O comerciante Antônio Rodrigues da Silva, que tem uma lanchonete às margens da MT-060 há 50 anos, destacou a qualidade da obra de recuperação feita pelo Governo do Estado na rodovia – principal via de acesso ao Pantanal mato-grossense, em Poconé. Na revitalização de 73,2 km, foram investidos R$ 31,6 milhões.
“A rodovia está ótima, é uma benção pura para todos nós, para mim, meus clientes e minha família”, disse.
No negócio familiar, ele vende bolos típicos cuiabanos. O estabelecimento fica próximo a Nossa Senhora do Livramento e é o ponto de parada de muitos motoristas que trafegam pela estrada, com a ajuda das filhos. MT-060 é a principal via de acesso ao Pantanal mato-grossense – Foto: Antônio Pinheiro/Secom-MT
A obra foi recém-concluída pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), com a revitalização de toda a extensão da rodovia, entre o entroncamento com a BR-070 e a área urbana de Poconé, trazendo mais conforto e segurança para a população que transita pela região. Rodovia passou por recuperação completa – Foto: Christiano Antonucci/Secom-MT
Foram realizados reparos nos buracos e aplicação de nova camada de asfalto, além de limpeza de sarjetas, meios-fios e melhorias no sistema de drenagem e na sinalização.
“Este Governo investe na infraestrutura em todos os municípios mato-grossenses. A restauração da MT-060 vai garantir mais segurança para todos que precisam se deslocar até Poconé, que é a porta de entrada para o nosso Pantanal”, afirmou o secretário estadual de Infraestrutura, Marcelo Oliveira.
Com o maior pacote de infraestrutura do país, o Governo de Mato Grosso recuperou 3.181,39 km de asfalto nos últimos cinco anos. Já de asfalto novo foram concluídos 3.531,34 km. Nesse período também foram entregues 194 novas pontes de concreto.
A meta até 2026 é construir 5,5 mil km de asfalto novo e recuperar 4,5 mil km. Trecho de mais de 73 km da MT-060 foi recuperado pelo Governo do Estado – Foto: Christiano Antonucci/Secom-MT
Responsável por implantar a cirurgia robótica no Sistema Único de Saúde (SUS) do estado, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso fechou o mês de maio com outro importante marco para a saúde pública mato-grossense. Desde o dia 30, o robô começou a ser usado também em cirurgias ginecológicas, ampliando o acesso à tecnologia.
De 30 de maio a 1º de junho, o hospital do Governo de Mato Grosso fez um mutirão de procedimentos robóticos ginecológicos, supervisionado pelo Programa de Cirurgia Robótica do Einstein Hospital Israelita – organização filantrópica que administra a unidade em Cuiabá.
Quatro pacientes fizeram os procedimentos em 30 de maio e outras quatro no dia 31. Em 1º de junho, foram três pacientes. “Foi tudo ótimo, fomos muito bem atendidos. Minha esposa já está em casa, sem nenhuma intercorrência. Agora, é só fazer o repouso”, comemorou o marido de uma das pacientes operadas no domingo, D. M. Sua esposa fez uma cirurgia de retirada do útero e das trompas. “Já está com o retorno marcado”, acrescentou.
O coordenador do centro cirúrgico do Hospital Central, Iuri Tamasauskas, explicou que a cirurgia robótica traz vantagens para o paciente. “Usando o robô, o cirurgião tem um acesso mais preciso à pelve. Com isso, a ação é delimitada, favorecendo a recuperação, que se torna mais rápida e com menos dor”, observou.
Em abril, a unidade realizou o primeiro mutirão de cirurgias robóticas, feitas para o tratamento de câncer de próstata. Também foram três dias de procedimentos. Ao todo, desde que começou a funcionar, o hospital realizou 22 cirurgias robóticas pelo SUS em Mato Grosso.
Fazer procedimentos sofisticados, que demandam o uso de tecnologia, é uma das características da unidade de alta complexidade, afirmou Alessandra Bokor, diretora do Hospital Central. “E as cirurgias robóticas são um bom exemplo disso. Nosso vínculo com o Einstein tem nos permitido qualificar profissionais e expandir o acesso do robô aos usuários do SUS em Mato Grosso”.
Essa ampliação faz parte do planejamento de operação do Hospital Central, que começou a atender em janeiro deste ano. Voltada para casos de alta complexidade, com ênfase em cirurgias, a unidade opera 100% pelo SUS.
Em agosto, o hospital alcançará a atividade plena com 12 especialidades cirúrgicas: cirurgia pediátrica, cirurgia urológica, cirurgia ortopédica, cirurgia geral, cirurgia do aparelho digestivo, cirurgia ginecológica, cirurgia vascular, cirurgia cardiovascular, cirurgia torácica, mastologia, cirurgia oncológica e neurocirurgia. Devido a esse perfil, a unidade atende exclusivamente pacientes encaminhados pela Central Estadual de Regulação.
O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e 1º da América Latina, segundo o ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista¿Newsweek em parceria com a¿empresa de dados¿Statista¿Inc.¿ Com sede em São Paulo, a organização, fundada em 1955, é referência em assistência, pesquisa, inovação e ensino, com base na responsabilidade social. Há 25 anos, atua no Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da gestão de unidades públicas – que contemplam, hoje, além de hospitais, unidades de atenção primária, Centros de Atenção Psicossocial e Serviços de Residência Terapêutica, de atenção ambulatorial especializada e de urgência e emergência – e da execução de projetos por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.
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