O primeiro jogo do Brasileirão de 2023 foi justamente a vitória do Verdão sobre Cuiabá, no Allianz Parque, às 16h deste sábado (15), pela primeira rodada do Nacional (ao lado de outro jogo que também abriu o Brasileirão, iniciado simultaneamente, entre América-MG e Fluminense, em Belo Horizonte-MG). Os gols da vitória foram marcados por Endrick, aos 4 do primeiro tempo, e depois com Flaco López, aos 19 do segundo (após Ranieli ter deixado tudo igual ainda nos acréscimos da etapa inicial).
Em campo, os onze principais escalados por Abel Ferreira foram: Weverton; Marcos Rocha, Gustavo Gómez, Murilo e Vanderlan; Zé Rafael, Gabriel Menino, Artur e Dudu; Endrick e José López. Depois, ainda entraram para reforçar o Verdão Fabinho, Ricard, Luis Guilherme, Breno Lopes e Rafael Navarro. Alterações essas, entretanto, promovidas por João Martins, auxiliar de Abel, já que todas elas aconteceram no segundo tempo, após a expulsão do técnico palmeirense aos 45 da primeira etapa, por reclamação.
O jogo, além de ter marcado mais uma boa estreia do Palmeiras em Brasileirões e três importantes pontos, também contou, apesar da expulsão de Abel, com outros acontecimentos positivos ao Alviverde: chegou ao incrível 25° jogo seguido sem perder no Allianz Parque (19 vitórias e seis empates) e se aproximou ainda mais do recorde absoluto já imposto pelo Alviverde em sua casa desde que fora reformada em 2014: 28 jogos, alcançado entre agosto de 2016 e junho de 2017 (21 vitórias e sete empates).
Só em 2023, aliás, o Verdão está invicto como mandante, com 87% de aproveitamento (oito vitórias e dois empates em dez jogos).
Além disso, o Maior Campeão do Brasil manteve o status de ser um dos melhores times do Brasil na temporada atual: é o time da Série A do Brasileiro com o segundo maior índice de jogos sem sofrer gols como mandante em 2023, 68% (sete de 11 jogos), atrás apenas do Goiás, com 84,62%. O Verdão também possui a quarta melhor defesa desta temporada como mandante (0,42 gol sofrido (cinco em 11 jogos), ao lado do Cuiabá e atrás de Goiás, com 0,15, e Athletico-PR e Fluminense, com 0,33.
Atual campeão, o Alviverde inicia a busca pelo seu 12° caneco do torneio e com o status de ser o maior campeão da competição (11 títulos, seguido pelo Santos, com oito) e com o melhor aproveitamento da era dos pontos corridos (54,1%, seguido pelo São Paulo com 53,6%), além de ser o segundo clube com mais vitórias na história da torneio (688, logo atrás do São Paulo, com 689).
Por fim, nos aspectos individuais, vale destacar uma marca histórica atingida por Dudu (dentre tantas das quais o ídolo vem alcançando nos últimos tempos). Hoje ele se isolou como segundo jogador com mais partidas na história do Palestra Italia/Allianz Parque – atualmente, tem 185 jogos, superando as 184 de Ademir da Guia, e agora o camisa 7 está atrás apenas de Marcos, com 212. Em número de vitórias, o atacante já é isoladamente o segundo colocado com 132, atrás apenas de Marcos, com 135.
O Corinthians empatou por 0 a 0 com o Rosario Central, na noite desta quinta-feira (13), no Estádio Gigante de Arroyito, em Rosário, na Argentina. O confronto foi válido pela partida de ida das oitavas de final da Copa Libertadores.
O Timão terminou o jogo em desvantagem numérica. Allan recebeu o segundo cartão amarelo aos 34 minutos do segundo tempo e foi expulso, obrigando a equipe comandada por Fernando Diniz a suportar a pressão argentina nos minutos finais.
Com o empate, a classificação será decidida em São Paulo. O Corinthians precisa vencer por qualquer placar na próxima quinta-feira (20), às 21h30, na Neo Química Arena, para avançar às quartas de final. Em caso de nova igualdade, a vaga será definida nos pênaltis. Já o Rosario Central se classifica com uma vitória simples.
O primeiro tempo foi marcado pelo equilíbrio e pela disputa intensa no meio-campo. O Rosario Central criou a primeira oportunidade de perigo aos 11 minutos, quando Campaz recebeu pelo centro e finalizou forte. Hugo Souza se esticou e fez uma importante defesa.
A resposta corintiana veio aos 32 minutos. Kaio César arriscou de fora da área, e a bola passou perto da trave defendida por Ledesma.
Pouco depois, o árbitro foi chamado pelo VAR para analisar um possível pênalti de Gustavo Henrique em Cantizano. Após revisar o lance, a arbitragem decidiu não marcar a penalidade.
A melhor chance do Corinthians na etapa inicial aconteceu aos 42 minutos. Matheuzinho cobrou falta para a área, e Matheus Bidu cabeceou no travessão. No rebote, a bola voltou a tocar na trave antes de sair pela linha de fundo.
Na volta do intervalo, o Rosario Central aumentou a pressão e passou a atuar mais próximo da área corintiana. Aos 25 minutos, Di María cruzou pela direita e encontrou Campaz, que cabeceou por cima do gol de Hugo Souza.
A situação do Corinthians se complicou aos 34 minutos, quando Allan cometeu falta no meio-campo e recebeu o segundo cartão amarelo. Com um jogador a mais, os donos da casa se lançaram ao ataque.
Hugo Souza voltou a aparecer aos 38 minutos, ao defender uma forte finalização de Di María. Já nos acréscimos, Marco Ruben teve a última grande oportunidade do jogo. O atacante desarmou Matheus Bidu dentro da área, girou e bateu cruzado, mas mandou a bola para fora.
Mesmo pressionado e atuando com dez jogadores, o Corinthians conseguiu manter o empate sem gols e levou a decisão para a Neo Química Arena.
FICHA TÉCNICA
Placar
Rosario Central 0 x 0 Corinthians
Competição
Copa Libertadores — oitavas de final (ida)
Local
Estádio Gigante de Arroyito, em Rosário (Argentina)
Data
13 de agosto de 2026, quinta-feira
Horário
21h30, de Brasília
Cartões amarelos
Pizarro, Copetti e Coronel (Rosario Central); Breno Bidon, Matheuzinho e Allan (Corinthians)
Cartões vermelhos
Allan (Corinthians)
Árbitro
Andrés Matonte (Uruguai)
Assistentes
Martín Soppi e Pablo Llarena (Uruguai)
VAR
Christian Ferreyra (Uruguai)
Rosario Central
Ledesma; Coronel (Verón), Ovando, Gastón Ávila e Sández (Rodríguez); Ibarra, Pizarro (Navarro), Cantizano (Badaloni), Di María e Campaz; Copetti (Marco Ruben). Técnico: Jorge Almirón.
Corinthians
Hugo Souza; Matheuzinho, Gabriel Paulista, Gustavo Henrique e Matheus Bidu; Raniele, Allan, Breno Bidon (André Ramalho) e Rodrigo Garro (Carrillo); Kaio César (Lingard) e Pedro Raul. Técnico: Fernando Diniz.
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