Tangará da Serra

FAMTOUR aproxima agências de turismo das experiências de Ecoturismo e Etnoturismo Indígena em Tangará da Serra 

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Ação imersiva realizada em agosto reuniu representantes de 13 agências nas aldeias da iniciativa Menanehaliti, fortalecendo o turismo de base comunitária no município. 

Entre os dias 4 e 6 de agosto, Tangará da Serra foi palco de uma importante ação de promoção e fortalecimento do Ecoturismo e Etnoturismo Indígena com a realização de um FAMTOUR (viagem de familiarização) pelas Aldeias Indígenas Katyalarekwa, Serra Dourada, Oreke, Arara Azul e 2 Cachoeira, integrantes da iniciativa Menanehaliti.

A iniciativa proporcionou a representantes de 13 agências de turismo uma experiência imersiva nas aldeias indígenas, permitindo que os profissionais conhecessem de perto os atrativos, as vivências e os roteiros turístico-culturais desenvolvidos pelas comunidades.

Roteiro de Imersão Cultural e Natural

04 de agosto: Visita às aldeias Katyalarekwa e Serra Dourada.

05 de agosto: Visita contemplando as aldeias Oreke e Arara Azul.

06 de agosto: Encerramento da programação na aldeia 2 Cachoeira.

Durante os três dias de imersão, os profissionais tiveram a oportunidade de interagir com as famílias, testar a infraestrutura disponível e vivenciar todas as atividades oferecidas nos roteiros. Entre as experiências destacadas estão:

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Canto e dança tradicional;

Trilhas nas matas com foco em medicina tradicional;

Pintura corporal;

Prática de jogos tradicionais (peteca, cabeçabol, tidimore, arco e flecha);

Oficinas de artesanato e aprendizado da língua materna (Aruak);

Rodas de histórias ao redor da fogueira à noite;

Flutuação e banho de rio.

Perspectivas de Parceria e Desenvolvimento

Segundo Wilson Pereira, Turismólogo e Secretário Interino de Cultura e Turismo de Tangará da Serra, a ação cumpriu um papel fundamental de integração:

“Mais do que apresentar produtos turísticos, o FAMTOUR buscou aproximar o mercado turístico das comunidades indígenas, possibilitando que as agências conhecessem diretamente as propostas, os modos de vida, os saberes tradicionais e as potencialidades de cada aldeia.”

Para Werika Kezowe, representante da Associação Indígena Comunitária Arara Azul, as expectativas para o futuro são altamente positivas:

“As comunidades agora esperam que o contato estabelecido durante o FAMTOUR possa resultar em novas parcerias comerciais, divulgação dos roteiros e ampliação do fluxo de visitantes, contribuindo para a geração de renda e para o fortalecimento das comunidades envolvidas.”

Valorização e Responsabilidade

A ação representa um passo estratégico para a comercialização do turismo de base comunitária indígena em Tangará da Serra, criando novas possibilidades de parceria entre as comunidades e o setor privado. A aproximação direta com as agências também assegura que os roteiros sejam apresentados aos visitantes de maneira adequada, responsável e plenamente alinhada à realidade e às particularidades de cada território.

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Realização e Apoio Institucional

O FAMTOUR foi uma iniciativa da Associação Indígena Comunitária Arara Azul, realizada com recursos financeiros da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (SECEL/MT).

O projeto contou com o apoio logístico da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDEC/MT), por meio da Secretaria Adjunta de Turismo (SEADTUR), responsável pela cessão da van para o transporte do grupo com saída de Cuiabá, além do suporte técnico da Prefeitura de Tangará da Serra, através da Secretaria de Cultura e Turismo, e da empresa Ícone Consultoria em Turismo.

Assessoria de Comunicação — Prefeitura Municipal de Tangará da Ser

Fonte: Prefeitura Tangará da Serra

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Tangará da Serra

Prefeitura de Tangará da Serra abre Consulta Pública Digital

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População poderá contribuir com sugestões e prioridades para as políticas de prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher

A Prefeitura Municipal de Tangará da Serra instituiu a Consulta Pública Digital para participação e colaboração da população na elaboração do Plano Municipal de Metas 2026–2036 para o Enfrentamento Integrado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. A iniciativa foi formalizada pelo Decreto Municipal nº 420, de 11 de agosto de 2026, assinado pelo prefeito Vander Alberto Masson.

