Cuiabá

Comissão dos Direitos da Mulher debate campanha Eles por Elas e destaca prevenção da violência desde a adolescência

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Assessoria vereadora Maria Avalone&nbsp

A Comissão dos Direitos da Mulher da Câmara Municipal, presidida pela vereadora Maria Avalone (PSDB), realizou nesta segunda-feira (15) mais uma reunião com foco na campanha Eles por Elas, iniciativa que busca engajar homens e meninos na luta contra a violência de gênero.
O encontro contou com a presença da delegada Jozirlethe Magalhães Criveletto, titular da Delegacia Especializada do Adolescente, e da psicóloga Aline Franco Teixeira, profissional responsável pela escuta especializada de crianças e adolescentes vítimas de violência. A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) também participou da reunião.
“Espaço para unir forças”, afirma Maria Avalone
Na abertura, a vereadora Maria Avalone reforçou que a comissão é um espaço de diálogo e construção coletiva de soluções.
“Essa reunião é um espaço para dialogar, unir forças e assumir compromisso em defesa da vida das mulheres. O que queremos é reduzir a violência que atinge tantas de nós. Há três semanas lançamos a campanha Eles por Elas, porque acreditamos que os jovens, homens e meninos, têm papel essencial na mudança dessa realidade. O Brasil ainda está entre os países que mais registram violência contra a mulher, mas isso pode mudar, e começa por cada um de nós”, destacou.
Delegada alerta para a necessidade de orientar adolescentes
Durante sua fala, a delegada Jozirlethe Criveletto ressaltou a importância de levar informação correta aos adolescentes para evitar a reprodução de padrões de violência.
“O adolescente carece de conhecimento e orientação. Muitas vezes, recebe informações distorcidas que o levam por caminhos errados. Nosso papel é oferecer conteúdo que ajude a construir um futuro melhor. A violência de gênero começa, muitas vezes, dentro de casa, quando se estabelecem papéis diferentes para meninos e meninas. Isso precisa ser desconstruído para que não se perpetue na vida adulta”, explicou.
A delegada também detalhou o trabalho desenvolvido pela equipe da delegacia, destacando a atuação da psicóloga Aline Franco Teixeira na escuta de crianças vítimas de violência. “É ela quem acolhe os menores, garantindo um atendimento humanizado e adequado, antes que sejam tomadas as providências legais contra os agressores”, disse.
Formação de uma nova cultura
O encontro reforçou que a transformação cultural é essencial para enfrentar a violência contra a mulher. Questões como estereótipos de gênero, a divisão desigual de tarefas domésticas e a naturalização de agressões no ambiente familiar foram citadas como pontos de atenção.
De acordo com os participantes, a campanha Eles por Elas pretende ampliar o debate dentro das escolas e comunidades, incentivando meninos e homens a se tornarem aliados no combate à violência e na promoção do respeito.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Plenário vota moções contrárias à indicação de Jorge Messias ao STF

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Antoniel Pontes | Assessoria do vereador Ranalli 
Com 11 votos favoráveis, a Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, na sessão desta quinta-feira (23), duas moções de repúdio contra a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal. As propostas foram apresentadas pelos vereadores Rafael Ranalli (PL) e Dilemário Alencar (União Brasil), levando ao plenário a discussão sobre a escolha para a mais alta Corte do país.
As manifestações fazem oposição direta à nomeação, sob o argumento de que a trajetória do indicado estaria fortemente vinculada a governos petistas, o que, segundo os parlamentares, levanta dúvidas sobre a independência necessária para o exercício do cargo.
Na justificativa, Ranalli destaca que a indicação gera “profunda preocupação” e menciona o episódio conhecido nacionalmente como “Bessias”, ocorrido em 2016, durante o governo Dilma Rousseff. À época, o nome de Messias apareceu em diálogos relacionados ao envio de um termo de posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em meio às investigações da Operação Lava Jato, fato que teve grande repercussão pública.
As moções também apontam críticas à atuação do indicado à frente da Advocacia-Geral da União, citando questionamentos sobre a condução de pautas jurídicas e suposta omissão em casos sensíveis, como descontos indevidos em benefícios do INSS.
Outro ponto levantado nos documentos é o perfil considerado político do indicado, com a alegação de que não haveria demonstração suficiente de independência e solidez técnica exigidas para um ministro do Supremo Tribunal Federal.
Ao final, Ranalli sustenta que o STF deve ser composto por nomes com reputação ilibada, equilíbrio institucional e compromisso absoluto com a Constituição Federal, posição reforçada com a aprovação das moções em plenário.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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