Mato Grosso

Abastecimento de água será interrompido no próximo sábado (12) para obras em Complexo Leblon

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Uma rede de abastecimento de água será interligada no próximo sábado (12.10) para permitir o avanço das obras do Complexo Viário Leblon. Por conta desse trabalho, o abastecimento de água vai ser temporariamente interrompido em alguns bairros de Cuiabá. A ação será realizada na Avenida Miguel Sutil e na Rua Boa Vista, do bairro Pedregal.

“É um trabalho conjunto importante em prol da melhoria da mobilidade urbana de Cuiabá. Estaremos empenhados em restabelecer o fornecimento de água no menor tempo possível. Durante esse período, é fundamental que a população faça o consumo consciente e moderado de água, sem desperdício”, ressalta o diretor geral da Águas Cuiabá, Leonardo Menna.

Os bairros afetados com a interrupção de abastecimento são Areão, Jardim das Américas, Jardim Guanabara, Jardim Leblon I, Jardim Leblon II, Lixeira, Pedregal e Jardim Renascer.

O fornecimento será retomado gradualmente e com previsão de ser regularizado no domingo (13.10). O serviço será executado pela Águas Cuiabá e pela Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra).

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Trânsito

Em função da mobilização das equipes nas localidades, a Rua Boa Vista, no bairro Pedregal, será totalmente interditada no sábado. Já na Avenida Miguel Sutil, haverá o bloqueio de uma faixa da pista próximo ao Jardim Leblon.

O Complexo Viário tem o objetivo de garantir mais fluidez ao trânsito da Avenida Miguel Sutil, desafogando as duas extremidades da trincheira Jurumirim. Além da construção de um túnel, uma trincheira será construída próximo ao acesso do bairro Jardim Leblon, um pequeno elevado e o alargamento do viaduto sobre a Avenida do CPA também serão realizados.

“Essas intervenções são necessárias para garantir a execução dessa obra, um Complexo Viário que vai melhorar a mobilidade da Avenida Miguel Sutil, trazendo benefícios para toda a população”, explica o secretário de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

TAC garante encerramento de lixão e recuperação ambiental

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Querência, firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), no dia 31 de agosto, com o Município para garantir uma solução definitiva para a gestão dos resíduos sólidos urbanos, o encerramento do antigo lixão municipal e a recuperação ambiental da área degradada.A atuação ministerial teve início em 2013, quando foi instaurado inquérito civil para apurar irregularidades no gerenciamento e na destinação final dos resíduos sólidos no município. Naquele mesmo ano, vistoria realizada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) constatou a disposição inadequada de resíduos em lixão a céu aberto, sem impermeabilização do solo, com infiltração de chorume, ocorrência de queimadas e presença de catadores no local.Mesmo após diversas tentativas de resolução extrajudicial, a situação persistiu. Diante disso, o Ministério Público ingressou, em 2020, com uma ação civil pública visando interromper a disposição irregular dos resíduos, assegurar a destinação ambientalmente adequada e promover a recuperação da área degradada.Nos últimos anos, o município passou a encaminhar os resíduos sólidos urbanos para um aterro sanitário licenciado localizado em Água Boa, medida que representou um importante avanço na política de gestão de resíduos. Contudo, segundo o MPMT, a mudança da destinação final não elimina os passivos ambientais acumulados ao longo de décadas de utilização do lixão, tornando necessárias ações para o encerramento técnico da área e sua recuperação ambiental.Foi nesse contexto que o Ministério Público e o Município construíram uma solução consensual voltada à reorganização da política municipal de resíduos sólidos. O TAC estabelece obrigações específicas, responsáveis, cronograma de execução, mecanismos de fiscalização e prazos para a implementação das medidas.Entre as ações previstas estão o encerramento definitivo do lixão, a elaboração de diagnóstico ambiental e do Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD), a regularização e o licenciamento da estrutura de transbordo dos resíduos, a manutenção da destinação final em aterro sanitário licenciado, o fortalecimento da coleta seletiva, a inclusão socioprodutiva dos catadores, o desenvolvimento de ações de logística reversa e a avaliação da sustentabilidade econômico-financeira dos serviços de limpeza urbana.O acordo também prevê a criação de um grupo de trabalho multidisciplinar para coordenar e acompanhar a execução das medidas, além do cumprimento de etapas condicionadas aos processos de licenciamento e aprovação ambiental.Para garantir a efetividade do TAC, a 1ª Promotoria de Justiça instaurou procedimento administrativo específico para monitorar o cumprimento das obrigações assumidas. Também foi elaborado um controle detalhado dos prazos, que será compartilhado com o Município e com o Conselho Municipal de Meio Ambiente para acompanhamento e fiscalização das ações.Segundo a promotora de Justiça Daniela Moreira Augusto, o objetivo é solucionar de forma definitiva um problema ambiental que se arrasta há mais de uma década.“O TAC foi construído para ser efetivamente cumprido. Não se trata apenas de encerrar um processo ou de impedir o descarte de resíduos em determinado local. O encerramento de um lixão exige uma série de medidas, como a recuperação da área degradada, a mitigação dos passivos ambientais e a estruturação adequada do sistema de transbordo. Por isso, optamos por um acordo estrutural, com obrigações concretas, responsáveis definidos, prazos estabelecidos e acompanhamento permanente”, destacou.O cumprimento das obrigações será fiscalizado pelo Ministério Público, com participação do Conselho Municipal de Meio Ambiente. O TAC prevê ainda a apresentação de relatórios bimestrais de acompanhamento e estabelece multa diária em caso de descumprimento injustificado, sem prejuízo da adoção das medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis.Com a formalização do acordo, o MPMT busca assegurar a execução de ações concretas para o encerramento definitivo do lixão, a recuperação ambiental da área degradada e a consolidação de um sistema municipal de manejo de resíduos sólidos ambientalmente adequado, sustentável e alinhado à legislação vigente.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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