Cuiabá

Procon Municipal alerta o consumidor sobre como evitar transtornos com as compras do Dia das Mães

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Planejamento e muita cautela. Essas são as peças-chave ao sair para comprar os presentes do Dia das Mães. Celebrado neste domingo (14), a data comemorativa atrai consumidores em busca de mimos especiais. Entretanto, o Órgão de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Municipal) alerta que este pode ser considerado um momento de redobrar a atenção, principalmente porque a maior parte da população está passando por uma crise econômica, um dos reflexos da pandemia.

“Sair de casa já pensando no que pretende adquirir e no quanto pretende gastar é uma das dicas mais importantes, uma vez que facilita a comparação de preços, qualidade e praticidade do produto. Dessa forma, gastos desnecessários e compras por impulso são evitados, o que pode comprometer o orçamento doméstico”, disse o secretário-adjunto de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Municipal), Genilto Nogueira.

A exigência da nota fiscal e o armazenamento do documento que comprova a compra são fundamentais, pois servirão de amparo caso haja algum problema envolvendo a relação de consumo. “Na compra presencial, a loja não é obrigada a realizar troca de produto, somente em caso de defeito. O fornecedor sempre busca fidelizar o cliente, por isso, é importante na hora da compra solicitar a política de troca por parte do fornecedor”, orienta.

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Outro ponto importante a ser observado são as condições de pagamento oferecidas pelo vendedor. “O consumidor deve sempre verificar as melhores condições, seja à vista ou a prazo. No momento efetivo do pagamento, todos os dados relativos aos encargos de parcelamento, juros e opções para quitação de parcelas devem ser apresentados de forma clara para o cliente, para que, sempre que possível, seja escolhida a opção mais econômica”, salienta.

O Código de Defesa do Consumidor prevê dois prazos para o consumidor fazer sua reclamação: 30 dias para produtos e serviços não duráveis (exemplo: calçados, roupas, bolsas etc.) e 90 dias para produtos e serviços duráveis (exemplo: eletrodomésticos, veículos, máquinas, equipamentos eletrônicos etc.).

Se optar por fazer a compra de forma online, para evitar filas, aglomerações e permanecer na segurança da sua casa, procure no site da empresa selos como “Internet Segura” e “Site Seguro” e observe se o navegador de internet exibe o ícone de um cadeado na parte superior esquerda. Verifique também se a loja online informa CNPJ, telefone e endereço.

Não faça compras a partir de e-mails não solicitados (SPAM). Se a compra for efetuada por meio da internet, telefone ou catálogos, o consumidor terá o direito de 7 dias para se arrepender e, nesse caso, poderá pedir o cancelamento, bem como a devolução dos valores pagos, inclusive do frete, se houver. E nem precisa justificar o arrependimento.

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“Mesmo com todas essas dicas, é importante lembrar que a crise econômica está afetando a todos. Por isso, é necessário analisar sempre se você pode arcar com essa despesa e comprar o que cabe no seu bolso, para não se endividar. Não se deixe levar pelo impulso quando a compra é feita de última hora. Escolha o produto com cuidado e pesquise sempre o preço para que ele se enquadre em seu orçamento”, finalizou Genilto.

Para mais esclarecimentos, os consumidores podem entrar em contato com o Procon Cuiabano por meio do WhatsApp (65) 3641-6400 ou procurar atendimento presencial na Rua Joaquim Murtinho, 554, Centro. O horário de funcionamento é das 8h às 17h.

Abaixo seguem os links para baixar o aplicativo:

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Parlamentar defende desenvolvimento da capital com inclusão e dignidade

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Ana Conrado | Assessoria da vereadora Baixinha Giraldelli 

A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) voltou a se manifestar sobre  as diretrizes estabelecidas no Plano Diretor de Cuiabá durante a sessão de terça-feira (14), reforçando a necessidade de que o crescimento da cidade esteja alinhado à garantia de dignidade e inclusão social para a população.
Diferente de manifestações anteriores, a parlamentar direcionou sua fala ao impacto real do planejamento urbano na vida de quem já vive em regiões consolidadas, mas ainda invisíveis do ponto de vista legal. “Não é só sobre crescer, é sobre garantir que as pessoas tenham direito à cidade”, destacou.
Durante o discurso, Baixinha criticou a ideia de que bairros como Pedra 90, Coxipó e Parque Cuiabá devam esperar por uma valorização a longo prazo. Segundo ela, essa lógica ignora a urgência de milhares de famílias que convivem há décadas com a falta de regularização fundiária e infraestrutura básica.
A vereadora enfatizou que a ausência de regularização vai além da questão documental e impacta diretamente na qualidade de vida da população. “São bairros que existem de fato, mas não de direito. Isso gera insegurança, exclusão e abandono”, afirmou.
Baixinha também pontuou que a falta de regularização dificulta ou impede a chegada de serviços essenciais, comprometendo o desenvolvimento dessas regiões. Entre os principais problemas enfrentados, ela citou:
Falta de saneamento básico;
Ausência de pavimentação;
Problemas de drenagem;
Iluminação pública insuficiente.
Outro ponto abordado foi a ocupação de áreas inadequadas, como margens de rios e regiões de risco, o que agrava questões ambientais e aumenta a vulnerabilidade dessas famílias.
A vereadora defendeu que é preciso transformar o debate em ações concretas. “Todo mundo já sabe o que precisa ser feito. O que falta é vontade política, planejamento e prioridade real para que isso saia do papel”, declarou.
Ao encerrar, Baixinha reforçou que não é contra o crescimento urbano, mas defende que ele aconteça de forma responsável. “O Plano Diretor tem que permitir o crescimento, sim, mas não podemos esquecer do que já existe. Não podemos deixar essas comunidades para trás”, concluiu.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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