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Região do Monte Líbano será contemplada com escola municipal

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Unidade foi viabilizada graças a convênio entre a Prefeitura e o Governo Federal, com investimento superior a R$ 13 milhões

Segue para o Departamento de Licitação nesta segunda-feira (24 de março), o projeto, bem como as planilhas orçamentárias, para a construção de uma escola na região do Bairro Monte Líbano, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Com convênio junto ao Governo Federal de R$ 12.601.998,08, e contrapartida do Município de R$ 685.625,93, ao todo, a unidade escolar representa um investimento de R$ 13.287.624,01.

“Ofertar mais salas de aula é fundamental para que possamos seguir expandindo o acesso à educação pertinho da casa de nossos alunos, o que torna ainda mais agradável e confortável o ir e vir da escola”, destaca o prefeito Alei Fernandes.

Com 4.112,50 m², a unidade será erguida em uma área total de 6,4 mil m², e abrigará 13 salas de aula, quadra poliesportiva, salas de reuniões/ professores, sala de orientação, sala de coordenação, sala da direção, banheiros (masculinos, femininos e adaptados para pessoas com deficiência – PCD), cozinha, despensa, lavanderia, depósitos (para materiais de limpeza e para materiais esportivos), copa, cozinha, refeitório, bebedouros, biblioteca, salas multiuso, sala de recursos multifuncionais, pátio coberto e playground.

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A unidade segue o padrão do FNDE e o projeto foi adaptado pela equipe técnica da Secretaria da Cidade. “Organizamos todo o projeto, adaptamos às características do terreno e elaboramos todas as planilhas orçamentárias”, informa o secretário da Cidade Jan Assad Lahamm.

A expectativa é que a nova unidade possa atender mais de 900 alunos, com turmas nos períodos matutino e vespertino, ou então 455, em período integral. A partir de agora, o Departamento de Licitação dará sequência ao processo para que seja definida a empresa que construirá a unidade escolar.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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