Cuiabá

Relatório final da CPI da CS Mobi será apresentado nesta sexta

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Antoniel Pontes – Assessoria vereador Rafael Ranalli
O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da CS Mobi, vereador Rafael Ranalli (PL), juntamente com os membros Dilemário Alencar (União), relator, e Maysa Leão (Republicanos), informa que o relatório final será apresentado nesta sexta-feira (10) às 15h, no plenário do Legislativo cuiabano.
“Estamos, hoje, no gabinete do relator da CPI debatendo a finalização do relatório conclusivo. São três vereadores opinando. Por mais que o relatório seja do Dilemário, a gente sabe que todo mundo tem sua opinião. E estamos tentando chegar a um relatório que contemple as contribuições dos três vereadores”, explicou.
A “CPI do Estacionamento Rotativo” investiga possíveis irregularidades no contrato firmado entre a Prefeitura Municipal e a CS Mobi. O objetivo da comissão é avaliar a legalidade das cláusulas, a vantajosidade do acordo e o repasse mensal de R$ 650 mil feito pelo Município à empresa, garantido pelo Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Instaurada em 10 de fevereiro deste ano, a comissão realizou sete oitivas, uma reunião ampliada com representantes da empresa e permissionários, além de cinco encontros internos para acompanhar os trabalhos. Entre os depoentes estiveram o ex-procurador geral do Município, Benedicto Miguel Calix fiscais do contrato à época o gerente geral da CS Mobi, Kenon Mendes de Oliveira técnicos da área a ex-secretária da Semob, Regivânia Alves permissionários do Mercado Municipal e, de forma inédita, o ex-prefeito Emanuel Pinheiro. A CPI também ouviu o ex-secretário municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, Francisco Antônio Vuolo, responsável pela assinatura do contrato de concessão. A última oitiva ocorreu no dia 24 de setembro, com o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL).
A CPI ainda realizou duas visitas técnicas às obras do Mercado Municipal Miguel Sutil, com participação de vereadores. Todas as atividades ocorreram durante o expediente regular da Câmara, sem custos extras com perícias, materiais ou deslocamentos de servidores e parlamentares.
Prorrogada em 10 de junho por mais 120 dias, a comissão tem prazo para concluir os trabalhos até a próxima sexta-feira (10).

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Parlamentar defende desenvolvimento da capital com inclusão e dignidade

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Ana Conrado | Assessoria da vereadora Baixinha Giraldelli 

A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) voltou a se manifestar sobre  as diretrizes estabelecidas no Plano Diretor de Cuiabá durante a sessão de terça-feira (14), reforçando a necessidade de que o crescimento da cidade esteja alinhado à garantia de dignidade e inclusão social para a população.
Diferente de manifestações anteriores, a parlamentar direcionou sua fala ao impacto real do planejamento urbano na vida de quem já vive em regiões consolidadas, mas ainda invisíveis do ponto de vista legal. “Não é só sobre crescer, é sobre garantir que as pessoas tenham direito à cidade”, destacou.
Durante o discurso, Baixinha criticou a ideia de que bairros como Pedra 90, Coxipó e Parque Cuiabá devam esperar por uma valorização a longo prazo. Segundo ela, essa lógica ignora a urgência de milhares de famílias que convivem há décadas com a falta de regularização fundiária e infraestrutura básica.
A vereadora enfatizou que a ausência de regularização vai além da questão documental e impacta diretamente na qualidade de vida da população. “São bairros que existem de fato, mas não de direito. Isso gera insegurança, exclusão e abandono”, afirmou.
Baixinha também pontuou que a falta de regularização dificulta ou impede a chegada de serviços essenciais, comprometendo o desenvolvimento dessas regiões. Entre os principais problemas enfrentados, ela citou:
Falta de saneamento básico;
Ausência de pavimentação;
Problemas de drenagem;
Iluminação pública insuficiente.
Outro ponto abordado foi a ocupação de áreas inadequadas, como margens de rios e regiões de risco, o que agrava questões ambientais e aumenta a vulnerabilidade dessas famílias.
A vereadora defendeu que é preciso transformar o debate em ações concretas. “Todo mundo já sabe o que precisa ser feito. O que falta é vontade política, planejamento e prioridade real para que isso saia do papel”, declarou.
Ao encerrar, Baixinha reforçou que não é contra o crescimento urbano, mas defende que ele aconteça de forma responsável. “O Plano Diretor tem que permitir o crescimento, sim, mas não podemos esquecer do que já existe. Não podemos deixar essas comunidades para trás”, concluiu.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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