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“Ser pai mudou todos os meus conceitos”, declara Juliano Amorim

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“Ser pai mudou todos os meus conceitos”, declara Juliano Amorim
Fernanda Moura

“Ser pai mudou todos os meus conceitos”, declara Juliano Amorim

Pai de dois meninos, João Guilherme, de cinco anos, e Joaquim, de quatro anos, frutos do casamento com a influenciadora mineira Duda Portella Amorim , Juliano Amorim trocou uma vida agitada pela calmaria dos momentos com os filhos. O empresário não pausou sua carreira, mas compartilha que seu tempo livre é todo dedicado à família.

A emoção de se tornar pai chegou no momento em que soube que Duda estava grávida de João Guilherme, mas foi ao vê-lo no parto que sua vida mudou por completo, afinal, sentiu o tal do amor incondicional. “O Joaquim veio em uma sequência muito rápida, com seis meses da chegada do João Guilherme, mas também foi uma bênção”, declara.

O desejo de ter filhos sempre fez parte do empresário, mas, aos 40 anos e casado com a mulher perfeita, teve a certeza de que a paternidade seria sua prioridade. Com a chegada dos meninos, Juliano testemunhou uma grande mudança de seus conceitos.

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“Hoje, o meu maior patrimônio são os meus filhos. O que eu mais amo é ficar em casa com eles e com a Duda. Sou uma pessoa muito mais completa com eles”, compartilha com o GPS|Brasília.

Durante a pandemia, com 20kg a mais, Juliano percebeu que era o momento de mudar, tanto para ter saúde e acompanhar o crescimento de João Guilherme e de Joaquim, quanto para dar o exemplo para os pequenos.

“Eu corria quando era mais novo, aos 18 anos, mas depois engordei. Na pandemia, vi que era a hora de me cuidar e mudar tudo. Então, comecei a treinar e fazer dieta. A partir desse momento, a corrida entrou de vez para a minha rotina”, conta.

A rotina de treinos de Juliano é composta por, no mínimo, seis dias de corrida pelo Lago Sul e três por treinos na Fabrik, com o objetivo de evitar lesões.

O empresário já participou de algumas meia maratonas e corridas de longa distância em Brasília e em outras cidades do País, mas compartilha que para comemorar seus 51 anos, em 2025, deseja participar de uma maratona.

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“Queria participar da corrida de Paris, mas ela é no começo do ano e meu aniversário será em outubro. A de Lisboa é na semana em que completo 51 anos, então é uma possibilidade”, conclui.

Apaixonado por passar tempo com seus filhos, Juliano compartilha como passará este Dia dos Pais: “agarrado nos meus filhos”.

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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