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Ação na Mário Raiter vai melhorar a mobilidade em toda a região central

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Prefeitura promove uma reforma geral da via, que, futuramente, poderá ser ligada à Avenida Rio Grande do Sul

O trabalho de revitalizar a Avenida Mário Raiter (a Perimetral do CTG), vai além de garantir uma camada de pavimentação novinha no trecho entre a Avenida Luiz Amadeu Lodi e a Rua Bené. Desde o dia 25 de maio, equipes da Prefeitura, via Secretaria de Obras e Serviços Públicos (Semosp), seguem atuando no local. “A capa asfáltica foi arrancada e, nesta etapa, estamos retirando todo o material orgânico que estava sob a via”, informa o secretário de Obras e Serviços Públicos, Milton Geller.

E neste trabalho, detalha Geller, as escavações, que chegam a até quatro metros, estão resultado na retirada de muitos resíduos que atrapalhavam, e muito, a drenagem no local. “Encontramos até troncos de árvores no meio deste material, e, a partir de toda esta limpeza, faremos o aterro com os materiais adequados, garantindo assim qualidade do sistema de drenagem e qualidade do asfalto que será colocado”, acrescenta.

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A estimativa é que a empreitada, feita com equipes próprias, resulte na aplicação de mais de R$ 2 milhões em materiais. A intervenção deve ser concluída nos próximos dois meses. Pois bem. Mais que deixar um trecho da Mário Raiter 100% renovado, com a instalação de todo o sistema de drenagem e a pavimentação feitos “do zero”, a ação da Prefeitura também vai resultar em muito mais mobilidade em toda a região.

A recuperação deste trecho da Mário Raiter, e de vias bem próximas a ela, vai também, futuramente, poder permitir um novo acesso à Avenida Rio Grande do Sul. Isso mesmo, com a intervenção, será possível acessar a Mário Raiter a partir das ruas Vinícius de Moraes, Cuiabá, e também da Travessa Felicidade, por meio da abertura de uma nova rua. Esta nova rua, em uma intersecção com rotatória na Mário Raiter, poderá ser estendida até uma outra nova rotatória, que aí, dará acesso à Avenida Rio Grande do Sul. Para tanto, há todo um trâmite legal ainda a ser cumprido, mas a possível intervenção, que facilitará o tráfego na região, já está projetada.

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“Cuidar da mobilidade, cuidar da qualidade das vias, além de desafogar o trânsito, resulta diretamente na qualidade de vida das pessoas, que conseguem chegar mais rápido a seus destinos e, principalmente, em segurança”, completa o prefeito Ari Lafin, mostrando que este mesmo cuidado também resultou no prolongamento da Rua Iguaçu, na Zona Leste da cidade.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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