeto vai, pela primeira vez, transformar o “saber-fazer” das artesãs locais em um acervo documental definitivo. O objetivo é transformar esse “segredo de família” em um guia de consulta digital para pesquisadores, estudantes e entusiastas da arte popular de todo o mundo.

“Não estamos registrando apenas um objeto de decoração, mas uma tecnologia ancestral de resistência feminina. Mais do que fios e nós, o que se produz em Limpo Grande é memória viva “, afirma a coordenadora do projeto, Ester Moreira Almeida.

O Inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande utiliza um registro minucioso de imagens e depoimentos para mapear todo o processo — desde a colheita e preparo da matéria-prima até o acabamento dos padrões que deram fama nacional às redes de Várzea Grande. Com lançamento previsto para junho deste ano, o projeto está na fase de entrevistas.

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Por décadas, a técnica da tecelagem em Limpo Grande residiu apenas na tradição oral, passada de mãe para filha sob o som ritmado dos teares de madeira. O projeto, agora, mergulha nesse universo para registrar o que antes era invisível: os nomes dos pontos, a simbologia das cores e os relatos de resistência das mulheres que transformaram o artesanato em sustento e voz.

Para Ester, o inventário é um tributo à autonomia das mestras redeiras, preservando a tecelagem como símbolo de orgulho e desenvolvimento social.

“Ao sistematizar esse conhecimento, a Associação Tece Arte, com apoio da Secel, não apenas protege o passado, mas projeta o futuro. O projeto reafirma que, enquanto houver mãos tecendo em Limpo Grande, o patrimônio brasileiro continuará pulsando”, conclui.

(Com informações da Assessoria)

Fonte: Governo MT – MT

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