Lucas do Rio Verde

Matrículas das Oficinas Culturais 2026 estão abertas

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A Prefeitura de Lucas do Rio Verde, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, informa que estão abertas as matrículas para as Oficinas Culturais 2026. Os interessados podem se inscrever até o dia 6 de fevereiro, exclusivamente pela internet, por meio do link:
https://cultura.lucasdorioverde.mt.gov.br/portal#/

As oficinas contemplam diversas modalidades artísticas, atendendo crianças, adolescentes, jovens e adultos. Neste ano, a principal novidade é que todo o processo de matrícula acontece somente on-line, medida adotada para facilitar o acesso, trazer mais comodidade aos pais e responsáveis e garantir maior organização no preenchimento das vagas.

Os interessados devem ficar atentos às faixas etárias, períodos e número de vagas disponíveis em cada oficina, já que as inscrições estão condicionadas à disponibilidade. As aulas têm início previsto para o dia 9 de fevereiro.

Em caso de dúvidas, a Secretaria de Cultura e Turismo disponibiliza atendimento pelo telefone (65)3548-2549.

Oficinas e vagas disponíveis – 2026

Artes Plásticas

12 vagas | 7 a 10 anos | Matutino

08 vagas | 7 a 10 anos | Vespertino

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11 vagas | 11 a 17 anos | Matutino

08 vagas | 11 a 17 anos | Vespertino

16 vagas | A partir de 18 anos | Noturno

Canto

20 vagas | 7 a 10 anos | Matutino

20 vagas | 7 a 10 anos | Vespertino

20 vagas | 9 a 17 anos | Matutino

20 vagas | 9 a 17 anos | Vespertino

20 vagas | A partir de 18 anos | Noturno

Capoeira

10 vagas | 6 a 11 anos | Matutino

10 vagas | 12 a 17 anos | Matutino

10 vagas | 6 a 11 anos | Vespertino

10 vagas | 12 a 17 anos | Vespertino

Ballet

15 vagas | 4 anos | Matutino

15 vagas | 4 anos | Vespertino

5 vagas | 5 anos | Matutino

6 vagas | 5 anos | Vespertino

8 vagas | 8 anos | Matutino

Teclado

15 vagas | 8 a 10 anos | Matutino

9 vagas | 11 a 17 anos | Matutino

10 vagas | 8 a 10 anos | Vespertino

17 vagas | 11 a 17 anos | Vespertino

Piano

16 vagas | A partir de 18 anos | Noturno

Danças Urbanas

11 vagas | 7 a 10 anos | Matutino

15 vagas | 7 a 10 anos | Vespertino

13 vagas | 11 a 17 anos | Matutino

12 vagas | 11 a 17 anos | Vespertino

Jazz

14 vagas | 7 a 10 anos | Matutino

8 vagas | 11 a 17 anos | Vespertino

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Sopros Metais (Bombardino, Trombone, Trompete e Tuba)

16 vagas | 9 a 17 anos | Matutino

16 vagas | 9 a 17 anos | Vespertino

08 vagas | A partir de 18 anos | Noturno

Violino

14 vagas | 12 a 17 anos | Matutino

14 vagas | 12 a 17 anos | Vespertino

7 vagas | A partir de 18 anos | Noturno

Introdução Musical

11 vagas | 4 a 6 anos | Matutino

Violão

7 vagas | 8 a 11 anos | Matutino

8 vagas | 8 a 11 anos | Vespertino

10 vagas | 12 a 17 anos | Vespertino

8 vagas | A partir de 18 anos | Noturno

Bateria

15 vagas | 7 a 11 anos | Matutino

5 vagas | 12 a 17 anos | Matutino

10 vagas | 12 a 17 anos | Vespertino

Teatro

10 vagas | 8 a 17 anos | Matutino

10 vagas | 8 a 17 anos | Vespertino

10 vagas | A partir de 18 anos | Noturno

Sopros Madeiras (Flauta Doce e Flauta Transversal)