Com a iniciativa, o Município abre espaço para que cidadãs e cidadãos tangaraenses apresentem opiniões, percepções, sugestões, propostas e prioridades que poderão subsidiar a construção do Plano Municipal de Metas, instrumento que deverá orientar as políticas públicas de enfrentamento à violência contra as mulheres pelos próximos dez anos.

“Sua voz ajuda a preservar a vida”

Com o conceito “Sua voz ajuda a preservar a vida”, a campanha busca mobilizar a sociedade para participar ativamente da construção das políticas públicas municipais.

A participação popular é considerada uma etapa oficial do processo de elaboração do Plano e tem como objetivo aproximar o planejamento municipal das necessidades, percepções e prioridades identificadas pela própria população.

O Plano Municipal de Metas 2026–2036 será voltado ao enfrentamento integrado da violência doméstica e familiar contra a mulher, contemplando ações de prevenção, atendimento, proteção, enfrentamento e responsabilização, além de estratégias relacionadas à autonomia econômica e à geração de renda.

Consulta Pública acontece de 26 de agosto a 24 de setembro

De acordo com o Decreto nº 420/2026, o processo de participação social está organizado em duas etapas.

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A primeira, de 11 a 25 de agosto, é destinada à divulgação e mobilização social, com ações de comunicação nos canais oficiais do Município, redes sociais, canais do Gabinete de Políticas Públicas para Mulheres (GPPM), Rede de Enfrentamento, Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM), órgãos integrantes da Rede e meios de comunicação locais.

Já a Consulta Pública Digital será realizada de 26 de agosto a 24 de setembro de 2026, durante 30 dias corridos. Nesse período, o formulário eletrônico permanecerá disponível para o recebimento das contribuições da sociedade.

Como participar

A participação será realizada por meio de formulário eletrônico disponibilizado nos canais oficiais do Município.

O formulário também poderá ser acessado por meio de QR Code nas peças de divulgação da campanha.

A participação é gratuita, voluntária e consultiva, e as contribuições serão utilizadas como subsídio técnico e social para a elaboração do Plano.

Com o que a população poderá contribuir?

O questionário foi estruturado para conhecer a percepção da população sobre diferentes aspectos relacionados à violência contra as mulheres em Tangará da Serra.

Entre os temas abordados estão:

  • percepção sobre a violência contra a mulher no Município; 
  • principais fatores associados à ocorrência da violência; 
  • conhecimento sobre canais de denúncia e busca de ajuda; 
  • avaliação dos serviços da Rede de Atendimento; 
  • dificuldades enfrentadas pelas mulheres para buscar ajuda; 
  • prioridades para prevenção da violência; 
  • atendimento e proteção das mulheres; 
  • emprego, renda e autonomia econômica; 
  • enfrentamento e responsabilização dos autores de violência; 
  • conhecimento da Rede de Atendimento e da Rede de Enfrentamento; 
  • conhecimento sobre o Gabinete de Políticas Públicas para Mulheres (GPPM); 
  • propostas e sugestões da população para o Plano Municipal de Metas. 
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Participação integrada da Rede de Enfrentamento

A Consulta Pública Digital integra oficialmente o processo de elaboração do Plano e será desenvolvida de forma articulada com a Comissão de Elaboração do Plano Municipal de Metas 2026–2036, o Gabinete de Políticas Públicas para Mulheres (GPPM), o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM) e os demais órgãos e entidades integrantes da Rede de Enfrentamento.

A Comissão de Elaboração será responsável pela sistematização das contribuições recebidas, análise da pertinência das propostas e, quando tecnicamente pertinente, integração das contribuições populares ao diagnóstico e às propostas do Plano.

Um Plano construído com participação social

A elaboração do Plano Municipal de Metas 2026–2036 representa uma etapa de planejamento das políticas públicas municipais de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher.

A Consulta Pública amplia esse processo ao permitir que a população participe da definição das prioridades, objetivos, ações, metas e indicadores que deverão orientar o planejamento municipal para os próximos dez anos.

Sua voz ajuda a preservar a vida.

Participe da Consulta Pública Digital do Plano Municipal de Metas 2026–2036.

26 de agosto a 24 de setembro de 2026

Acesse:
https://forms.gle/pkdkrNRW9yKmZBQQ7

Prefeitura Municipal de Tangará da Serra – MT 
Gabinete de Políticas Públicas para Mulheres – GPPM 
Comissão de Elaboração do Plano Municipal de Metas 2026–2036 
Rede Intersetorial de Atendimento à Mulher em Situação de Violência – Rede de Enfrentamento

Fonte: Prefeitura Tangará da Serra

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