Cuiabá

Edna comenta ataque a grupo de Maracatu e cobra políticas contra homofobia e racismo

Publicado em

22/06/2023

A vereadora Edna Sampaio (PT) cobrou, nesta quinta-feira (22) políticas públicas de combate à homofobia e ao racismo na capital, citando a violência sofrida pelo grupo de maracatu Buritis Nagô, que foi atacado nesta terça-feira (20) pelo proprietário de um bar na praça da Mandioca.

Segundo informações dos presentes, o grupo, que é coordenado pelo Instituto de Mulheres Negras de Mato Grosso (Imune), estava ensaiando quando o dono do bar Dom Luiz, apareceu com um pedaço de ferro, com o qual ameaçou agredir os presentes e alegou querer furar os tambores.

A parlamentar enfatizou o quanto esse tipo de agressão tem o objetivo de amedrontar e assustar a população negra e LGBT, que é maioria entre os integrantes do grupo musical e entre os frequentadores do local.

Ela destacou os diversos casos de violência racial e de gênero que têm ocorrido na capital e que essa realidade justifica a discussão de um estatuto para combater a LGBTfobia.

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Edna apresentou um PL que trata do tema, que foi rejeitado pela Comissão de Direitos Humanos, Cidadania, Idosos e Pessoas com Deficiência.

O projeto determina políticas públicas de combate à violência, promoção da saúde e de garantia do cumprimento da lei federal 7.716/89, onde o Supremo Tribunal Federal (STF) equipara os crimes contra pessoas LGBT ao racismo.

A vereadora também cobrou que a prefeitura implemente a lei municipal nº 6.882/2022, de sua autoria, que cria o Estatuto Municipal de Promoção e Igualdade Racial.

“Houve uma clara intenção de assustar, amedrontar e de praticar violência contra as pessoas LGBT e contra pessoas negras. Uma jornalista observou tudo e denunciou e eu quero dizer, com isso, da importância de a gente discutir e aprovar um estatuto contra a violência e a discriminação de pessoas LGBT e de cobrar a implementação, junto ao executivo, do nosso Estatuto contra o racismo que visa proteger as pessoas negras contra essa violência toda e também orientar o poder público na implementação de políticas públicas”, disse.

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A vereadora publicou nota de apoio ao grupo em suas redes sociais. Ela destacou os diversos casos de violência racial e de gênero que têm ocorrido na capital e que essa realidade justifica a discussão de um estatuto para combater a LGBTfobia.

Da Assessoria

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Dra. Mara cobra transparência e pressiona revisão de tarifas no saneamento de Cuiabá

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Marcely Alves | Assessoria da vereadora Dra. Mara 
A vereadora Dra. Mara (Podemos) participou, na última sexta-feira (24), de uma reunião técnica na Câmara Municipal de Cuiabá e reforçou a cobrança por transparência e equilíbrio na revisão do contrato de saneamento da capital. 
O encontro contou com a presença da presidente da Casa, a vereadora Paula Calil (PL), além de representantes de órgãos e instituições ligadas ao setor.
Participaram da reunião a concessionária Águas Cuiabá, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a agência reguladora e pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso, por meio do Niesa UFMT.
O foco do encontro foi a revisão ordinária do contrato com a Águas Cuiabá, com ênfase nas tarifas de água e esgoto um tema sensível que, segundo a parlamentar, exige respostas claras e medidas concretas.
Durante a reunião, Dra. Mara questionou critérios de cobrança, custos operacionais e a qualidade dos serviços prestados. Para ela, o debate não pode ficar restrito ao campo técnico e precisa refletir a realidade de quem paga a conta todos os meses.
“Não dá para tratar um serviço essencial com superficialidade. As tarifas pesam no bolso da população e precisam ser justificadas com transparência e responsabilidade. Quem paga a conta merece respeito,” afirmou.
A vereadora reforçou o papel do Legislativo no processo. 
“Fiscalizar não é opção, é obrigação. Nosso dever é acompanhar de perto, cobrar e garantir que o interesse da população esteja acima de qualquer contrato,” disse.
Para Dra. Mara, o momento exige mais do que discussões. 
“Não basta reunião, não basta discurso. A população quer resultado: serviço de qualidade e tarifas justas. Quem está na ponta não pode continuar pagando por falhas do sistema, “pontuou.
A presidente da Câmara, Paula Calil, também destacou a importância do debate institucional.
“A Câmara está cumprindo seu papel ao promover esse diálogo. É fundamental garantir transparência e equilíbrio em um tema que impacta diretamente a vida das pessoas,” afirmou.
Ao final, Dra. Mara reforçou que seguirá acompanhando o tema.
“Vamos continuar cobrando. Saneamento não é favor, é direito  e direito precisa ser respeitado,” concluiu.
As discussões devem subsidiar as próximas etapas da revisão contratual, que segue em análise com acompanhamento do Legislativo.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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