Lucas do Rio Verde

Profissionais da Educação compartilham experiências na 1ª Mostra das Boas Práticas da Educação Infantil

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Nesta terça-feira (22), a Prefeitura de Lucas do Rio Verde, por meio da Secretaria da Educação, promoveu a 1ª Mostra das Boas Práticas da Educação Infantil. O evento, realizado na Câmara Municipal, reuniu cerca de 300 profissionais da educação das instituições de Educação Infantil.

De acordo com a secretária de Educação, Elaine Lovatel, a mostra teve como objetivo apresentar as ações pedagógicas realizadas nas escolas municipais e oferecer um espaço de diálogo e troca de experiências entre os educadores. “Vivenciamos práticas excelentes da pedagogia participativa que retratam o ensino cuidadoso e de qualidade ofertado nas unidades escolares”.

A pedagogia participativa coloca a criança no centro do processo de aprendizagem, incentivando sua participação ativa e promovendo maior autonomia na construção do conhecimento. Essa abordagem educacional respeita e valoriza os interesses e necessidades individuais das crianças.

Nesse sentido, as instituições de Educação Infantil da rede municipal adotam práticas pedagógicas como ateliês com materiais não estruturados, atividades sensoriais e externas, que promovem o contato com os elementos da natureza.

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(Foto: Ascom Prefeitura/Anderson Lippi)

“A infância é viva, cheia de experiência e necessita de movimento. A abordagem participativa permite que cada criança desenvolva habilidades no seu ritmo e troque experiências com o coleguinha. Quando respeitamos os interesses e as necessidades individuais, conseguimos promover uma aprendizagem mais plena para todos”, ressaltou a professora da Creche Menino Jesus, Rachel Perobelli.

Para valorizar os interesses das crianças, as professoras criam, dentro das salas de referência, microambientes com diferentes tipos de materiais não estruturados. Essa dinâmica de ensino proporciona maior liberdade para que as crianças escolham e inventem suas próprias formas de brincar.

A coordenadora da Educação Infantil do município de Boa Esperança do Norte, Maristela Alves, estava presente no evento e parabenizou a Secretaria de Educação pela iniciativa. “Foi muito produtivo ter esse momento de troca de experiências e conhecer como as práticas da pedagogia participativa são implementadas na Educação Infantil de Lucas do Rio Verde. Com certeza, saímos daqui inspiradas pelas atividades apresentadas pelas professoras”.

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A implementação da abordagem participativa nas instituições de Educação Infantil reafirma o compromisso da gestão municipal com uma educação de qualidade, centrada no respeito às infâncias e no protagonismo das crianças. A 1ª Mostra das Boas Práticas evidencia o empenho dos profissionais da rede em construir experiências pedagógicas que fortalecem o desenvolvimento integral das crianças e promovem um ambiente de aprendizagem mais significativo.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Lucas do Rio Verde

Agricultores luverdenses participam de oficina para elaboração do Plano Municipal da Agricultura Familiar

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Agricultores familiares de diferentes comunidades, representantes do Sebrae, Empaer, Cooperativa Luverdense de Agricultores Familiares (Cooperlaf), Sicredi e demais instituições participaram, na manhã desta sexta-feira (4), da Oficina de Elaboração do Plano Municipal da Agricultura Familiar.

O encontro é uma das etapas para a construção do documento que irá estabelecer diretrizes e ações para o desenvolvimento da agricultura familiar em Lucas do Rio Verde. A elaboração do plano é precedida por um diagnóstico do setor no município e, nesta etapa, busca reunir produtores e demais atores para levantar demandas e propostas.

O prefeito Miguel Vaz participou da abertura da oficina e destacou a importância de ouvir os agricultores para definir os avanços que precisam ser colocados em prática.

“É um momento importante de colher as informações e as demandas. Já temos um diagnóstico de onde estamos e, agora, essa etapa é justamente para ouvir as demandas. Os cinco eixos vão colher essas informações, que depois serão avaliadas e encaminhadas para aprovação”, explicou.

(Foto: Ascom Prefeitura/Anderson Lippi)

O prefeito também ressaltou a necessidade de fortalecer a capacidade de geração de renda no campo, especialmente por meio da agregação de valor à produção.

“Como eu sempre costumo dizer, a agricultura familiar não pode só produzir; além de produzir, tem que ter rentabilidade. Uma das formas inteligentes é processar aquilo que é produzido lá, por meio da pequena agroindústria. Isso agrega valor à produção e fortalece a agricultura familiar”, ressaltou.

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Cinco eixos

Durante a oficina, os participantes trabalharam cinco eixos que nortearão a elaboração do plano: Sustentabilidade; Agregação de Valor e Comercialização; Assistência Técnica e Extensão Rural; Regularização Ambiental e Fundiária; e Governança e Controle Social.

De acordo com o secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Felipe Palis, a participação dos agricultores é fundamental para que o documento seja construído de forma democrática e alinhada à realidade do município.

“Daqui vão sair ideias e propostas para que a gente possa compilar e trazer para dentro do plano e, claro, pensar na agricultura familiar nos próximos 10, 20 ou 30 anos aqui no município”, destacou.

(Foto: Ascom Prefeitura/Anderson Lippi)

Felipe também lembrou que a agricultura familiar vem ampliando sua participação na economia local. “O agricultor já deixou de ser um agricultor de subsistência. Hoje, a gente chama o produtor da agricultura familiar de um empresário do campo. Ele vende na merenda escolar, está no comércio atacadista e varejista, participa dos programas de aquisição de alimentos e está se organizando em associações e cooperativas”, observou.

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Entre os temas que serão contemplados pelo plano estão a regularização fundiária das propriedades, a assistência técnica e extensão rural, a agroindustrialização, além de ações voltadas à comercialização e ao fortalecimento da produção.

A oficina foi conduzida pelo consultor do Sebrae, Carlos Eduardo Carvalho. Segundo o consultor, a participação dos agricultores é essencial para que o plano reflita as necessidades reais de quem está no campo.

“O objetivo é atender o produtor da melhor maneira possível, considerando os recursos disponibilizados pelos órgãos públicos. Esse levantamento envolve infraestrutura, logística, estradas, certificações, selos, agregação de valor e comercialização”, explicou.

Carlos avalia que o fortalecimento da agricultura familiar passa pelo equilíbrio entre os aspectos ambiental, econômico e social. “Tudo isso é feito para que essas famílias possam, de alguma maneira, ser sustentáveis no campo. A parte econômica também é um chamativo para a sucessão e a parte social é importante para que esses pequenos produtores possam permanecer no campo”, destacou.

A elaboração do plano também atende a uma exigência do Estado relacionada ao Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF), e tem como principal objetivo estabelecer diretrizes que atendam às necessidades dos agricultores familiares do município.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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