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Prefeito autoriza aquisição de 25 hectares para projetos habitacionais em Sorriso

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Próximo ao Residencial Mário Raiter

O prefeito Ari Lafin, sancionou na última quinta-feira (28), a Lei 3.491, que autoriza a compra de 25 hectares para a implantação de Projetos habitacionais do Programa Minha Casa Minha Vida-Faixa I, que atende famílias de baixa renda em Sorriso. Serão destinados o equivalente a R$ 31 milhões de reais para a aquisição de bem imóvel pagos em cinco parcelas, que começa a ser amortizado em maio de 2024, de forma anual, até maio de 2028.

O valor da aquisição do terreno foi divido em parcelas da seguinte forma e prazos:

1ª parcela de R$ 7 milhões no dia 30 de maio de 2024

2ª parcela de R$ 6 milhões no dia 30 de maio de 2025

3ª parcela de R$ 6 milhões no dia 30 de maio de 2026

4ª parcela de R$ 6 milhões no dia 30 de maio de 2027

5ª parcela de R$ 6 milhões no dia 30 de maio de 2028

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O terreno localizado próximo ao Residencial Mário Raiter, será destinado à faixa I do MCMV, que beneficia famílias com renda bruta mensal de até R$ 2640,00, tendo como prioridade os cadastrados no Programa Bolsa Família e no Cadastro Único (CadÚnico). Segundo o Sistema Municipal de Habitação, o Município tem cerca de 8 mil famílias cadastradas nessa faixa.

“O município de Sorriso conta com dois programas habitacionais em andamento em parceria com o Governo do Estado e Governo Federal, são eles, a construção de 1.040 apartamentos, divididos em quatro condomínios em locais separados e um conjunto habitacional com mais 50 casas, que serão construídas próximo ao bairro União”, destacou o coordenador de Habitação, Brendo Braga.

Brendo ressalta que mais uma etapa foi concretizada para a vinda de mais moradias para Sorriso, já que a compra da área é um dos requisitos principais exigidos para a concretização de projetos habitacionais. Partindo dessa premissa, o Município vai apresentar ao Governo Federal a área proposta para receber as edificações, depois dessa etapa, fica a cargo do Governo Federal analisar se aprova ou não a destinação de mais casas para Sorriso.

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O prefeito Ari Lafin, destaca que os programas de interesse social têm o objetivo de diminuir a desigualdade habitacional no Município. E que, somente em 2023, ele, a secretária de Assistência Social e primeira-dama, Jucélia Ferro e o coordenador de Habitação, Brendo Braga, foram a Brasília três vezes pleitear junto ao Governo Federal a necessidade de que Sorriso precisa de mais moradias devido ao crescimento exponencial apresentado nos últimos anos.

“Conseguimos cumprir essa etapa, que é a compra do terreno e agora cabe ao Governo Federal a liberação da construção dessas moradias. Com o crescimento que Sorriso tem apresentado de quase 20% ao ano, há, também, a necessidade de mais moradias. E a viabilização desses programas habitacionais vai proporcionar a muitas famílias que hoje moram de aluguel, o sonho da casa própria, um lar para chamar de seu”, frisa.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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