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Atlético Mineiro vence Alianza Lima pela Libertadores

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O Galo venceu o Alianza Lima por 2 a 0 na noite desta quarta-feira (3), no estádio Independência, em Belo Horizonte, e reagiu na Copa Libertadores da América. Conquistou a primeira vitória na competição e foi a três pontos na tabela do Grupo G. Com o resultado, estão vivas as chances de classificação à fase de mata-mata.

O time alvinegro buscou o gol desde o início do confronto, diante de um adversário que se manteve recuado durante boa parte da partida. Mas errou muitas finalizações. O meia Igor Gomes marcou os dois gols da noite, ambos durante o segundo tempo.

Na busca pela classificação, a equipe de Eduardo Coudet ainda tem três jogos pela frente no Grupo G. Em 23 de maio, receberá o Athletico-PR em Belo Horizonte pela quarta rodada. Na sequência, fará dois jogos como visitante: enfrenta o Alianza em 6 de junho, em Lima (Peru), e o Libertad em 27 de junho, em Assunção (Paraguai).

Primeiro tempo

O meio-campista Pavon fez sua primeira partida pela Libertadores com a camisa do Galo. O jogador, contratado em 2022, cumpriu seis jogos de suspensão no torneio, pena aplicada no ano de 2021 pela Conmebol.

O time foi comandado pelo auxiliar técnico Ariel Broggi, pois o treinador Eduardo Coudet cumpriu suspensão por ser expulso no jogo anterior do Galo pela competição, contra o Athletico-PR.

Vargas teve as duas primeiras chances do jogo. Aos dois minutos, recebeu a bola na intermediária e avançou até a área, onde ficou frente a frente com o goleiro Campos. Na finalização, chutou para fora. Aos cinco, dentro da área, recebeu de Pavon e chutou. O zagueiro Zambrano tirou de cabeça.

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Diante de um Alianza Lima completamente recuado, o Galo seguiu pressionando. Aos 11, Pavon cobrou escanteio da esquerda, Hulk lutou pela bola na área e finalizou para fora.

Aos 20, Pavon fez jogada pela direita e ele mesmo finalizou. O goleiro Campos defendeu com o pé. Aos 22, Igor Gomes chutou e Zaracho ficou com a sobra. Completou e Campos defendeu.

Hulk cobrou falta da intermediária aos 33. Chutou direto e a bola passou por cima do gol do Alianza. Igor Gomes tocou para Hulk aos 36 e ele chutou para fora.

Aos 42, Jemerson teve ótima chance. Hulk cobrou escanteio da esquerda, a zaga amorteceu e a sobra ficou com o zagueiro, que finalizou com o joelho. A bola saiu por cima do gol.

Em ataque atleticano na área do Alianza, o árbitro Andres Matonte marcou pênalti de Andrés Andrade em Rubens aos 49 minutos. O VAR confirmou a penalidade. Hulk cobrou aos 52 e Campos defendeu. A sobra ficou com jogador do time peruano, que tirou a bola antes de entrar no gol.

Segundo tempo

O Galo voltou sem alterações para o segundo tempo. Aos oito minutos, Battaglia chutou de longa distância e a bola foi para fora. Aos 10, Zaracho trocou passes com Pavon e chutou para fora.

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Hulk recebeu de Igor Gomes aos 12 e chutou cruzado. Pegou mal na bola e mandou para fora.

Aos 14, Pavon serviu Igor Gomes. Ele dominou e finalizou. Acertou o fundo das redes e abriu o marcador no Independência: 1 a 0 para o Galo!

Após o gol atleticano, o Alianza – que não fez uma finalização no primeiro tempo – abriu seu jogo e começou a buscar espaços na defesa do Galo.

Do lado atleticano, a busca do ataque seguiu. Aos 22, a bola foi lançada na área e Jemerson subiu e cabeceou para fora. No minuto seguinte, Hulk tocou da esquerda para Zaracho. Ele passou para Igor Gomes, que finalizou e fez o segundo gol dele, e do time, na noite: Galo 2 a 0!

Aos 35, Hulk passou para Hyoran. Ele avançou até a área e bateu em cima do goleiro Campos. Aos 38, Hyoran chutou mais uma vez e Campos espalmou. Cadu teve chance aos 43. Recebeu de Hulk na área e chutou em cima do goleiro.

Hulk, aos 46, recebeu a bola no meio-campo e avançou sem marcação na área. Tocou de cavadinha e a bola foi para fora.

Próximo compromisso

O Galo volta a campo no próximo domingo (7), contra o Botafogo, às 18h30, no estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, pelo Campeonato Brasileiro. O Atlético soma quatro pontos em três jogos disputados no Brasileirão.

