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Veja quais são as 10 piores e melhores estradas do país

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Os critérios de avaliação levados em conta foram as condições de pavimento, sinalização, visibilidade, acostamento, pontes, entre outros pontos
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Os critérios de avaliação levados em conta foram as condições de pavimento, sinalização, visibilidade, acostamento, pontes, entre outros pontos

A Confederação Nacional dos Transportes (CNT) realizou um levantamento das malhas rodoviária brasileira, visando identificar qual a melhor rodovia presente no país. Os resultados do estudo foram divulgados nesta quarta-feira (29), após a análise de 11.502 km. Dentre os critérios de avaliação utilizados, estão as condições de pavimento, sinalização, visibilidade, acostamento, pontes, entre outros pontos.

Os resultados foram publicados em formato de ranking, elencando as melhores e piores rodovias do Brasil. Segundo a CNT, a pior rodovia é a AM-010 , que liga as cidades de Manaus e Itacoatiara, no Amazonas. Em contrapartida, a melhor rodovia, segundo o relatório, é a RJ-124 , que faz a ligação entre Rio Bonito e São Pedro da Aldeia.

Confira o ranking das melhores rodovias do país:

1º RJ-124 (RJ): rodovia concedida que liga Rio Bonito a São Pedro da Aldeia;
2º SP-270 (SP):
rodovia concedida que liga Presidente Epitácio a Ourinhos;
3º SP-225 (SP):
rodovia concedida que liga Itirapina a Santa Cruz do Rio Pardo;
4º BR-153 (TO):
rodovia concedida que liga Aliança do Tocantins a Talismã;
5º SP-463 (SP):
rodovia pública que liga Ouroeste a Clementina;
6º SP-320 (SP):
rodovia pública que liga Rubinéia a Mirassol;
7º BR-080 (GO):
rodovia pública que liga Vila Propício a Padre Bernardo;
8º SP-191 (SP):
rodovia concedida que liga Mogi Mirim a São Pedro;
9º BR-364 (GO):
rodovia concedida que liga Jataí a São Simão;
10º BR-493 (RJ):
rodovia concedida que liga Itaboraí a Itaguaí.

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Confira o ranking das piores rodovias do país:

1º AM-010 (AM): rodovia pública que liga Manaus a Itacoatiara;
2º PB-400 (PB): rodovia pública que liga Cajazeiras a Conceição;
3º BR-364 (AC): rodovia pública que liga Cruzeiro do Sul a Acrelândia;
4º PE-096 (PE): rodovia pública que liga Palmares a Barreiros;
5º MA-106 (MA): rodovia pública que liga Governador Nunes Freire a Alcântara;
6º PE-126 (PE): rodovia pública que liga Palmares a Quipapá;
7º AC-010 (AC): rodovia pública que liga Porto Acre a Rio Branco;
8º AP-010 (AP): rodovia pública que liga Macapá a Mazagão;
9º PA-263 (PA): rodovia pública que liga Goianésia Do Pará a Tucuruí;
10º BR-174 (AM): rodovia pública que liga Presidente Figueiredo a Borba.

Resultados

A partir da avaliação da malha rodoviária, a CNT informou que no Brasil, 67,5% das rodovias que estão pavimentadas são consideradas regular, ruim ou péssima. Para que a situação melhore, seria necessário um investimento de R$ 94,12 bilhões para a reconstrução, restauração e manutenção.

Na extensão analisada, 2.648 pontos foram classificados como críticos, sendo divididos nas seguintes categorias:

  • 1.803 pontos de coleta com buracos grandes;
  • 504 pontos erosão na pista;
  • 207 pontos de quedas de barreira;
  • 67 pontes estreitas;
  • 62 pontos críticos que possam atrapalhar a fluidez da via;
  • 5 pontes caídas.
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Além disso, seriam necessários a reconstrução de 628 km de rodovias que estão em superfícies destruídas, 39.357 km de rodovias que necessitam de restaurações, e 62.278km de rodovias que estão com desgastes.

