Cuiabá

Michelly vê retomada da Santa Casa como oportunidade para ampliar rede de saúde em Cuiabá

Publicado em

30/04/2025
Michelly vê retomada da Santa Casa como oportunidade para ampliar rede de saúde em Cuiabá
Débora Inácio – Assessoria da Vereadora Michelly Alencar
A vereadora Michelly Alencar (União Brasil), presidente da Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Cuiabá, defendeu que a gestão da Santa Casa de Misericórdia volte a ser responsabilidade do município. Segundo ela, a retomada representa uma oportunidade estratégica para fortalecer e ampliar os serviços públicos de saúde na capital.
“Desde o início dessas discussões, sempre fui muito clara: Cuiabá deve manter a Santa Casa. O Governo do Estado assumiu a gestão de forma temporária, à época, para evitar o fechamento da unidade, diante da omissão da antiga administração municipal. Mas, com os novos hospitais que estão sendo construídos pelo Estado, chegou o momento de devolver essa atribuição à Prefeitura. Mais do que analisar desafios financeiros, precisamos considerar os benefícios para a população”, afirmou.
Michelly destacou que a capital possui demanda suficiente para manter a Santa Casa sob sua gestão e sugeriu que a unidade seja transformada em um hospital especializado em atendimento materno-infantil.
“Teremos o Centro Médico Infantil implantado no antigo Pronto-Socorro, que será voltado ao atendimento pediátrico, mas não contemplará gestantes nem realizará partos. Atualmente, temos apenas o Santa Helena como referência, e trata-se de uma unidade filantrópica. É necessário que o município disponha de uma estrutura própria para esses serviços”, argumentou.
A parlamentar elogiou a iniciativa da Prefeitura na criação do novo centro infantil e defendeu que o mesmo empenho seja aplicado na reestruturação da Santa Casa.
“Cuiabá tem demanda, tem estrutura e deve assumir essa responsabilidade. É possível reformular a gestão, com responsabilidade fiscal e administrativa, para evitar os erros do passado, como o acúmulo de dívidas e a má gestão”, concluiu.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Parlamentar defende desenvolvimento da capital com inclusão e dignidade

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Ana Conrado | Assessoria da vereadora Baixinha Giraldelli 

A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) voltou a se manifestar sobre  as diretrizes estabelecidas no Plano Diretor de Cuiabá durante a sessão de terça-feira (14), reforçando a necessidade de que o crescimento da cidade esteja alinhado à garantia de dignidade e inclusão social para a população.
Diferente de manifestações anteriores, a parlamentar direcionou sua fala ao impacto real do planejamento urbano na vida de quem já vive em regiões consolidadas, mas ainda invisíveis do ponto de vista legal. “Não é só sobre crescer, é sobre garantir que as pessoas tenham direito à cidade”, destacou.
Durante o discurso, Baixinha criticou a ideia de que bairros como Pedra 90, Coxipó e Parque Cuiabá devam esperar por uma valorização a longo prazo. Segundo ela, essa lógica ignora a urgência de milhares de famílias que convivem há décadas com a falta de regularização fundiária e infraestrutura básica.
A vereadora enfatizou que a ausência de regularização vai além da questão documental e impacta diretamente na qualidade de vida da população. “São bairros que existem de fato, mas não de direito. Isso gera insegurança, exclusão e abandono”, afirmou.
Baixinha também pontuou que a falta de regularização dificulta ou impede a chegada de serviços essenciais, comprometendo o desenvolvimento dessas regiões. Entre os principais problemas enfrentados, ela citou:
Falta de saneamento básico;
Ausência de pavimentação;
Problemas de drenagem;
Iluminação pública insuficiente.
Outro ponto abordado foi a ocupação de áreas inadequadas, como margens de rios e regiões de risco, o que agrava questões ambientais e aumenta a vulnerabilidade dessas famílias.
A vereadora defendeu que é preciso transformar o debate em ações concretas. “Todo mundo já sabe o que precisa ser feito. O que falta é vontade política, planejamento e prioridade real para que isso saia do papel”, declarou.
Ao encerrar, Baixinha reforçou que não é contra o crescimento urbano, mas defende que ele aconteça de forma responsável. “O Plano Diretor tem que permitir o crescimento, sim, mas não podemos esquecer do que já existe. Não podemos deixar essas comunidades para trás”, concluiu.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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