Lucas do Rio Verde

Atitude do bem: 14 de junho é o Dia Mundial do Doador de Sangue

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Celebrada no Brasil desde 2015, o Dia Mundial do Doador de Sangue, comemorado no dia 14 deste mês, têm como objetivo reforçar a importância da doação de sangue como um ato de solidariedade que salva vidas. A ação integra a campanha Junho Vermelho.

Quando os estoques de sangue ficam em níveis críticos, o atendimento aos pacientes que precisam realizar cirurgias ou transfusões de sangue, seja por acidente ou tratamento de alguma doença, fica comprometido. Por isso, é de extrema importância que cada vez mais pessoas façam a doação de sangue regularmente.

Em Lucas do Rio Verde, de acordo com dados repassados pela Secretaria de Saúde, de janeiro a junho, em média de 350 pessoas costumam realizar doações de sangue de forma regular. Em 2023, três campanhas foram concluidas sendo em janeiro, fevereiro e abril. Nelas foram coletas 191 bolsas. Em 2022, mais de 800 bolsas de sangue foram coletadas de janeiro a dezembro. Em 2021, mais de 720 bolsas no mesmo período.

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De acordo com o bioquímico e citologista, Gilmar da Silva Pereira, o sangue é essencial para tratamentos, intervenções de urgência e emergência, cirurgias complexas e cuidados maternos e neonatais. “Uma data tão importante como essa que enaltece o doador que salva vidas, então eu quero agradecer a população luverdense que vem nos ajudando nas campanhas de doação de sangue realizadas mensalmente. Doar sangue é um ato voluntário, de consciência, seguro e altruísta. Que salva vidas e ainda contribui para o bem-estar de quem necessita de transfusões regulares ou passa por tratamento de alguma comorbidade”, pontua.

O processo inteiro de doação de sangue dura menos de uma hora, retira no máximo 450ml deste tecido líquido vital e pode salvar até quatro vidas. Doar sangue é seguro e exige poucos requisitos. Basta observar as restrições em relação a peso, idade e condições de saúde.

Homens podem doar sangue até quatro vezes por ano (60 dias entre as doações), e mulheres até três vezes por ano (90 dias entre as doações).

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Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

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Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

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O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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