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Projetos apresentados durante congresso recebem reconhecimento por estratégias de melhorias na saúde

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Três projetos foram apresentados durante a 18º Mostra “Aqui tem SUS”, que aconteceu dentro do 37º Congresso Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). O evento realizado em Goiânia (GO), entre os dias 16 a 19 de julho, reuniu representantes das secretarias de saúde de todos os municípios do país. Com o tema “O SUS que falta no Brasil”, teve como pauta central a integralidade no SUS, que busca possibilidades e estratégias de fortalecimento.

Sinop apresentou neste congresso três experiências que foram certificadas, por terem sido selecionadas entre os municípios que se destacaram em estratégias de saúde. Um deles o projeto “Sensibilizar – uma estratégia de implantação da PICS”, de autoria de Patrícia Kamitami e Ana Paula Muller. “Me sinto lisonjeada de ter dividido a nossa experiência de implantação das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde. Foram dias de muito aprendizado, pude participar de mesas de debates com pessoas renomadas, como Eugênio Vilaça, Ricardo Burger Ceccim, Alcindo Ferla e prestigiar a ministra da saúde, Nísia Trindade. Com certeza participar de um evento desse é intensificar o amor pelo SUS, é ouvir pessoas que ajudaram o nascimento do SUS, não tem como não se emocionar. Levo todas essas experiências pra semear no nosso SUS”, enfatizou Kamitami, que é enfermeira e Coordenadora da CIES.

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O trabalho “O pré-natal psicológico como instrumento de humanização na gestação de alto risco”, é de autoria de Glaucia Gomes, Maria das Graças, Maria Rubia e Debora Santos. “Saber que a nossa experiência poderá ser multiplicada por muitos municípios que a conheceram, promove um sentimento de partilha e do quanto valeu a pena essa participação. O evento proporcionou experiências fundamentais e resgatou dois temas base para um SUS consolidado, que é a humanização dos serviços e a intersetorialidade. Volto para casa com alegria no coração, com o desejo de melhorar a experiência apresentada, e atender sempre à gestante de alto risco com humanidade, contribuindo desta forma com a valorização da Saúde no município”, enalteceu a psicóloga, Glaucia Gomes por ter participado do congresso.

E o terceiro projeto é de autoria da secretária de saúde, Daniela Galhardo e Coronel Jean Oliveira, que é a “Central Regional de Regulação de Atendimento Pré-Hospitalar Móvel”. Um projeto em conjunto com o 4º Batalhão de Bombeiros Militar, onde uma equipe (médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem) atua dentro da viatura, para realizar procedimentos como, administração de medicamentos, intubação e análise clínica da vítima, aumentando a sobrevida dos pacientes.

Daniela Galhardo, destacou que o Congresso, considerado o maior evento de gestão da saúde pública da América do Sul, oferece oportunidade para que gestores e servidores do SUS, possam trocar experiências e mostrar os trabalhos desenvolvidos em cada cidade. “É uma honra muito grande para Sinop, ter tido três projetos selecionados para a etapa nacional. Isso só mostra nosso potencial e que estamos no caminho certo. É muito importante mostrar nossos trabalhos para os demais municípios do Brasil, poder contribuir e ainda adquirir novos conhecimentos para serem aplicados na nossa saúde. Uma conquista que devemos ao prefeito Roberto Dorner, que investe na saúde, na capacitação e na busca por melhorais”, pontuou Galhardo.

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O evento contou com programação extensa de atividades e palestras com autoridades da saúde, como da Ministra da Saúde, Nísia Trindade. E participação de representantes do Conselho Nacional de Representantes Estaduais (CONARES), Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS) e Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso (Cosems). Ainda na ocasião, foi eleita a nova diretoria do Conasems para mandato de um biênio e escolhida a cidade sede do Congresso de 2024, o qual acontecerá em Porto Alegre.

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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Programação do VIII SIMAMCA encerra hoje (13) em Sinop com debates sobre conservação ambiental e ciência cidadã

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e em parceria com instituições de ensino e pesquisa, acompanha, hoje (13), o encerramento da programação do VIII Simpósio da Amazônia Meridional em Ciências Ambientais (SIMAMCA).