10 vagas | Flauta Doce (6 a 10 anos) | Matutino

5 vagas | Flauta Transversal (9 a 17 anos) | Matutino

4 vagas | Flauta Transversal (9 a 17 anos) | Vespertino

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Lucas do Rio Verde

Profissionais da rede municipal participam de capacitação sobre psicomotricidade como aliada no desenvolvimento de alunos atípicos

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Promover uma educação cada vez mais qualificada e inclusiva para as crianças atípicas é um dos compromissos da gestão municipal de Lucas do Rio Verde. Nesse sentido, a Secretaria de Educação, por meio do Centro de Formação, promoveu, nesta sexta-feira (21), um encontro formativo com professores e coordenadores do Atendimento Educacional Especializado (AEE) da rede municipal de ensino. Realizado em parceria com a FTD Educação e com a academia de psicomotricidade Stimulus, o evento teve como tema o manejo, a mediação e a aprendizagem no AEE.

“Esse movimento é muito importante para as nossas escolas porque, hoje, a demanda de crianças com Transtorno do Espectro Autista é crescente nas unidades escolares, e precisamos ter o entendimento do quanto a psicomotricidade pode nos ajudar no manejo e no direcionamento dessas crianças, especialmente em momentos de crise e desregulação emocional”, destacou a assessora pedagógica da Educação Especial, Cristiane Garcia.

A psicomotricidade é uma ciência que estuda e fomenta a relação entre o corpo, o movimento, a mente e as emoções. Ela integra aspectos motores, cognitivos e afetivos para promover o desenvolvimento global, o bem-estar e a aprendizagem em todas as fases da vida.

“O desenvolvimento da criança se baseia, primeiro, no corpo e na mente. Os dois têm que estar interligados. E, na grande maioria das escolas, não é feita essa ligação, o que acaba atrapalhando o próprio desenvolvimento infantil ao longo dos anos, bem como a socialização”, afirmou o educador físico e psicomotricista Leonardo Martins.

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(Foto: Ascom Prefeitura/Anderson Lippi)

“Hoje, estamos orientando esses profissionais a observarem o que a criança já consegue fazer e a pensar sempre num passinho a mais. Porque a própria sociedade, quando olha para as crianças com deficiência, acha que elas não são tão capazes. E elas têm uma capacidade muito grande, mas que está escondida. Então, viemos mostrar a esses professores como pensar estratégias para fazer com que elas evoluam e alcancem o seu potencial”, completou.

Durante a programação também foi abordada a nutrição como aliada ao manejo dos estudantes atípicos. De acordo com a nutricionista Sara Zagata, a alimentação possui uma grande influência no comportamento infantil. O consumo excessivo de alimentos ricos em açúcar, por exemplo, pode contribuir para o aumento da hiperatividade.

“O meu papel como nutricionista é trazer esse olhar para a alimentação, não só para os casos de seletividade alimentar, mas também para a qualidade dos alimentos consumidos. O nosso objetivo aqui é trazer essas informações para os profissionais da educação para que eles possam transmitir para as famílias. E a partir disso, tornar a alimentação mais adequada e, consequentemente, reduzir os comportamentos disruptivos e ter um manejo melhor dessa criança.”, destacou Sara Zagata.

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Professora da Escola Érico Veríssimo, Silmara Primon é uma dos 38 profissionais que estavam participando da capacitação. Para ela, muitos dos conhecimentos compartilhados irão auxiliar no seu dia a dia na escola.

(Foto: Ascom Prefeitura/Anderson Lippi)

“A formação está sendo muito proveitosa, especialmente porque está tratando do manejo dentro de sala de aula. Então, estamos aprendendo como adaptar materiais pedagógicos, como chegar na criança, como falar o ‘não’ e o ‘sim’. E também ajudará muito na aplicação da psicomotricidade, no desenvolvimento da lateralidade e na consciência corporal da criança, porque tudo isso impacta na aprendizagem e na autonomia dela, além do manejo em momentos de crises e birras”, relatou.

Mais do que ampliar conhecimentos, a formação reforça que cada criança tem potencial para aprender e se desenvolver. Com estratégias, olhar atento e trabalho conjunto, a Secretaria de Educação busca transformar esse potencial em novas possibilidades de aprendizagem, autonomia e inclusão.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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