Lucas do Rio Verde

Cultura participa de 2º Encontro de Gestores Municipais de Mato Grosso

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A Secretaria de Cultura e Turismo de Lucas do Rio Verde participou, na última semana, do 2º Encontro de Gestores Municipais de Cultura do Estado de Mato Grosso. A atividade foi realizada no Cine Teatro Cuiabá e fez parte das etapas de capacitação sobre o repasse dos recursos da Lei Paulo Gustavo.

O encontro, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), contou com a presença de representantes da cultura Mato-grossense, entre secretários, coordenadores e agentes públicos. Na ocasião, os presentes participaram de atividades e oficinas, que foram ministradas pelo coordenador de Orientação e Capacitação da Diretoria de Assistência Técnica do Ministério da Cultura (MinC), Binho Riani Perinotto.

A secretária de Cultura e Turismo, Luciana Bauer, e a supervisora técnica de Cultura, Christine Rigo, representaram o município luverdense no evento, onde foram apresentados também como será feita a execução dos recursos, a prestação de contas, e como ter acesso aos valores através da plataforma TransfereGov.

“Este é um momento muito especial para cultura, onde há uma injeção de recursos no setor que precisam ser muito bem aplicados e esse momento de encontro foi bem produtivo para a retirada de dúvidas que vários municípios tinham sobre os procedimentos de implementação da Lei Paulo Gustavo. É importante que o Ministério da Cultura, através dos seus representantes, tenha essa comunicação direta, tanto com as cidades, quanto com o próprio Estado, para que todos entendam o processo, atinjam cem por cento do edital e invistam com qualidade na cultura dos municípios sem que ocorra a devolução do recurso”, contou a secretária Luciana.

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Sobre a Lei Paulo Gustavo

A Lei Paulo Gustavo prevê R$ 3,8 bilhões de investimentos em todo país e é considerada com o maior valor da história destinado ao setor cultural. Desse montante, R$ 2 bilhões são voltados para os estados e R$ 1,8 bilhão para os 5.570 municípios brasileiros.

Entre os estados da Região Centro-Oeste, o investimento para a cultura no Mato Grosso é o segundo maior. Do total, R$ 34,9 milhões vão para o governo estadual e cerca de R$ 31,5 milhões estão disponíveis para os 141 municípios.

Lucas do Rio Verde receberá cerca de R$ 582 mil para aplicação da Lei Paulo Gustavo e o recurso será dividido para produções audiovisuais, capacitações, realizações de festivais, desenvolvimento da economia criativa e demais projetos culturais.

Estados e municípios têm até o dia 11 de julho para submeter os Planos de Ação na plataforma TransfereGov. Os valores serão liberados após aprovação de cada proposta e entre as ações, devem constar editais, chamamentos públicos, prêmios e outros.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Lucas do Rio Verde

Agricultores luverdenses participam de oficina para elaboração do Plano Municipal da Agricultura Familiar

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Agricultores familiares de diferentes comunidades, representantes do Sebrae, Empaer, Cooperativa Luverdense de Agricultores Familiares (Cooperlaf), Sicredi e demais instituições participaram, na manhã desta sexta-feira (4), da Oficina de Elaboração do Plano Municipal da Agricultura Familiar.

O encontro é uma das etapas para a construção do documento que irá estabelecer diretrizes e ações para o desenvolvimento da agricultura familiar em Lucas do Rio Verde. A elaboração do plano é precedida por um diagnóstico do setor no município e, nesta etapa, busca reunir produtores e demais atores para levantar demandas e propostas.

O prefeito Miguel Vaz participou da abertura da oficina e destacou a importância de ouvir os agricultores para definir os avanços que precisam ser colocados em prática.

“É um momento importante de colher as informações e as demandas. Já temos um diagnóstico de onde estamos e, agora, essa etapa é justamente para ouvir as demandas. Os cinco eixos vão colher essas informações, que depois serão avaliadas e encaminhadas para aprovação”, explicou.

(Foto: Ascom Prefeitura/Anderson Lippi)

O prefeito também ressaltou a necessidade de fortalecer a capacidade de geração de renda no campo, especialmente por meio da agregação de valor à produção.

“Como eu sempre costumo dizer, a agricultura familiar não pode só produzir; além de produzir, tem que ter rentabilidade. Uma das formas inteligentes é processar aquilo que é produzido lá, por meio da pequena agroindústria. Isso agrega valor à produção e fortalece a agricultura familiar”, ressaltou.

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Cinco eixos

Durante a oficina, os participantes trabalharam cinco eixos que nortearão a elaboração do plano: Sustentabilidade; Agregação de Valor e Comercialização; Assistência Técnica e Extensão Rural; Regularização Ambiental e Fundiária; e Governança e Controle Social.

De acordo com o secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Felipe Palis, a participação dos agricultores é fundamental para que o documento seja construído de forma democrática e alinhada à realidade do município.

“Daqui vão sair ideias e propostas para que a gente possa compilar e trazer para dentro do plano e, claro, pensar na agricultura familiar nos próximos 10, 20 ou 30 anos aqui no município”, destacou.

(Foto: Ascom Prefeitura/Anderson Lippi)

Felipe também lembrou que a agricultura familiar vem ampliando sua participação na economia local. “O agricultor já deixou de ser um agricultor de subsistência. Hoje, a gente chama o produtor da agricultura familiar de um empresário do campo. Ele vende na merenda escolar, está no comércio atacadista e varejista, participa dos programas de aquisição de alimentos e está se organizando em associações e cooperativas”, observou.

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Entre os temas que serão contemplados pelo plano estão a regularização fundiária das propriedades, a assistência técnica e extensão rural, a agroindustrialização, além de ações voltadas à comercialização e ao fortalecimento da produção.

A oficina foi conduzida pelo consultor do Sebrae, Carlos Eduardo Carvalho. Segundo o consultor, a participação dos agricultores é essencial para que o plano reflita as necessidades reais de quem está no campo.

“O objetivo é atender o produtor da melhor maneira possível, considerando os recursos disponibilizados pelos órgãos públicos. Esse levantamento envolve infraestrutura, logística, estradas, certificações, selos, agregação de valor e comercialização”, explicou.

Carlos avalia que o fortalecimento da agricultura familiar passa pelo equilíbrio entre os aspectos ambiental, econômico e social. “Tudo isso é feito para que essas famílias possam, de alguma maneira, ser sustentáveis no campo. A parte econômica também é um chamativo para a sucessão e a parte social é importante para que esses pequenos produtores possam permanecer no campo”, destacou.

A elaboração do plano também atende a uma exigência do Estado relacionada ao Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF), e tem como principal objetivo estabelecer diretrizes que atendam às necessidades dos agricultores familiares do município.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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