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Saúde divulga dados atualizados de arboviroses

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De 1.º de janeiro até o momento, Sorriso registrou oito casos de dengue e dois de Chikungunya, não houve registros de zika. E, para que tudo continue assim, com números baixos, é essencial o cuidado para garantir a eliminação de criadouros de Aedes aegypti. O mosquito, vale lembrar, é vetor de arboviroses como dengue, chikungunya e zika vírus, cujos dados são rotineiramente monitorados pela Semsa.

Os dados atualizados divulgados nesta manhã, 19 de fevereiro, integram o relatório do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs) e constam no Sistema Sinan On-line.

Conforme a coordenadora de Vigilância em Saúde Ambiental, Claudete Damasceno, esse é o momento ideal para a população dar uma geral no quintal de casa e também na empresa. “Estamos no período chuvoso, é necessário eliminar criadouros nesse momento e manter esse olhar de forma contínua”, aconselha. “Não temos pico de arboviroses, não há procura elevada e queremos manter dessa forma”, reforça.

Fase aguda e crônica

“Precisamos lembrar que além da fase aguda a chikungunya apresenta uma fase crônica em que o paciente continua sentindo muita dor por um longo tempo”, frisa o médico e secretário de Saúde, Vanio Jordani. “Há pessoas que continuam sentindo dores por mais de seis meses”, destaca o profissional.

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Caso suspeite ter contraído ou apresente sintomas de qualquer uma das arboviroses, a recomendação é procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS). É lá que a população recebe o atendimento clínico e a orientação correta sobre como agir.

Eliminando criadouros

E a melhor forma de eliminar e evitar a doença é evitar que o mosquito nasça. “Como todo mundo já sabe a água parada – suja ou limpa; é o local ideal para disseminação de criadouros do Aedes aegypti, o tal mosquito transmissor da dengue, zika vírus e Chikungunya”, pontua o gestor. Para evitar situações assim, as equipes da Vigilância em Saúde Ambiental estão diariamente na rua realizando trabalho de instrução e alerta.

E em cada visita, seja em comércios, pontos estratégicos (PEs) ou residências em que são detectados criadouros, as larvas são coletadas e testadas para o Aedes e o criadouro eliminado. Quando a suspeita se confirma os responsáveis são comunicados para que possam monitorar o surgimento de casos de dengue e realizar o pente fino eliminando outros possíveis criadouros que tenham passado despercebidos.

Hoje os principais problemas identificados pela equipe da Vigilância Ambiental são a água servida, aquela oriunda de esgoto doméstico ou empresarial e a sujeira nas bocas de lobo, situações propícias para a proliferação do mosquito.

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Cuidando de casa

A orientação é que toda a semana a população tire dez minutos semanais para dar aquela conferida no espaço onde vive ou trabalha. A recomendação é evitar acúmulo de lixo, que além do Aedes aegypti também pode esconder animais peçonhentos como cobras, ratos, aranhas, escorpiões, dentre outros.

Denúncias

Vale reforçar que para quem identificar situações com criadouros ou com suspeita, água servida descartada na rua e descarte de lixo em locais inapropriados, a recomendação é procurar a equipe técnica. As denúncias também podem ser realizadas diretamente ao Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) pelo número (66) 99927-2611.

Coleta de resíduos sólidos

Sempre é bom ficar de olho no calendário de coleta de resíduos sólidos – confira aqui o calendário de limpeza urbana de 2026, em que são recolhidos móveis e eletrodomésticos velhos e inservíveis; assim como restos da limpeza de jardins que incluem folhas e restos vegetais que podem servir como criadouro de insetos e animais peçonhentos, como a grama quando é cortada. O recomendado é descartar o material seguindo corretamente o calendário, evitando assim a formação de possíveis criadouros para o Aedes aegypti e outros animais peçonhentos.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Mães atípicas são celebradas pela Casa Aconchego

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Mulheres partilham vivências e desfrutam de momentos de autocuidado

Um corre-corre: levar nas terapias, cuidar da casa, fazer almoço, auxiliar nas atividades escolares. Assim é a rotina da Alda Lemes, mãe do Pedro, de 9 anos. Além daquelas funções que toda mãe já pode colocar no currículo multifuncional, o “maternar” da Alda exige ainda uma dedicação há mais. Desde 2019, quando ficou viúva, é ela que acumula todos os cuidados com o Pedro, que tem Síndrome de Down, Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e também está no Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Na tarde desta quarta-feira (27 de maio), na Casa Aconchego, Alda pode relaxar, bater um papo agradável com outras mulheres que partilham rotinas semelhantes e reforçar o pertencimento ao grupo das mães atípicas, como são chamadas atualmente estas mulheres que cuidam de filhos que demandam acompanhamento constante e adaptações na rotina familiar.

“Geralmente dizemos ‘eu sei o que está passando’ quando ouvimos relatos assim, mas não é verdade… nós podemos até imaginar, mas só quem vive essa realidade é que tem propriedade para afirmar isso, e aqui, na Casa Aconchego, estamos de portas abertas, não apenas para ouvir, mas também para auxiliar estas e tantas outras mulheres”, afirmou a secretária da Mulher e da Família (Semfa) e primeira-dama de Sorriso, Mara Fernandes, durante o café da tarde realizado especialmente para as mães atípicas.

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Além do momento de diálogo, troca de vivências, e muita confraternização, as mães atípicas puderam também saborear um café da tarde especial, desfrutar de ações de autocuidado, com alongamento, massagem e maquiagem. Para embalar estes momentos? Música ao vivo e um divertido sorteio de brindes. Bom né? Pois é, as secretarias de Saúde; Esporte, Lazer e Juventude; e Cultura; assim como empresas locais, foram parceiras da Semfa para viabilizar a tarde de estímulo ao autoamor destas mulheres.

Na oportunidade, a secretária apresentou a equipe multidisciplinar que trabalha na Casa Aconchego, além de também detalhar as ações realizadas em outras unidades ligadas à Semfa, como o Armazém Social, e nas Salas Lilás.

Além do suporte às mães e às famílias atípicas, é na Casa Aconchego que também são acolhidas as mulheres, bem como as famílias, que sofrem com a violência doméstica. “Momentos como este, com a Casa cheia, movimentada, nos ajudam a apresentar o trabalho que fazemos, ampliar o alcance das ações, e, mais que isso, poder ajudar mais mulheres e amparar mais famílias”, destacou a secretária.

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A Casa Aconchego funciona na Avenida Curitiba 3445, no Bairro Bom Jesus. A unidade abre as portas de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h. Mais informações? Só entrar em contato pelo 3545-4779.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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