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Pranchão retorna a Brasília com Durval Lelys e Timbalada em dezembro

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Pranchão retorna a Brasília com Durval Lelys e Timbalada em dezembro
Redação GPS

Pranchão retorna a Brasília com Durval Lelys e Timbalada em dezembro

A segunda edição do Pranchão está confirmada em Brasília e promete agitar os fãs de axé no dia 7 de dezembro. Com um show que se estenderá das 18h até as 3h da manhã, o evento trará à capital federal dois dos maiores nomes do ritmo baiano: Durval Lelys e Timbalada. O local do evento será anunciado nos próximos dias pelas produtoras envolvidas.

Com uma estrutura inovadora e diferenciada, o Pranchão se destaca por seu palco móvel, que proporciona maior interação entre os artistas e o público. “Estamos trazendo dois gigantes do axé para criar uma noite inesquecível, cheia de alegria e interação. A estrutura foi planejada para garantir que todos possam se divertir com conforto e segurança. O evento é com abadá e os foliões adoram”, afirmou Rodrigo Verri, um dos organizadores do evento.

Produzido por Verri & Verri, U Piano Entretenimento, Medley Produções, GT10 Produções e Backstage Brasil, o Pranchão promete reviver a energia do carnaval de Salvador em Brasília, com uma megaestrutura de som e luz. Além disso, o público terá a opção de curtir a festa atrás do trio elétrico ou no camarote, que oferece uma experiência mais exclusiva.

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Ingressos e setores

Os ingressos estarão disponíveis a partir desta quinta-feira (5/09) pelo aplicativo Ingresse. Para a área atrás do trio Pranchão, o preço da meia-entrada é de R$ 130, com opções de combo: dois ingressos por R$ 250 e quatro ingressos por R$ 480. Já o camarote custa R$ 220 (meia-entrada), com combos de dois ingressos por R$ 420 e quatro ingressos por R$ 800. O evento espera arrecadar doações de alimentos, que serão destinados à Abrace como parte da política de meia-entrada.

Com classificação indicativa de 16 anos, o Pranchão permite a entrada de menores de 16 anos, desde que estejam acompanhados por um responsável legal. Para mais informações, o público pode entrar em contato pelo WhatsApp (61) 99881-7475.

O local para retirada do abadá será informado por e-mail, no site oficial e nas redes sociais das produtoras próximas à data do evento.

Serviço:

  • Pranchão com Durval Lelys e Timbalada
  • Data : 7 de dezembro, das 18h às 03h
  • Local : a ser divulgado
  • Censura : 16 anos (menores de 16 anos acompanhados por responsável legal)
  • Ingressos : à venda no app Ingresse
  • Setores :
    • Área atrás do Trio Pranchão: R$ 130 (meia-entrada), R$ 250 (combo 2 ingressos), R$ 480 (combo 4 ingressos)
    • Camarote: R$ 220 (meia-entrada), R$ 420 (combo 2 ingressos), R$ 800 (combo 4 ingressos)
  • Mais informações : (61) 99881-7475, @verrieverriproducoes e @medleyproducoes
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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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