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Abertas inscrições para a 1.ª Conferência Intermunicipal do Meio Ambiente

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Evento é organizado pelo Cidesa e tem como tema central a “Emergência climática: o desafio da transformação ecológica”

Interessados em participar da 1.ª Conferência Intermunicipal do Meio Ambiente (1.ª CIMA) já podem realizar a inscrição nesse link. Promovida pelo Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental Alto Teles Pires (Cidesa), a 1.ª CIMA traz como tema central “Emergência climática: o desafio da transformação ecológica”. O evento será no campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT), polo de Sorriso, no dia 7 de novembro. A inscrição é gratuita e gera certificado de oito horas.

O secretário-adjunto de Agricultura, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia (Samatec) de Sorriso, Juliano Mezzalira, pontua que a meta para o dia 7 é a construção de propostas que visam enfrentar os desafios climáticos, além de eleger delegados que representarão os municípios do Consórcio na etapa estadual. As propostas priorizadas serão encaminhadas para a Comissão Organizadora Estadual e serão debatidas na Conferência Estadual, etapa que também precede o evento nacional. Qualquer pessoa acima de 16 anos pode participar.

“A Conferência Intermunicipal é a etapa inicial para que os municípios possam participar da 5ª Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA)”, explica Juliano. As rodadas de conversas em todo o país para levantar propostas para o encontro nacional vão até maio de 2025.

Na região, de acordo com o Cidesa, a rodada inicial foi organizada de forma conjunta para que os municípios tenham maior participação.

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“Estamos realizando a 1ª Conferência Intermunicipal sobre o meio ambiente através do Cidesa para que os municípios que fazem parte do consórcio tenham maior participação e nos ajudem a alcançar os objetivos para a 5ª Conferência Nacional do Meio Ambiente”, ressalta o presidente do Cidesa e prefeito de Lucas do Rio Verde, Miguel Vaz Ribeiro.

Cinco eixos temáticos nortearão o debate regional e também em todo o país. Confira:

Eixos Temáticos

1- Mitigação: Redução de emissões nos setores de agricultura, energia, indústria, transporte, floresta, entre outros

2- Adaptação e Preparação para Desastres: Meios de enfrentamento e redução de danos pelos impactos das mudanças climáticas

3-Justica Climática: Superação das desigualdades. Crianças e adolescentes, idosos, gênero, racismo ambiental, direitos dos animais

4-Transformação Ecológica: Pesquisa, desenvolvimento tecnológico, bioeconomia, transição energética, economia verde e estratégias para a mudança de sistemas econômicos e sociais para um sistema de baixo carbono

5-Governança e Educação Ambiental: Construção de valores socioambientais, participação e controle social

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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