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Sexto volume da coleção “Histórias de Brasília” é lançado na Casa de Chá

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Sexto volume da coleção “Histórias de Brasília” é lançado na Casa de Chá
Pedro Reis

Sexto volume da coleção “Histórias de Brasília” é lançado na Casa de Chá

A Casa de Chá , situada na icônica Praça dos Três Poderes, foi o cenário perfeito para o lançamento do sexto volume da coleção “Histórias de Brasília” , na noite desta quarta-feira (24). A nova obra, de autoria do jornalista e pesquisador João Carlos Amador, aprofunda-se nos marcos históricos e arquitetônicos da Esplanada dos Ministérios e da própria Praça dos Três Poderes, destacando também a revitalização emocionante da Casa de Chá.

Casa de Chá - Histórias de Brasília (3)
“Histórias de Brasília 6 – Praça dos Três Poderes e Casa de Chá” | Foto: Vanessa Castro

O evento contou com a presença de diversas autoridades e figuras importantes da cidade. Entre os convidados estavam o presidente do Sistema Fecomércio-DF e do Conselho Regional do Senac-DF, José Aparecido Freire, o diretor regional do Senac-DF, Vitor Corrêa, e a diretora de educação profissional da instituição, Cíntia Gontijo.

José Aparecido Freire, João Carlos Amador e Vitor Corrêa (2)
José Aparecido Freire, João Carlos Amador e Vitor Corrêa | Foto: Vanessa Castro

João Carlos Amador expressou sua satisfação com o evento e a escolha do local. “Lançar este volume em um lugar tão emblemático como a Casa de Chá, que está sendo revitalizada, é um marco significativo para mim” , afirmou o autor, visivelmente emocionado com a recepção do público.

O livro “Histórias de Brasília 6 – Praça dos Três Poderes e Casa de Chá” revela detalhes fascinantes sobre a capital federal, incluindo a inspiração chinesa por trás da Casa de Chá e histórias sobre os bustos de figuras como Juscelino Kubitschek, Israel Pinheiro e Tiradentes. Amador também explora a parceria entre Lucio Costa e Oscar Niemeyer desde os primeiros dias na Escola Nacional de Belas Artes até a concepção do plano urbanístico de Brasília.

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O diretor regional do Senac-DF, Vitor Corrêa, também destacou a importância da obra e da parceria com a editora. “Com essa colaboração, a Editora Senac-DF reafirma seu compromisso com Brasília e a educação, trazendo ao público curiosidades cuidadosamente pesquisadas por João Carlos Amador” , disse.

Confira quem esteve presente pelas lentes de Vanessa Castro:

João Carlos Amador e Luiz Eduardo Passeado

João Carlos Amador e Luiz Eduardo Passeado

João Carlos Amador e Luís Bermudes

João Carlos Amador e Luís Bermudes

João Carlos Amador e Lazarao Donizetti

João Carlos Amador e Lazarao Donizetti

João Carlos Amador e Jael Antônio da Silva (presidente do Sidonbar)

João Carlos Amador e Jael Antônio da Silva (presidente do Sidonbar)

João Carlos Amador e Fernando Girão

João Carlos Amador e Fernando Girão

João Carlos Amador e Embaixador de Trindad e Tobaho H. E. Gerard P. W. Greene

João Carlos Amador e Embaixador de Trindad e Tobaho H. E. Gerard P. W. Greene

João Carlos Amador e Eduardo Pereira (Conselho do Senac)

João Carlos Amador e Eduardo Pereira (Conselho do Senac)

João Carlos Amador e Diego Recena

João Carlos Amador e Diego Recena

João Carlos Amador e Denise Raposo

João Carlos Amador e Denise Raposo

João Carlos Amador e Cintia Gontijo (diretora de educação do Senac)

João Carlos Amador e Cintia Gontijo (diretora de educação do Senac)

João Carlos Amador e Bruno Lê Barbanchon

João Carlos Amador e Bruno Lê Barbanchon

Gustavo Roccha

Gustavo Roccha

Diego Recena

Diego Recena

Cleia Araújo, Salviana Pinho (roda de estilo) e Keila Beatriz

Cleia Araújo, Salviana Pinho (roda de estilo) e Keila Beatriz

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Casa de Chá - Histórias de Brasília (10)

Casa de Chá - Histórias de Brasília (9)

Casa de Chá - Histórias de Brasília (6)

Casa de Chá - Histórias de Brasília (1)

Alex Kawano, Marina Pinheiro e Fernando Girão

Alex Kawano, Marina Pinheiro e Fernando Girão

Alcina Behr, Marijolaine Julliard e Jeanina Daher

Alcina Behr, Marijolaine Julliard e Jeanina Daher

Adriana Soares e Fábio de Carvalho (conselheiro da Fecomercio)

Adriana Soares e Fábio de Carvalho (conselheiro da Fecomercio)

Adriana Borges, Zara Braz e Tiffany (cachorrinha)

Adriana Borges, Zara Braz e Tiffany (cachorrinha)

Salviana Pinho

Salviana Pinho

Pedro Amador, João Carlos Amador e Cecilia Amador

Pedro Amador, João Carlos Amador e Cecilia Amador

Paulo, Paula e Arthur Mayrink

Paulo, Paula e Arthur Mayrink

Mirian Lavocat e Caetana Franarin

Mirian Lavocat e Caetana Franarin

Mari Hillesheim e Caroline Branco

Mari Hillesheim e Caroline Branco

Márcia Zarur e Liliana Cardoso

Márcia Zarur e Liliana Cardoso

Márcia Guedes

Márcia Guedes

Luís Bermudes, Caetana Franarin (chefe de gabinete da Fecomercio) e Vitor Corrêa (diretor regional do Sesc)

Luís Bermudes, Caetana Franarin (chefe de gabinete da Fecomercio) e Vitor Corrêa (diretor regional do Sesc)

Luciano Gonçalves, Odete Gonçalves, Pedro Amador e Cecilia Amador

Luciano Gonçalves, Odete Gonçalves, Pedro Amador e Cecilia Amador

Lázaro Donizetti (presidente do Sinfoc) e Sandra Gusmão (editora Senac DF)

Lázaro Donizetti (presidente do Sinfoc) e Sandra Gusmão (editora Senac DF)

José Aparecido Freire e Vitor Corrêa

José Aparecido Freire e Vitor Corrêa

João Carlos Amador, Embaixador de Trindad e Tobaho H. E. Gerard P. W. Greene e José Aparecido Freire

João Carlos Amador, Embaixador de Trindad e Tobaho H. E. Gerard P. W. Greene e José Aparecido Freire

João Carlos Amador, Alcina Behr e Nicolas Behr

João Carlos Amador, Alcina Behr e Nicolas Behr

João Carlos Amador, Adriana Soares e Fábio Carvalho (conselheiro da Fecomercio)

João Carlos Amador, Adriana Soares e Fábio Carvalho (conselheiro da Fecomercio)

João Carlos Amador e Luiz Pires

João Carlos Amador e Luiz Pires

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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