Com o tema “Conexões Amazônicas: Ciência, Biodiversidade e Sustentabilidade”, o evento – considerado o maior da área em Mato Grosso – reuniu, ao longo da semana, pesquisadores, estudantes, gestores públicos e representantes de diversas instituições para discutir os desafios e as oportunidades relacionados ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.

O encontro teve início na última quarta-feira (10), no Centro de Eventos Dante de Oliveira. Ao longo dos dias, foram promovidos debates sobre ciência, inovação, formação de recursos humanos, conservação ambiental, biodiversidade, mudanças climáticas, desenvolvimento regional, políticas públicas e integração entre instituições de pesquisa.

Para o coordenador do VIII SIMAMCA, Domingos Rodrigues, o evento tem papel estratégico. “Hoje o SIMAMCA é o maior evento de ciências ambientais do Estado de Mato Grosso. Cada ano ele tem uma temática diferente e, neste ano, trabalhamos as ‘Conexões Amazônicas’. Juntamos instituições que fazem pesquisa e formação de recursos humanos para fortalecer cada vez mais a região de Sinop com pesquisa de qualidade e expertise”, destacou.

Segundo ele, a posição estratégica de Sinop contribui para atrair pesquisadores e investimentos em ciência e tecnologia. “A região de Sinop, por essa pujança que tem, precisa cada vez mais unir a produção com a ciência e também com a tecnologia. O agronegócio é muito tecnológico e também depende das questões ambientais para manter sua produtividade”, acrescentou.

Cooperação científica

Entre os participantes da programação esteve o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Henrique Pereira, que destacou a relevância do simpósio para a integração científica na região amazônica. “O SIMAMCA é um seminário que abrange toda a região da Amazônia Meridional para o tema de ciências ambientais. Há uma forte relação entre essa temática, a região e a missão do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia”, afirmou.

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Além da participação no evento, o dirigente também cumpriu agenda voltada ao fortalecimento da cooperação técnica e científica entre o INPA e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

O pesquisador do INPA, William Magnusson, ressaltou a importância da integração entre programas de pós-graduação e grupos de pesquisa. “Hoje em dia você não faz ciência individual. As mudanças no conhecimento vêm do trabalho em conjunto com muitas pessoas e pesquisadores de áreas diferentes. É só quando as pessoas comuns têm essas informações em mãos que a ciência, ou a atuação da ciência, vai avançar”, pontuou.

Último dia da programação

A programação deste sábado (13) inicia com uma palestra sobre ciência cidadã na Amazônia, conduzida pela professora Dra. Antonia do Socorro Pena da Gama, da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) e do Instituto SAPOPEMA. A apresentação abordará aprendizados, desafios e oportunidades para a participação da sociedade na produção do conhecimento científico.

Na sequência, o professor Dr. Fabio de Oliveira Roque, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), discutirá a inclusão interseccional como princípio para programas de pesquisa em biodiversidade.

Outro destaque da manhã será a mesa-redonda voltada às ações de conservação na Amazônia, reunindo representantes de organizações, universidades e órgãos ambientais. O debate abordará experiências relacionadas à Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, iniciativas de conservação e desenvolvimento sustentável promovidas pelo Imazon, os desafios das unidades de conservação da Amazônia Legal e as estratégias adotadas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) para fortalecer áreas protegidas na Amazônia mato-grossense.

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Especialistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) apresentarão discussões sobre financiamento da pesquisa científica, biodiversidade, serviços ecossistêmicos e políticas públicas voltadas à ciência e à inovação.

Durante a tarde, a programação seguirá com uma mesa-redonda dedicada à relação entre conservação ambiental e turismo sustentável. Pesquisadores e especialistas da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso (Sebrae-MT) e do Escritório Nacional das Florestas (ONF) discutirão temas como observação de aves, utilização de borboletas e herpetofauna no ecoturismo, conservação de mamíferos amazônicos, biodiversidade e estratégias para fortalecer o turismo sustentável como ferramenta de desenvolvimento regional.

A última mesa-redonda do simpósio será dedicada aos povos originários, abordando a proteção dos territórios indígenas, os saberes tradicionais e a justiça socioambiental. O debate contará com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), além de lideranças dos povos Kuikuro e Rikbaktsa.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Weslley Mtchaell

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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