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Sorriso articula com Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação para estruturar ecossistema do Parque Tecnológico

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Reunião técnica fortalece planejamento do ecossistema que integrará empresas, universidades e startups

Na manhã desta terça-feira (18/11), a secretária adjunta de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Sorriso, Cristiane Santos, participou de uma reunião online, na sala de reuniões da SEMDET, com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para discutir a estruturação do ecossistema do Parque Tecnológico Luiz Giroletti. O encontro foi organizado a pedido da ministra Luciana Santos, com o objetivo de alinhar diretrizes e receber orientação técnica para consolidar a infraestrutura de inovação no município.

Pela equipe do MCTI, estiveram presentes Carlos Alberto de Matos, coordenador de Ambientes Inovadores e Startups, e Paula DeLuca de Moura, analista em Ciência e Tecnologia na carreira de Gestão, Planejamento e Infraestrutura em C&T. Ambos contribuíram para guiar os próximos passos na construção de um ambiente robusto para pesquisa, startups e cooperação com o setor privado.

Para Cristiane Santos, a reunião foi estratégica. “É fundamental que o ecossistema do Parque Tecnológico de Sorriso seja bem estruturado, robusto, encorpado, para garantir o funcionamento efetivo do parque. Não basta ter infraestrutura física. É preciso que todos os elementos, universidades, empresas, laboratórios, startups, estejam interligados e funcionando”, disse.

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O Parque Tecnológico Luiz Giroletti, previsto para ocupar cerca de 100 hectares, já vem sendo planejado pela Prefeitura com foco em tecnologia da informação, agricultura de precisão e pesquisa agroalimentar.

Segundo as diretrizes municipais, o espaço abrigará laboratórios de pesquisa, campos experimentais para culturas agrícolas e áreas destinadas a instituições de ensino, startups e empresas inovadoras.

A secretária adjunta enfatizou que, para o Parque se tornar operacional, é necessário mais do que prédios, “precisamos garantir que os serviços oferecidos, incubadoras, laboratórios compartilhados, apoio a startups, tenham governança, financiamento e parcerias sólidas desde a concepção”.

Além disso, o município já vem avançando em obras. Parte dos 100 hectares está sendo demarcada para arruamento, limpeza e preparação de terrenos, com previsão para abrigar tanto instituições de ensino quanto estruturas de pesquisa.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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