Cuiabá

Obras de acessibilidade evitam segregação e facilitam o acesso a Câmara de Cuiabá

Publicado em

25/08/2023
Obras de acessibilidade evitam segregação e facilitam o acesso a Câmara de Cuiabá

O diretor de Esportes da Associação Mato-grossense de Deficientes (AMDE), Gabriel Aguiar, celebrou às obras de acessibilidade que facilitarão o acesso das pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosos, ao Legislativo Municipal. Esta tem sido uma das principais bandeiras do presidente da Casa, vereador Chico 2000 (PL).

Nesta sexta-feira (25.08), durante a assinatura para o lançamento das obras do elevador, que permitirão o acesso às galerias do Plenário, Gabriel destacou a importância da iniciativa. Desta forma, terão a oportunidade de acompanhar as sessões ordinárias e quaisquer outras discussões.

“É muito importante, porque a gente se sente incluso de verdade. Como a gente assistia na sala de imprensa, não conseguíamos acompanhar, não conseguia estar com a população que estava por diversas vezes manifestando sobre uma matéria importante para as pessoas com deficiência. Nós ficávamos todos separados, como uma segregação. Então agora, conseguindo essa acessibilidade, vamos lutar muito mais pelos nossos direitos”, disse ele.

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Há quase 34 anos trabalhando na Câmara, o servidor José Carlos, que é cadeirante, e integrante da Comissão Permanente de Acessibilidade e Inclusão, destacou a importância da atuação de Chico – visando assegurar o acesso amplo e democrático ao Parlamento.

“Eu quero ressaltar que a nossa Câmara é pioneira na criação da Comissão de Acessibilidade. O elevador representa a acessibilidade ao Plenário, onde as pessoas com mobilidade tinham muita dificuldade de conseguir até ele. Graças a Deus se tornará realidade. Quero agradecer a Mesa Diretora e o presidente Chico, que está atuando em favor do nosso direito, que é acompanhar uma sessão”, argumentou.

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O lançamento contou com a presença do presidente da Câmara Chico 2000 (PL), deputado estadual Juca do Guaraná e os vereadores Rogério Varanda e Sargento Vidal (MDB), Dilemário Alencar (Podemos), e Mário Nadaf (PV).

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Além do presidente da Fraternidade Cristã da Pessoa com Deficiência, Mário Lúcio, Presidente do Instituto dos Cegos, Udeilson Arruda, Secretário Adjunto da Pessoa com Deficiência, Rubens Dias da Silva, presidente da APAE, Leonardo Arruda, Diretora da Associação Mato-grossense dos Deficientes, Francisca Batista e o advogado Marcione Mendes.

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Secom – Câmara Municipal de Cuiabá&nbsp

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Doação de órgãos realizada no HMC beneficia pacientes de quatro estados

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Em meio à dor de uma despedida, um gesto de solidariedade pode significar o recomeço para outras famílias. Foi com esse sentimento que o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), administrado pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e da Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP), realizou, na manhã desta quarta-feira (2), a captação de múltiplos órgãos e tecidos de um paciente de 51 anos, vítima de traumatismo craniano após uma queda de aproximadamente 1,5 metro.

Antes do início do procedimento, profissionais do hospital realizaram o tradicional corredor da honra, também conhecido como corredor de aplausos. O momento foi marcado por respeito e emoção em homenagem ao doador e à família, que, mesmo diante de uma perda irreparável, autorizou a doação dos órgãos.

A captação teve início às 10h50 e mobilizou mais de 50 profissionais, entre equipes do próprio HMC e especialistas que vieram de Campo Grande (MS) para participar do procedimento.

Foram captados fígado, dois rins e córneas. O fígado foi destinado a Mato Grosso do Sul. O rim direito seguirá para o Rio Grande do Sul, enquanto o rim esquerdo será encaminhado para Pernambuco. As córneas foram captadas para implante local.

A ação representa a possibilidade de salvar quatro vidas e ainda beneficiar pacientes que aguardam por transplante de córnea.

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Para a secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, a doação representa um gesto de extrema generosidade em um momento de profunda dor para a família.

“É uma perda irreversível para a família, mas, ao mesmo tempo, uma oportunidade de ajudar outras vidas. A nossa gratidão a esses familiares é imensa. Neste Setembro Verde, precisamos reforçar a importância de conversar sobre a doação de órgãos dentro de casa, com nossos parentes, para que, se uma tragédia vier a acontecer, essa possibilidade seja analisada com carinho e sensibilidade. Existe uma longa fila de pessoas esperando por um transplante, e hoje essa família está ajudando a mudar a história de outras pessoas.”

A captação realizada no HMC ocorre justamente no mês em que são ampliadas as ações de conscientização sobre a doação de órgãos e tecidos. O Setembro Verde busca estimular o diálogo sobre o tema e mostrar à população que uma única decisão pode representar uma nova oportunidade para várias pessoas.

A diretora-geral de Saúde Pública, Kelluby Oliveira, destacou que a captação é resultado de uma grande mobilização das equipes e reforçou o significado do corredor da honra como uma forma de reconhecer a família e o doador.

“Hoje mais de 50 profissionais se mobilizaram para que essa doação pudesse acontecer. O corredor da honra é um momento de respeito, gratidão e reconhecimento. É a nossa forma de homenagear esse paciente e, principalmente, essa família, que, em meio à dor, possibilitou que outras pessoas tivessem uma nova chance.”

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A captação desta quarta-feira reforça que, mesmo diante de uma despedida marcada pela dor, a solidariedade pode permanecer como legado. Para quatro pessoas que aguardam por um transplante, a decisão de uma família significará uma nova oportunidade de vida.

O médico Eduardo Andraus, responsável técnico do HMC, explicou que a doação só ocorre após protocolos rigorosos que confirmam a morte encefálica.

“A morte encefálica é uma condição irreversível, diagnosticada por protocolos muito rígidos que comprovam que o cérebro deixou de funcionar. Mesmo que o coração continue batendo por um período, a pessoa já faleceu. A confirmação é feita de maneira criteriosa e segura, permitindo que, quando a família autoriza a doação, os órgãos sejam preservados e encaminhados para pacientes que aguardam por um transplante.”

No Brasil, a autorização da família é fundamental para que a doação de órgãos de um potencial doador falecido possa ocorrer. Por isso, além de ter o desejo de ser doador, é importante conversar com os familiares e deixar clara essa vontade.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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