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Outback lança nesta segunda-feira (12) um menu dedicado à costela

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Outback lança nesta segunda-feira (12) um menu dedicado à costela
Redação GPS

Outback lança nesta segunda-feira (12) um menu dedicado à costela

A partir desta segunda-feira (12), o Outback lança a Temporada de Ribs, por tempo limitado. São três opções dentro do novo menu: All Ribs, Double Ribs e Ribs and Steak. Os pratos terão preços a partir de R$ 99,90 e são ideais para serem compartilhados.

A All Ribs traz a Jr. Ribs – meia costela de porco grelhada, coberta com molho barbecue e servida com um acompanhamento – junto com a Ribs Coxinha – porção de oito coxinhas crocantes recheadas com um mix exclusivo da Ribs on the Barbie desfiada, um toque de cream cheese, limão siciliano e temperos Outback. O prato sai a R$ 99,90.

Já quem gosta muito de costela pode optar pela Double Ribs, combinação da Jr. Ribs e da Jr Cheese Ribs, que também retorna especialmente para este período e com uma versão júnior da Royal Cheese Ribs. O prato é composto por meia costela desossada e empanada, recheada de queijo e coberta com um mix de queijos, molho cheese ranch e pedaços crocantes de bacon. A combinação de duas meia-costelas com dois acompanhamentos à escolha sai por R$ 109,90.

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A combinação de carne e costela é uma das atrações do novo menu
A combinação de carne e costela é uma das atrações do novo menu do Outback, e sai a R$ 129,90. Foto: Divulgação

Para quem quer combinar sabores, a opção é o Ribs and Steak, uma Jr. Ribs com acompanhamento servida com o Toowoomba Filet – corte de filet mignon coberto por uma porção de camarões ao molho Toowoomba, feito com champignons e ervas finas ao molho Alfredo e queijo parmesão, além de um acompanhamento à escolha. Essa opção sai por R$ 129,90.

A Temporada de Ribs está disponível em todas as unidades da marca no Brasil, e não é válida para delivery ou para quem quer levar para casa. Segundo Raquel Paternesi, diretora sênior de Marketing e Vendas do Outback no Brasil, o espírito do novo cardápio é fixar o Outback como a casa da celebração de momentos especiais na vida do cliente.

“É cada vez mais frequente que as pessoas comemorem pequenas ou grandes conquistas. E o Outback é o melhor lugar para celebrar esses acontecimentos. Por isso, trazemos um menu acessível para o público que queira quebrar a rotina conosco e aproveitar nosso sabor marcante com a nossa grande estrela que é a Ribs on the barbie, nos seus mais diferentes formatos” , explica

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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