Lucas do Rio Verde

Estrada da Baiana recebe primeiro trecho de asfalto

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A rodovia MT-338, conhecida como estrada da Baiana, que interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir da BR-163 na Comunidade São Cristóvão, já tem concluído 2 km de imprimação, processo final de pavimentação antes da aplicação do TSD – que é camada de revestimento do pavimento constituída por duas aplicações de ligante asfáltico.

Essa é o primeiro trecho que recebe o asfalto, de um total de 74,28 km que deve ser pavimentado. De acordo com a Secretaria de Infraestrutura e Obras, a previsão é concluir a extensão entre os dois municípios em dois anos, considerando questões climáticas da região.

Segundo o levantamento realizado, foram concluídos até o momento 35,38 km de subleito, 29,30 km de sub-base, outros 3,0 km de base e 2 km imprimação (consiste na aplicação de material asfáltico sobre a superfície da base concluída, antes da execução do revestimento asfáltico).

“A MT-338 está no processo de terraplanagem e começando a questão da pavimentação. Hoje ela já tem o subleito, já tem a sub-base, a base e já estamos entrando na questão do CAP, a imprimação e o TSD. Eles estão seguindo em camadas”, aponta o engenheiro Thiago Mesquita.

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Ainda de acordo com o engenheiro, a imprimação deve chegar até os 35 km em 2023. Além de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a Estrada da Baiana beneficia também as cidades de Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína.

O investimento de cerca de R$ 86 milhões da obra está sendo realizada por meio de convênio entre Governo do Estado, das prefeituras de Lucas do Rio Verde e Tapurah, e da Associação Intermunicipal dos Produtores e Beneficiários da Rodovia MT-338.

A conclusão da obra deve oferecer mais segurança aos motoristas, além disso, a rodovia será interligada ao terminal ferroviário.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Lucas do Rio Verde

Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

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Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

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O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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