Cuiabá

Em um mês, Saad faz 52 indicações para atender demandas em Cuiabá

Publicado em

05/03/2024
Em um mês, Saad faz 52 indicações para atender demandas em Cuiabá
O vereador Ricardo Saad (PSDB) fez 52 indicações no mês de fevereiro atendendo as demandas de vários bairros de Cuiabá. São vários serviços como instalação de redutores de velocidade, limpeza de ruas, tapa-buracos, poda de árvores, dentre outras intervenções cobradas pelos munícipes.&nbsp
Para adequação do trânsito, Saad cobrou a construção de redutor de velocidade (quebra-molas) na Rua 31 de Março, próximo a Mercearia Bom Jesus, no Pico do Amor cobertura do ponto de ônibus em frente à Escola Estadual Ana Maria do Couto no CPA 2 e pinturas de faixa de pedestres na Rua Cuiabá em frente ao Supermercado Comper no CPA 2, na Rua Acre em frente à Associação Mato-Grossense de Deficiente (Amde) no CPA 2 e outras duas no CPA 3, em frente à Escola Nova Pedagogia e da Cetec – São Lucas.&nbsp
“É de suma importância a realização desses investimentos que venham propiciar melhoria das condições de vida da população local. Todas as indicações atendem os moradores dos bairros. No caso da faixa de pedestres, são vias movimentadas e com condutores transitando em alta velocidade, colocando em risco a vida dos que utilizam as vias”.&nbsp
Saad também cobrou o serviço de poda de árvores na extensão da Rua E, no Baú e em toda extensão da Avenida Mário Palma, no Ribeirão do Lipa. Ele alegou que muitos galhos estão grandes, entrelaçados na fiação da rede elétrica e tampando a visão de motoristas e pedestres.&nbsp
Já em relação ao serviço de limpeza, o vereador atendeu dezenas de bairros com indicações. Ele cobrou limpeza, manutenção e troca de tampão da boca de lobo entre as ruas Boa Esperança e Rua da Saudade, no Jardim Leblon em toda extensão da Rua Dom Antônio Malan, no Poção na Rua Maracanã e com troca de tampão da boca de lobo no Areão na Praça Nossa Senhora Auxiliadora, em frente à Igreja São José Operário, no Dom Aquino em todas as ruas do bairro Poção e na Avenida General Mello, no Dom Aquino.&nbsp
Também foi solicitada a limpeza com manutenção e troca de tampão da boca de lobo em toda extensão da Rua Paraná, no CPA 2 Rua Acácia Cuiabana, no Centro América Rua Macapá, no CPA 2 Rua Clara Nunes, no Colorado na Rua Dr. Carlos Borralho, no Poção e na Avenida General Mello, em frente a Uniodonto, no Poção.&nbsp
Das 52 indicações feitas, 29 são referentes a serviços de tapa buracos. O vereador cobrou que a prefeitura executasse o serviço na Rua Benedito Camargo, no Jardim Leblon Rua E, no Baú Rua Carlos Borralho, no Poção Rua Allan Kardec, no Santa Isabel Rua Saracura no CPA 4 4ª etapa, Rua N, no Jardim Brasil Rua Castro Alves, no Areão Rua 31 de março, no Pico do Amor Rua Ulisses Cuiabano no Poção.&nbsp
Ainda foi pedido serviço de tapa buracos na Rua 23, O e C, no Jardim Araçá Rua P e Dr. Moacir Freitas, no Santa Angelita Rua 78, 80, 82, 84, 86, 88 e 92 no CPA 4 3ª etapa Rua Bom Jesus, no Dom Aquino Rua Jornalista Amaro de Figueiredo Falcão, no CPA 1 Acácia Cuiabana, no Centro América Rua Pimenta Bueno, no Dom Aquino Rua Mestre Teodoro Lourenço Costa no Alvorada Rua Bahia, no CPA 2 e na Avenida Mário Palma, no Ribeirão do Lipa.
Secom – Câmara Municipal de Cuiabá

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Secretária explica na Câmara ação em área pública e reforça: não houve desocupação de casas

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A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Chiquito Palhares, esteve na Câmara de Cuiabá nesta terça-feira (1º) para prestar esclarecimentos sobre a ação realizada em áreas públicas e de preservação permanente no município. O convite para que a gestora fosse ao Legislativo partiu do vereador Demilson Nogueira, que solicitou explicações sobre a operação e a situação das famílias que vivem na região.

Durante a fala na tribuna, Juliana foi solícita aos questionamentos dos vereadores e reforçou que a Prefeitura não realizou a desocupação de casas onde havia moradores. Segundo ela, a ação teve como foco a demolição de estruturas irregulares que estavam desabitadas, com o objetivo de impedir a ampliação das ocupações em áreas públicas consideradas ambientalmente sensíveis e com risco à população.

“É importante deixar claro que não houve desocupação de casas com moradores. O que foi realizado foi a demolição de estruturas que não estavam habitadas, justamente para impedir que novas ocupações irregulares avançassem sobre uma área pública, de preservação permanente e que apresenta situação de risco”, explicou Juliana.

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A secretária também destacou que a atuação do Município ocorre dentro de um procedimento acompanhado pelo Ministério Público de Mato Grosso. Em dezembro de 2025, a 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural determinou a adoção de medidas para assegurar a desocupação das áreas públicas invadidas e a proteção ambiental da região.

A situação também passou a ser tratada pelo Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), responsável por coordenar ações em casos de maior complexidade. O comitê reúne diferentes áreas da administração para avaliar as medidas necessárias, incluindo aspectos ambientais, urbanísticos e sociais.

A Defesa Civil realizou vistoria no local e classificou a área como de grau de risco alto, considerando a presença de cursos d’água e nascentes, histórico de alagamentos, vulnerabilidade hidrológica e processos erosivos.

Juliana reforçou ainda que a Prefeitura adotou medidas para identificar a realidade das pessoas que vivem na região. A Secretaria de Assistência Social foi acionada para realizar levantamento socioeconômico dos ocupantes, garantindo que eventuais famílias em situação de vulnerabilidade sejam direcionadas para atendimento pelas políticas públicas municipais.

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“A orientação da gestão é que nenhuma família em situação de vulnerabilidade fique sem atendimento. A Prefeitura vai fazer o acolhimento e encaminhamento necessário pela área social. Ao mesmo tempo, precisamos cumprir nossa responsabilidade de proteger o patrimônio público, preservar as áreas ambientais e evitar que novas construções irregulares sejam feitas em locais de risco”, afirmou a secretária.

A Prefeitura também informou ao Ministério Público que ações anteriores já haviam resultado na demolição de edificações não ocupadas e no corte de ligações clandestinas de água e energia. A documentação registra ainda a reincidência de invasões e a retomada de construções após as intervenções, o que levou o Município a buscar uma atuação integrada por meio do CIGDAP.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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