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Em 20 dias, PSE contabilizou 569 doses aplicadas em unidades escolares

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Visando reforçar a proteção do âmbito escolar e familiar

Equipes da Atenção Primária à Saúde dos PSFs Centro Sul, Jardim Amazônia, União, Jardim Itália e Caravágio, juntamente com o Setor de Imunização, realizaram uma nova etapa de vacinação nas escolas da rede municipal. Desenvolvida por meio do Programa Saúde na Escola (PSE), a ação ocorreu entre os dias 6 e 26 de junho e resultou na aplicação de 569 doses, contemplando tanto a vacina contra a gripe quanto a atualização do calendário vacinal infantil.

Um dos focos do PSE é a realização de ações educativas e de conscientização sobre a importância da vacinação, além de identificar e reduzir o número de não vacinados. A vacinação nas escolas é mais uma estratégia para ampliar a cobertura vacinal, principalmente do público infantil, considerado um dos mais vulneráveis a internações e complicações graves causadas pela gripe.

Segundo a secretária municipal de Educação, Adriana Reichert, a parceria entre Saúde e Educação fortalece a cultura da prevenção desde a infância. “Além das visitas, as equipes seguem com ações de verificação e atualização do esquema vacinal nas escolas para garantir que nossas crianças estejam protegidas e com a caderneta em dia”, destaca.

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O relatório feito pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS) aponta que a Escola Jardim Amazônia foi a que registrou o maior número de doses aplicadas, com 157 imunizações realizadas no dia 13 de junho. Em seguida, aparece o CEMEIS Jardim Amazônia, com 145 doses aplicadas no dia 24. Já o CEMEIS Antônio Santo Cappellari vacinou 68 crianças no dia 26 de junho, seguido pelo CEMEIS Pingo de Amor, com 57 doses no dia 25. A Escola Municipal de Caravágio também foi contemplada com a ação, totalizando 19 vacinas aplicadas no início do mês. Por fim, a E. M. I. Professora Geni Terezinha Forgiarini aplicou 48 doses na mesma data.

Segundo a coordenadora da Central de Imunização, Kátia Dal Prá, a ação seguirá em outras escolas do Município, levando imunizantes até o ambiente escolar, facilitando o acesso para as famílias e contribuindo para o cumprimento do calendário vacinal.

“O Programa Saúde na Escola é uma ponte entre a saúde e a educação. Com essas ações, conseguimos ampliar o acesso à vacinação, prevenir doenças e promover saúde, pois além das aplicações, as equipes também orientam sobre a importância da caderneta atualizada e reforçam a comunicação com os responsáveis”, afirmou.

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Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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