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Politec de Sorriso terá Sala Lilás para atendimento de mulheres vítimas de violência sexual e familiar

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Atendimento humanizado para mulheres vítimas de violência sexual e familiar

Oferecer um atendimento humanizado, e com isso evitar que mulheres vítimas de violência sexual e familiar revivam o trauma enfrentado. Essa é a finalidade da Sala Lilás, inserida no projeto descritivo da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) de Sorriso.

As alterações no projeto foram debatidas nesta sexta-feira (18), durante reunião entre a diretoria da instituição, representantes da Administração Municipal e do Legislativo e de membros do Conselho Comunitário de Segurança Pública (Conseg).

Segundo o diretor geral da Politec em Mato Grosso, Rubens Okada, a previsão é de que sejam investidos em torno de R$ 5,8 milhões na edificação do novo espaço e na aquisição de mobilhas.

“A intenção é oferecer uma melhor condição de trabalho ao servidor e mais comodidade para todos aqueles que buscam pelo atendimento da Politec. Concomitantemente, estamos analisando a contratação de assistentes sociais e psicólogos para atuarem a frente dos atendimentos que exigem maior atenção”, afirmou Okada ao enaltecer o empenho da Administração Municipal nas tratativas que resultaram na doação da área onde será construída a nova sede da Politec.

“A Prefeitura de Sorriso tem sido uma grande parceira do Estado, assim como o Poder Legislativo e o Conseg, que aliás é muito ativo. Espero contar com o apoio dos senhores diante das próximas etapas do projeto”, disse.

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Atendendo a um pedido do diretor, o prefeito Ari Lafin antecipou que irá encaminhar um projeto de lei à Câmara, solicitando autorização para que o Município realize a terraplanagem do terreno.

“A Politec de Sorriso atende outros cinco municípios da região. Seja com exames de corpo de delito, em casos de violência doméstica, ou em situações mais complexas como a necropsia, a instituição exerce papel muito importante na vida de milhares de pessoas. Em virtude disso, estamos dispostos a oferecer o apoio necessário para dar celeridade ao projeto”, garantiu Lafin.

Também participaram da reunião, os secretários municipais José Carlos Moura (Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil), Hilton Polesello (Governo), dos vereadores Celso Kozac, Maurício Gomes, Jane Delalibera, Diogo Kriguer e Zé da Pantanal, o presidente do Conseg, Gilvano Ávila, além da diretoria e da gerente local da Politec, Aline Vieira Rodrigues.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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