Cuiabá

Demilson Nogueira abre discussão sobre cobrança mínima da taxa de esgoto

Publicado em

18/03/2025
Demilson Nogueira abre discussão sobre cobrança mínima da taxa de esgoto

Andressa Sales – assessoria Vereador Demilson Nogueira&nbsp

O vereador Demilson Nogueira (PP) usou a tribuna da Câmara Municipal nesta terça-feira (18) para apresentar indicações e requerimentos de informações ao município de Cuiabá.
No pequeno expediente, o parlamentar apresentou pedido de informação à Águas Cuiabá, solicitando levantamento de quais bairros tiveram a implantação de rede coletora de esgoto a partir de 2020 e qual o planejamento para 2025 em relação à implantação de redes coletoras de esgoto em Cuiabá.
Demilson reforça que apresentará proposta de lei para criação de uma taxa mínima com período de um ano para que os munícipes possam fazer a ligação direta em suas residências, incluindo as condições financeiras necessárias para que os munícipes de baixa renda possam se adequar.
“A partir dessas informações, pretendo trazer para esta Casa a discussão, nos próximos dias, sobre a execução da taxa mínima do serviço de água e esgoto, prevista no ordenamento do marco regulatório, porque, infelizmente, até hoje a Águas Cuiabá cobra a taxa máxima de 90% para um serviço que não está sendo prestado, o que configura enriquecimento ilícito. Lembrando que também estudaremos as sanções para aqueles que têm condições de fazer a ligação e não o fazem, pois, tudo estando em ordem, quem ganha é o meio ambiente e a saúde pública”, explicou o vereador.
Demilson usou o expediente também para solicitar a implementação de rede de internet na Unidade Básica de Saúde da Comunidade Barreiro Branco, além do patrolamento e encascalhamento em toda a extensão do bairro.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Dra. Mara cobra transparência e pressiona revisão de tarifas no saneamento de Cuiabá

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Marcely Alves | Assessoria da vereadora Dra. Mara 
A vereadora Dra. Mara (Podemos) participou, na última sexta-feira (24), de uma reunião técnica na Câmara Municipal de Cuiabá e reforçou a cobrança por transparência e equilíbrio na revisão do contrato de saneamento da capital. 
O encontro contou com a presença da presidente da Casa, a vereadora Paula Calil (PL), além de representantes de órgãos e instituições ligadas ao setor.
Participaram da reunião a concessionária Águas Cuiabá, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a agência reguladora e pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso, por meio do Niesa UFMT.
O foco do encontro foi a revisão ordinária do contrato com a Águas Cuiabá, com ênfase nas tarifas de água e esgoto um tema sensível que, segundo a parlamentar, exige respostas claras e medidas concretas.
Durante a reunião, Dra. Mara questionou critérios de cobrança, custos operacionais e a qualidade dos serviços prestados. Para ela, o debate não pode ficar restrito ao campo técnico e precisa refletir a realidade de quem paga a conta todos os meses.
“Não dá para tratar um serviço essencial com superficialidade. As tarifas pesam no bolso da população e precisam ser justificadas com transparência e responsabilidade. Quem paga a conta merece respeito,” afirmou.
A vereadora reforçou o papel do Legislativo no processo. 
“Fiscalizar não é opção, é obrigação. Nosso dever é acompanhar de perto, cobrar e garantir que o interesse da população esteja acima de qualquer contrato,” disse.
Para Dra. Mara, o momento exige mais do que discussões. 
“Não basta reunião, não basta discurso. A população quer resultado: serviço de qualidade e tarifas justas. Quem está na ponta não pode continuar pagando por falhas do sistema, “pontuou.
A presidente da Câmara, Paula Calil, também destacou a importância do debate institucional.
“A Câmara está cumprindo seu papel ao promover esse diálogo. É fundamental garantir transparência e equilíbrio em um tema que impacta diretamente a vida das pessoas,” afirmou.
Ao final, Dra. Mara reforçou que seguirá acompanhando o tema.
“Vamos continuar cobrando. Saneamento não é favor, é direito  e direito precisa ser respeitado,” concluiu.
As discussões devem subsidiar as próximas etapas da revisão contratual, que segue em análise com acompanhamento do Legislativo.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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