Mato Grosso

Arquiteta que homenageia primeira-dama de MT exalta importância do SER Família

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A arquiteta Francielle Martins afirmou que o Espaço Recomeço, na CASACOR Mato Grosso 2023, idealizado por ela em homenagem à primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, exaltou o programa SER Família que tem transformado a vida de muitas pessoas que se encontravam em situação de vulnerabilidade no estado.

O programa que tem como pilares a Superação, Esperança e Respeito – SER – foi criado pela primeira-dama Virginia Mendes.

“É uma lição para todos nós. Não estamos tratando apenas de um programa social, mas de algo que veio transformar a vida das pessoas que mais precisam”, destacou.

O espaço em homenagem à primeira-dama de MT ainda aborda dois temas sensíveis: adoção e doação de órgãos, que também têm relação com a primeira-dama de Mato Grosso, que há cerca de 10 anos passou por transplante renal e que também vivenciou a adoção como filha e como mãe.

“Quando idealizei esse espaço, eu pensei que tinha que ser algo que saísse do óbvio, então a pessoa que veio à minha mente para homenagear e mostrar para outras pessoas esse lado especial sobre adoção e transplante foi a nossa primeira-dama de MT, Virginia Mendes, por tudo que ela já passou e representa”, citou.

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No espaço, o público confere obras dos artistas plásticos Luiza Moreschi, Luciano Maker, Muryel Ferrer, Kadine Strobel, Luciana Muller, Ângela Dall-Astra, Pedro Wagner, Erick Sallieri e da fotojornalista Caroline De Vita. Todas elas buscam despertar a solidariedade.

O Espaço Recomeço e outros projetos da CASACOR podem ser conferidos no Hotel Cuyabá Gold. A primeira-dama visitou o local na semana passada e se emocionou.

“Nunca imaginei ser homenageada como estou sendo por esses artistas maravilhosos. É uma emoção muito grande. Agradeço a Deus por tudo o que ele tem feito na minha vida, pelas orações que eu recebo e por tudo o que eu passei, acho que nunca pensei e nem sonhei algo assim. Cada detalhe é tão minucioso, tudo foi feito com o coração, estou sem palavras”, agradeceu Virginia Mendes.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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