Problemas na capital

Uma parte do relatório da CNT é focado no Distrito Federal, mostrando que 54,4% das rodovias da capital do Brasil apresentam algum tipo de problema considerado como regular, ruim ou péssima.

Segundo a pesquisa, em 2022, os acidentes geraram um prejuízo de R$ 164,54 milhões. Nas rodovias, 33,3% não possuem acostamento e 40% possuem curvas consideradas como perigosas e sem sinalização.

A falta de qualidade nas rodovias acarretam no maior uso de combustíveis fósseis e, consequentemente, maior emissão de gases do efeito estufa. No DF, por exemplo, estimasse que estejam sendo utilizados R$ 3 milhões de diesel além do necessário.

Fonte: Nacional

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Parceria de agricultor para agricultor marca atuação da AMAGGI no campo

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Parceria de agricultor para agricultor marca atuação da AMAGGI no campo

Relações que atravessam décadas, unem gerações e fortalecem o agronegócio mostram como confiança, proximidade e compromisso ajudam a construir parcerias duradouras

📅 28 de julho de 2026
🌾 Dia do Agricultor
✍️ Da Redação

Há parcerias que começam com uma safra. Outras atravessam décadas, passam de pais para filhos e fazem parte da história de famílias inteiras. Na AMAGGI, é assim que muitas relações com produtores rurais foram construídas ao longo de quase 50 anos: com proximidade, confiança e a certeza de que é possível crescer juntos.

Neste Dia do Agricultor, celebrado em 28 de julho, a AMAGGI homenageia os homens e mulheres que fazem da terra seu trabalho e seu legado. Como uma empresa agricultora em sua essência, reconhece os desafios, as conquistas e a dedicação de quem vive o campo todos os dias.

Para Marcos Basso, cliente da AMAGGI há 40 anos, a proximidade, o respeito e a confiança são a base da parceria construída ao longo das décadas.

“Temos uma relação de credibilidade e reciprocidade com a AMAGGI. A empresa tem o DNA do agricultor e nos entende.”

Marcos Basso, produtor rural – Itiquira/MT

Roberto Pio, gerente regional de Originação da AMAGGI e colaborador há 39 anos, destaca que o vínculo com os produtores reflete uma relação de confiança construída ao longo do tempo.

“Temos parcerias que começaram há muito tempo e que hoje seguem com os filhos e netos de produtores que confiam na AMAGGI. Honramos nossos compromissos, e o agricultor sabe que pode contar com a gente.”

Roberto Pio, gerente regional de Originação – AMAGGI

Segundo Marcelo Machado, diretor de Originação e Insumos da AMAGGI, o diferencial da companhia está em compreender de perto a realidade do produtor rural.

“Somos agricultores e entendemos as dores dos nossos clientes. Essa proximidade vem de estarmos também no campo, com equipes presentes em diferentes regiões do Brasil.”

Marcelo Machado, diretor de Originação e Insumos – AMAGGI

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Cliente AMAGGI – Nair Bezerra - Fazenda Carla Angélica, Itiquira – MT
📷 Cliente AMAGGI – Nair Bezerra – Fazenda Carla Angélica, Itiquira – MT

A proximidade também evolui

Ao longo dos anos, a relação da AMAGGI com os produtores acompanhou as transformações do agronegócio, mantendo a proximidade como essência. Um exemplo é o Amaggi On, plataforma de comércio eletrônico que completa três anos em julho e oferece soluções digitais com conveniência, agilidade e a credibilidade dos serviços da companhia.

Pela plataforma, os produtores têm acesso a um portfólio de insumos como defensivos agrícolas, fertilizantes e sementes de soja e milho, com a segurança de contar com uma empresa que conhece a realidade do campo.

🗺️ Estados atendidos pelo Amaggi On

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