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Sorriso recebe certificação do Ministério do Turismo e avança na rota do turismo nacional

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Município integra a região “Portal do Agronegócio”, que engloba cidades com grande potencial turístico

Sorriso recebeu a certificação do Ministério do Turismo (MTur) na categoria B do Mapa do Turismo Brasileiro, destacando-se como destino turístico de relevância nacional.

A certificação do MTur é realizada bienalmente, avaliando critérios como desempenho econômico do turismo, infraestrutura de hospedagem, geração de empregos no setor, fluxo de visitantes e arrecadação de impostos relacionados ao turismo.

O Conselho Municipal de Turismo de Sorriso também foi certificado, evidenciando a organização e a efetividade das políticas públicas voltadas ao setor. Em reunião realizada em janeiro de 2025, foram discutidas estratégias para impulsionar o turismo local, como o monitoramento do fluxo turístico e a elaboração de um calendário de eventos.

De acordo com o Mapa do Turismo Nacional, o Brasil possui 353 regiões turísticas, que são compostas por 2.693 municípios. Mato Grosso, por sua vez, está inserido em 15 regiões turísticas, com um total de 62 municípios. Sorriso integra a Região “Portal do Agronegócio”, que engloba cidades com grande potencial turístico e de desenvolvimento econômico.

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Nelson Eduardo Pereira, secretário adjunto de Turismo de Sorriso, destaca a importância da certificação: “Atualmente, o nosso município está na categoria B da classificação do Mapa do Turismo, o que evidencia o nosso potencial turístico, um patamar alcançado por poucas cidades do país.”

A inclusão no Mapa do Turismo permite que Sorriso acesse recursos do Fundo Geral de Turismo (FUNGETUR), destinados ao financiamento de projetos que promovam o desenvolvimento do turismo. Esses recursos podem ser utilizados tanto pela iniciativa pública quanto a privada para aprimorar a infraestrutura turística, capacitar profissionais e realizar eventos.

É essencial que os profissionais do turismo se cadastrem no CADASTUR, sistema de cadastro de prestadores de serviços turísticos. O registro no CADASTUR confere legitimidade e visibilidade aos profissionais, além de ser requisito para acessar benefícios e participar de programas voltados ao setor. O cadastro pode ser feito na Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Sorriso, localizada anexa ao Centro de Eventos Ari José Riedi, no bairro Rota do Sol.

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Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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