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Vincent Martella, Greg de ‘Todo Mundo Odeia o Chris’, chega ao Brasil e ganha declaração do BK

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Vincent Martella, Greg de ‘Todo Mundo Odeia o Chris’, chega ao Brasil e ganha declaração do BK
Ana Beatriz Oliveira*

Vincent Martella, Greg de ‘Todo Mundo Odeia o Chris’, chega ao Brasil e ganha declaração do BK

Vincent Martella, que interpretou o personagem Greg na série Todo Mundo Odeia o Chris , desembarcou no Brasil, na manhã da última terça-feira (16). O ator ganhou milhões de seguidores recentemente após uma campanha dos brasileiros. O ator foi fotografado no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, onde também posou para fotos com fãs que estavam no local.

Vincent Martella anunciou sua vinda ao Brasil na segunda-feira (15), e também a sua participação no programa do SBT, ‘The Noite com Danilo Gentili’. O programa já foi ao ar e pode ser assistido no link abaixo.

Nos dias 26, 27 e 28 de julho, Martella também irá participar do Imagineland, festival de cultura pop em João Pessoa. O ator contará curiosidades sobre a carreira, vai tirar fotos com os fãs e dar autógrafos.

Bombou na internet!

Tudo começou quando Martella, postou uma foto em seu Instagram com uma camiseta em que se lia: “Eu sou famoso no Brasil”. A partir disso, os brasileiros fizeram um mutirão para o ator ganhar seguidores.

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A meta de ajudar Vincent a superar a quantidade de seguidores no Instagram de Tyler James Williams (Chris), protagonista do seriado, foi cumprida com sucesso. Ele estava com 2,4 milhões de seguidores e Tyler com 2,3 milhões. Atualmente, Vincent está com 6,4 milhões de seguidores, e Tyler com 2,4 milhões.

Em sua passagem pelo Brasil, Martella já ganhou uma camisa da Ponte Preta durante a participação no podcast ‘Inteligência LTDA’ nesta quarta-feira (17), o que concretizou mais um meme das redes sociais, o ‘GregPontePretano’.

A vestimenta tem o número 10 e o nome “Greg” escrito logo abaixo, e a Ponte Preta, que chegou a fazer campanha para que o ator usasse a camisa do clube, celebrou a conquista na web.

Em suas fotos, se notam muitos comentários com referências ao seriado, como: “Cara, ela tá tão na sua!” e “Precisamos da série ‘Todo mundo ama o Greg’”. Inclusive, o Burger King já deu boas vindas para o ator em suas redes sociais. Será que vem campanha por aí?

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Lembrando que há um tempo atrás, Tyler James Williams, que interpretou Chris na série, fez um comercial para divulgar a chegada dos refrigerantes por refil no McDonald’s. Uma parceria entre BK e Martella serviria para cutucar o McDonald’s e destacar o mutirão dos brasileiros, onde Vincent ultrapassou Tyler no número de seguidores. É uma especulação, já que Burger King, tem o hábito de fazer campanhas criativas, divertidas e cheias de trocadilhos.

*Foto de capa: Clayton Felizardo/ BrazilNews

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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