Público: 17.563 pessoas
Renda: R$ 1.166.088,90

Fonte: Esportes

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Alisson iguala marca histórica de Gylmar e Taffarel ao iniciar sua terceira Copa como titular

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Ser titular da Seleção Brasileira em três Copas do Mundo da FIFA é para poucos. Entre os goleiros, apenas dois conseguiram a façanha: Gylmar, em 1958, 1962 e 1966, e Taffarel, nas edições de 1990, 1994 e 1998.

A partir do sábado (13), contra Marrocos, as duas lendas terão a companhia de um novo integrante no clube: Alisson Becker.

Titular absoluto da Seleção na última década, o goleiro do Liverpool chega a seu terceiro mundial, após participações em 2018 e 2022. Nas duas Copas do Mundo da FIFA anteriores, ele disputou nove jogos — ficou no banco apenas uma vez, contra Camarões, no Catar, quando Tite fez um rodízio em sua escalação.

O feito de Alisson é histórico e vem acompanhado de dois desafios: o primeiro é superar uma temporada em que sofreu quatro lesões. O segundo é igualar outro feito de Gylmar e Taffarel: os dois conquistaram o título da Copa do Mundo da FIFA.

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Gylmar dos Santos Neves, ídolo do Santos e do Corinthians, foi campeão mundial em 1958 e 1962, jogando todos os jogos das duas campanhas. Em 1966, ele esteve nas duas primeiras partidas, mas foi substituído por Manga na derrota para Portugal, que eliminou a seleção ainda na fase de grupos.

Taffarel, por sua vez, consagrou-se com o tetracampeonato em 1994, disputando todos os minutos das sete partidas. Ele virou herói nacional na final contra a Itália, ao defender a cobrança de Daniele Massaro na disputa por pênaltis, vencida por 3 a 2.

Brazil's Taffarel and Alisson on November 28, 2022. (Photo by IMAGO / PA Images)

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O ídolo como treinador

Alisson chega ao momento especial na carreira caminhando lado a lado de Taffarel, uma das lendas que ele iguala em sua terceira Copa do Mundo da FIFA. O ídolo do tetra hoje é o treinador de goleiros da seleção e trabalha diariamente com o camisa 1.

Taffarel é, também, a maior referência de Alisson. No projeto “Cartas que Unem”, da FIFA, o atual goleiro da Seleçãorecebeu uma mensagem de seu irmão, Muriel Becker, que lembra as aventuras dos irmãos na infância.

Na carta, Muriel cita o ídolo em memórias sobre as Copas de 1994 e 1998 e presenteia Alisson com uma camisa de goleiro, como a que Taffarel usou nos Estados Unidos.

Brazil's goalkeepers Alisson (L), Ederson (C) and Weverton (R) on January 29, 2022. (Photo by DOUGLAS MAGNO / AFP via Getty Images)

Temporada difícil

A presença de Taffarel é importante para Alisson no dia a dia, pela confiança que há entre ambos. Eles já trabalharam juntos no Liverpool, entre 2021 e 2025, além de quase uma década de parceria na seleção.

Além de questões técnicas nos treinamentos, Taffarel deu a Alisson a segurança de que ele teria seu espaço na seleção quando estivesse fisicamente bem. Esse apoio foi importante sobretudo na temporada 2025-26, quando o goleiro teve três lesões, a mais grave delas na coxa direita.

O problema físico tirou Alisson dos gramados por dois meses, entre março e maio deste ano. Ele só voltou a campo pelo Liverpool na última rodada da Premier League. Mas, na seleção, o clima nunca foi de corrida contra o tempo: a comissão técnica sempre esperou pelo seu titular.

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“Temos uma boa relação. Antes de ser o treinador de goleiro dele no Liverpool há alguns anos, temos uma amizade muito boa. Sabemos da qualidade e do potencial dele, tanto dentro como fora de campo. É um líder com otimismo e vontade de vencer muito grande”, disse Taffarel à FIFA.

MORRISTOWN, NEW JERSEY - JUNE 04: Alisson #1of Brazil poses for a portrait during the official FIFA World Cup 2026 portrait session on June 04, 2026 in Morristown, New Jersey. (Photo by Sarah Stier - FIFA/FIFA via Getty Images)

Subindo no ranking

Em sua terceira Copa do Mundo como titular da seleção brasileira, Alisson também deve ganhar posições na lista de goleiros brasileiros com mais jogos disputados no torneio.

Ele chega ao evento com 9 jogos disputados (são cinco em 2018, e quatro em 2022) e ocupa a quinta posição no ranking histórico. À sua frente, o gaúcho tem Taffarel (18 jogos), Gylmar (14) e Leão (14) e Júlio César (12).

Caso dispute as três partidas na fase de grupos, Alisson empatará com o ex-goleiro do Flamengo e da Internazionale. Caso a Seleção fique entre as quatro primeiras colocadas, serão oito jogos disputados — assim, o camisa 1 poderia chegar a 17 partidas, transformando-se no vice-líder da estatística.

Fonte: Esportes

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