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Ronda da Moda GPS: as novidades da semana no mundo fashion

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Ronda da Moda GPS: as novidades da semana no mundo fashion
Redação GPS

Ronda da Moda GPS: as novidades da semana no mundo fashion

Como já é de costume, o GPS traz todos os domingos o resumo das novidades do mundo da moda. Nesta semana, destacamos a inauguração da flagship da Calvin Klein em Paris, a nova coleção de alta moda de Martha Medeiros, os lançamentos da TIG, a colaboração da Carol Rossato e a UMA X com Yuval Robichek.

Fique por dentro dessas e de outras novidades do mundo da moda com a Ronda da Moda GPS, trazendo sempre o melhor do fashion global.

Calvin Klein

A Calvin Klein Inc. anunciou o lançamento de sua flagship global, localizada na 44 Avenue des Champs-Élysées, em Paris, que abriu suas portas na última sexta-feira (14). A loja, com 600 m² distribuídos em três andares, apresenta o novo conceito de design ‘Chalk’, que proporciona uma imersão total no universo Calvin Klein. Situada em uma das principais avenidas de moda do mundo, a loja se estabelece como um destino essencial para os amantes da marca, oferecendo uma experiência única do estilo de vida Calvin Klein.

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Martha Medeiros – coleção de alta moda

Martha Medeiros está liderando um movimento para destacar a moda brasileira no cenário global com sua nova coleção de alta moda, intitulada ‘Atelier’. Com peças exclusivas e numeradas, a coleção foi desenvolvida pela diretora criativa Gabriela Medeiros, que reuniu uma equipe de especialistas em alta costura e trabalhos manuais. Utilizando tecidos importados de Paris, a coleção eleva os símbolos da marca para um novo patamar, reforçando a reputação internacional da Martha Medeiros.

TIG

A marca paulista TIG continua surpreendendo com lançamentos mensais. Sua nova coleção, intitulada ‘005’, traz sofisticação e originalidade com duas variantes de uma estampa floral pintada à mão. Aplicadas em bases como tule e linho, as estampas oferecem uma versatilidade que transforma o visual dos prints, apresentando uma transparência delicada no tule e uma leveza clássica no linho.

Carol Rossato Collab com Manu Bragança

Carol Rossato e Manu Bragança repetem a parceria de sucesso com uma nova coleção. A colaboração explora um mix das ideias de Manu com a coleção de inverno 24 de Carol Rossato, trazendo peças statement com tachas e print de cobra prateado. A edição conta com jaquetas, coletes, saias, regatas e vestidos, sendo as jaquetas e coletes as grandes apostas da coleção.

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UMA X Collab com artista israelense Yuval Robichek

A UMA X, linha genderless e sustentável da marca UMA, lança uma colaboração inédita com o artista israelense Yuval Robichek. A parceria surgiu de forma espontânea, quando Vanessa Davidowicz, responsável pela linha UMA X, elogiou o trabalho do artista via Instagram e propôs a colaboração. Yuval aceitou de imediato, e a coleção começou a tomar forma, resultando em peças que mesclam o estilo único do artista com a proposta sustentável da UMA X.

Animal Print

A tendência animal print retorna com força total para o outono/inverno, destacando estampas de oncinha, leopardo e zebra em calçados e bolsas. Originada no século XVIII, essa padronagem atemporal ressurge repaginada com designs criativos e cheios de informação de moda, prometendo dar um toque especial ao visual. Confira nossa seleção das principais tendências de calçados e bolsas que prometem ser os ícones desta estação.

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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