Cuiabá

Câmara aprova parecer da CCJR sobre projeto para concessão de auxílio-aluguel

Publicado em

27/10/2023
Câmara aprova parecer da CCJR sobre projeto para concessão de auxílio-aluguel
Os vereadores aprovaram na sessão plenária desta quinta-feira (26.10) dois pareceres da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) referentes ao projeto de lei nº 184/2023, proposto pelo Poder Executivo, que dispõe sobre a concessão de auxílio-aluguel às mulheres vítimas de violência. Conforme a propositura, o valor do benefício seria de até R$ 1 mil, sendo reajustado conforme a variação do salário-mínimo.&nbsp
A proposta teve acrescida uma emenda da CCJR e outra da vereadora Maysa Leão. A emenda da parlamentar prioriza a concessão para a mulher em situação de vulnerabilidade que possui dois ou mais filhos menores de 5 anos e/ou com filho com deficiência, além de considerar a extrema vulnerabilidade para receber até dois salários-mínimos, após a separação.
“A proposta fornece o auxílio-aluguel às mulheres vítimas de violência para que elas não possam e não precisem mais conviver com seus agressores. O município vai oferecer um aluguel e ela pode, com os seus filhos, morar nesta nova residência. A proposta da vereadora Maysa é condizente com a realidade, por isso a emenda também foi aprovada”, destacou o vice-líder do prefeito, Luis Cláudio (PP).
SOBRE O PROJETO – Para conseguir ingressar no programa, a mulher em questão deve estar inscrita no CAD-Único, comprovar que reside em Cuiabá nos últimos 12 meses, estar com medida protetiva e comprovar situação de extrema vulnerabilidade.
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O benefício será instituído pelo período de um ano, podendo ser prorrogado por mais 6 meses, mediante justificativa técnica. E nos casos em que a mulher volte para o convívio do agressor, ela perde o benefício.
Secom – Câmara Municipal de Cuiabá

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Simininas aprendem Libras e violão em aulas que unem música e inclusão

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As meninas do Programa Siminina, da unidade Jardim Santa Isabel, em Cuiabá, estão aprendendo que a música também pode ser uma ferramenta inclusiva. Durante as aulas ministradas pela professora de música Maria Rosa de Andrade, carinhosamente conhecida como Tia Rosinha, as participantes têm contato com a Língua Brasileira de Sinais e com o violão.

Nas atividades de Libras, as meninas aprendem sinais usados em situações do dia a dia, como cumprimentar, agradecer e pedir licença. A aula também utiliza músicas infantis de forma lúdica como “O Caderno”, “Baleia” e “Patinho Colorido” para ensinar sinais, dentro da proposta de música-terapia.

Para Sophia Ester, aprender Libras é importante para ampliar a comunicação e a convivência com pessoas surdas. Ela conta que já teve contato com a língua durante um evento voltado à comunidade surda e que conseguiu se comunicar com participantes. Na aula do Siminina, ela já aprendeu sinais como “oi”, “com licença” e “obrigada”, além dos sinais dos animais.

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“Acho importante as pessoas também aprenderem Libras. Eu aprendi bater palmas assim”, disse Sophia, erguendo as duas mãos com as palmas voltadas para a frente ou para cima, agitando os dedos e movimentando os punhos levemente ao lado da cabeça.

Nas aulas de violão as meninas aprendem notas musicais e acordes, como dó maior e sol maior, além de exercícios para desenvolver a prática do instrumento, momento que é uma alusão a inclusão a todos os momentos.

Sonhando em seguir carreira, a aluna Milena Gabriela conta que começou como iniciante e, com o tempo, foi ganhando confiança para tocar. Segundo ela, hoje, já consegue executar uma música utilizando três notas no violão. “Eu tenho um sonho de ser cantora, tocar violão, viajar pelo país pelas minhas músicas. Quando eu fazer sucesso vou falar: Foi lá no Siminina que eu comecei”, contou.

Para a professora Tia Rosinha, as atividades utilizam a música como instrumento de aprendizagem e inclusão social. Segundo ela, as aulas trabalham canções da Música Popular Brasileira (MPB) e músicas infantis adaptadas para o aprendizado de Libras. “É muito gratificante mostrar para elas a grande importância da Libras e da inclusão. A música nos permite trabalhar a comunicação, a expressão e a convivência”, destacou a professora.

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O Programa Siminina, vinculado à Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, atende atualmente 1.402 meninas, entre 6 e 14 anos, em situação de vulnerabilidade, distribuídas em 18 unidades na capital. Além de aulas de canto e Libras, as meninas participam de aulas de balé, oficinas de matemática, práticas esportivas, rodas de conversa, palestras e apresentações, contribuindo para o desenvolvimento social, educacional e emocional de crianças e adolescentes no contraturno escolar.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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