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Secretária adjunta cumpre agenda em Brasília em busca de apoio para Parque Tecnológico de Sorriso

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Entre os dias 24 e 26 de fevereiro, a secretária adjunta de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Sorriso, Cristiane Santos, cumpriu agenda institucional em Brasília com o objetivo de buscar apoio e recursos para o avanço do Parque Tecnológico Luiz Giroletti, considerado um dos grandes projetos para o futuro econômico do município.

Durante a visita à capital federal, Cristiane se reuniu com representantes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social para apresentar o projeto e discutir possibilidades de apoio financeiro para a implantação da estrutura. A proposta prevê inicialmente as obras da sede administrativa do parque, que será construída em etapas.

O Parque Tecnológico Luiz Giroletti foi projetado para transformar Sorriso em um polo de inovação voltado ao agronegócio, conectando tecnologia, pesquisa e empreendedorismo. O complexo será implantado em uma área de cerca de 100 hectares e deverá abrigar laboratórios de pesquisa, campos experimentais, incubadoras de startups e espaços voltados ao desenvolvimento de soluções tecnológicas para o setor produtivo.

Além das agendas técnicas, a secretária também esteve no Palácio do Planalto, onde apresentou o projeto e buscou sensibilizar representantes do governo federal para a importância da iniciativa, que pretende fortalecer a inovação no agronegócio e atrair investimentos para o município. “A nossa missão em Brasília foi apresentar o potencial do Parque Tecnológico e mostrar que Sorriso está preparada para dar um novo salto de desenvolvimento, conectando produção agrícola com tecnologia e inovação. Estamos trabalhando para viabilizar parcerias e recursos para tirar esse projeto do papel”, explicou Cristiane.

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Durante a agenda, a secretária adjunta também se reuniu com o deputado federal Coronel Assis, que manifestou apoio e afirmou que terá um olhar atento para os projetos do município. O parlamentar também apresentou um projeto de capacitação técnica profissional que deverá contemplar Sorriso nos próximos meses, ampliando oportunidades de qualificação para a população.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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