Sorriso

Curso com recursos do Promic 2022 forma 12 escultores

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Aulas ocorreram na Área Verde Central, aos sábados

O dia 31 de março marcou o encerramento do curso capacitação e formação de escultores e restauradores, promovido pelo artista Moses Marques, por meio do Programa Municipal de Incentivo à Cultura (Promic), na Etapa Festival da Cultura 2022.

O projeto, do proponente Moisés Antônio Marques, foi selecionado pelo Conselho Municipal de Políticas Culturais na câmara temática setorial de Patrimônio Cultural e Literatura. O curso ofereceu aos alunos habilidades específicas técnicas, bem como conhecimentos teóricos para a realização de trabalhos nas áreas de conservação e restauração de obras de arte, assim como a escultura de objetos artísticos no âmbito específico do patrimônio cultural.

“Foi maravilhoso, um grande aprendizado, um excelente professor, um grande artista, estou realizada e muito feliz”, destacou a artesã Iolanda Lourenço Pereira Klauck, uma das 12 alunas que concluíram a formação.

E, além da técnica, há um “algo a mais” envolvido neste processo. “Meus alunos são como filhos”, afirmou, orgulhoso, o mestre, ao complementar que o curso superou as expectativas. “O intuito do trabalho foi relevar novos talentos, aplicando técnica, mas sempre respeitando a essência natural do Criador, pois a arte é a essência do Criador que habita em nós”, destacou, externando gratidão aos alunos e desejando sucesso nesta nova fase cultural de Sorriso.

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“Gratificante, emocionante e incentivador ver resultados como este, que sim, vão ajudar a compor novos cenários, e mais que isso, continuar construindo a identidade cultural de Sorriso”, destaca a secretária de Cultura, Turismo e Juventude, Marisa Netto.

Para o prefeito Ari Lafin, o Promic é uma importante ferramenta para incentivar nossos artistas e sim, produzir arte genuinamente sorrisense. “Ter nossa história, nossa realidade e nossa vida retratadas por nossos artistas, seja na música, nas artes plásticas, no teatro, no audiovisual, reforça nosso amor por nossa terra, por nossa gente e isso é fator determinante para nosso desenvolvimento, tendo muito claro ‘quem somos’, ‘para onde vamos’, sempre lembrando de ‘onde viemos’”, reforçou o gestor, colocando como próximo desafio a produção de grandes esculturas.

As aulas foram ministradas sempre aos sábados, de novembro do ano passado até março deste ano, em um local naturalmente relaxante e potencialmente criativo, no espaço pedagógico do Marco Zero, na Área Verde Central.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Sorriso

Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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