Cuiabá

Audiência pública discute acessibilidade, saúde e direitos das pessoas com deficiência

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A primeira audiência pública itinerante pós-pandemia reuniu centenas de pessoas na Associação Mato-grossense dos Deficientes (AMDE) na noite de segunda-feira (19) para discutir as políticas de acessibilidade e os 40 anos da entidade. Oito vereadores, além do presidente da Câmara Municipal, Chico 2000 (PL), estiveram presentes.
Os principais pedidos&nbspforam por acessibilidade, garantindo o direito de ir e vir, melhor acesso à saúde e a mudança da subsecretaria que atende as pessoas com deficiência da Assistência Social para a sede da Prefeitura de Cuiabá.&nbsp
O presidente da Câmara de Cuiabá, Chico 2000, autor do requerimento desta audiência, destacou alguns projetos que já estão em andamento como o de acessibilidade no entorno da Câmara em parceria com o Tribunal de Contas do Estado (TCE), faixas de pedestres elevatórias e acesso ao mercado de trabalho.&nbsp
“Estamos tentando organizar levar o SINE para dentro da Câmara de Cuiabá e não tenho dúvida que estaremos priorizando a alocação de pessoas com deficiência nas vagas de emprego. Recebi a informação de que há vagas disponíveis na Secretaria da Pessoa com Deficiência em grandes redes de farmácias”, comentou Chico.&nbsp
O presidente da AMDE, Leonildo Rodrigues dos Santos, parabenizou a Câmara e a presença dos vereadores na audiência pública. Na sua fala, ele usou de audiodescrição para que pessoas com deficiência visual pudessem saber como ele é. Durante a audiência, Leonildo também recebeu uma Moção de Aplausos, pelos serviços prestados à sociedade.
“Para nós da associação é uma alegria muito grande tantas autoridades do município em nossa associação. Temos problemas difíceis de serem resolvidos. Sonhamos com uma melhor saúde, educação. Nós, PCDs, já caminhamos o bastante, mas a estrada é longa e temos espaço para caminhar”.&nbsp
O presidente da Fraternidade Cristã de Pessoas com Deficiência de Mato Grosso (FCD), Mario Lúcio Guimarães de Jesus, pediu que os vereadores pudessem intervir de forma política para que a pasta que atende as pessoas com deficiência no município saia da Assistência Social e seja levado para a estrutura do Gabinete do Prefeito.&nbsp
“Nosso lugar é no gabinete de gestão do prefeito, pois as nossas demandas são transversais. Precisamos falar com a saúde, educação, mobilidade urbana, não apenas de assistência social. As pessoas com deficiência não querem assistencialismo, pedimos que a Câmara possa trabalhar isso politicamente com o prefeito, pois não estamos no lugar justo”.&nbsp
A servidora pública e presidente do Conselho Estadual das Pessoas com Deficiência (Coned), Jandira Andrade, parabenizou a Câmara de Cuiabá por discutir a acessibilidade e os 40 anos na AMDE dentro da entidade em respeito às pessoas com deficiência.&nbsp
Ela destacou que ainda há muito para avançar a respeito da acessibilidade nas escolas e nos demais espaços públicos. Rampas, elevadores e pisos táteis são necessidades para que as pessoas com deficiência possam usufruir da igualdade de ir e vir.&nbsp
“No Conselho Estadual temos lutado, avançado ao provocar questões pertinentes. Recentemente conseguimos aprovar o Fundo Estadual da Pessoa com Deficiência, que vai conseguir recursos auxiliar as entidades que atendem a pessoa com deficiência”.&nbsp
Também participaram da audiência pública o secretário municipal de Mobilidade Urbana, Juares Samaniego a secretária adjunta de Educação, Débora Vilar e os vereadores Maysa Leão (Republicanos), Kássio Coelho (Patriota), Luiz Fernando (Republicanos), Demilson Nogueira (PP), Sargento Vidal (MDB), Rogério Varanda (MDB), Dilemário Alencar (Podemos) e Wilson Kero Kero (Podemos).

Secom – Câmara Municipal de Cuiabá

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Dra. Mara cobra transparência e pressiona revisão de tarifas no saneamento de Cuiabá

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Marcely Alves | Assessoria da vereadora Dra. Mara 
A vereadora Dra. Mara (Podemos) participou, na última sexta-feira (24), de uma reunião técnica na Câmara Municipal de Cuiabá e reforçou a cobrança por transparência e equilíbrio na revisão do contrato de saneamento da capital. 
O encontro contou com a presença da presidente da Casa, a vereadora Paula Calil (PL), além de representantes de órgãos e instituições ligadas ao setor.
Participaram da reunião a concessionária Águas Cuiabá, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a agência reguladora e pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso, por meio do Niesa UFMT.
O foco do encontro foi a revisão ordinária do contrato com a Águas Cuiabá, com ênfase nas tarifas de água e esgoto um tema sensível que, segundo a parlamentar, exige respostas claras e medidas concretas.
Durante a reunião, Dra. Mara questionou critérios de cobrança, custos operacionais e a qualidade dos serviços prestados. Para ela, o debate não pode ficar restrito ao campo técnico e precisa refletir a realidade de quem paga a conta todos os meses.
“Não dá para tratar um serviço essencial com superficialidade. As tarifas pesam no bolso da população e precisam ser justificadas com transparência e responsabilidade. Quem paga a conta merece respeito,” afirmou.
A vereadora reforçou o papel do Legislativo no processo. 
“Fiscalizar não é opção, é obrigação. Nosso dever é acompanhar de perto, cobrar e garantir que o interesse da população esteja acima de qualquer contrato,” disse.
Para Dra. Mara, o momento exige mais do que discussões. 
“Não basta reunião, não basta discurso. A população quer resultado: serviço de qualidade e tarifas justas. Quem está na ponta não pode continuar pagando por falhas do sistema, “pontuou.
A presidente da Câmara, Paula Calil, também destacou a importância do debate institucional.
“A Câmara está cumprindo seu papel ao promover esse diálogo. É fundamental garantir transparência e equilíbrio em um tema que impacta diretamente a vida das pessoas,” afirmou.
Ao final, Dra. Mara reforçou que seguirá acompanhando o tema.
“Vamos continuar cobrando. Saneamento não é favor, é direito  e direito precisa ser respeitado,” concluiu.
As discussões devem subsidiar as próximas etapas da revisão contratual, que segue em análise com acompanhamento do Legislativo.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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