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Odontologia do UNICEPLAC é destaque em tradição e inovação tecnológica

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Odontologia do UNICEPLAC é destaque em tradição e inovação tecnológica
Redação GPS

Odontologia do UNICEPLAC é destaque em tradição e inovação tecnológica

Há 37 anos sendo referência, o curso de Odontologia do Centro Universitário UNICEPLAC é um exemplo notável de como tradição e inovação tecnológica podem se unir para oferecer educação de qualidade.

Primeiro curso privado de Odontologia do Distrito Federal, a instituição se destaca ao oferecer corpo docente de mestres e doutores, e ferramentas de ponta, como mesas digitais, óculos 3D e novas plataformas de ensino, que ampliam o processo de ensino-aprendizagem. Essas tecnologias permitem que os estudantes tenham uma experiência educacional imersiva e prática desde o primeiro semestre, preparando-os para os desafios do mercado moderno.

“Com abordagem que alia teoria, prática e inovação, o UNICEPLAC oferece formação abrangente e de alta qualidade, capacitando seus alunos a se tornarem líderes na área odontológica. São milhares de egressos de sucesso no mercado no Brasil e em outros países como Dubai, Estados Unidos e Canadá”, destaca a professora Cláudia Lúcia Moreira, coordenadora do curso de Odontologia da instituição.

A graduação é baseada em competências, abrangendo os eixos “saber, fazer e ser”, assegurando uma formação completa. No campo da inovação, a instituição acompanha de perto a evolução da ciência e disponibiliza, para a formação de seus alunos, 99% das tecnologias utilizadas na Odontologia moderna, como microscopia, laser de baixa e alta potência, sedação com óxido nitroso, ozonioterapia, anestesia computadorizada, entre outras. “O currículo inclui a disciplina Odontologia Digital, e a instituição está adquirindo as tecnologias restantes para atingir 100% de cobertura tecnológica. Isso assegura que os alunos estejam familiarizados com todas as inovações contemporâneas da área, preparando-os plenamente para atuar no mercado de trabalho”, explica a professora.

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No UNICEPLAC, mesa digital anatômica e óculos 3D são integrados nas aulas práticas de anatomia do curso, proporcionando uma experiência de aprendizado interativa e imersiva. A mesa digital permite a visualização detalhada de estruturas anatômicas em três dimensões, facilitando a compreensão de complexidades que são difíceis de captar em modelos bidimensionais. Já os óculos 3D oferecem uma visão ainda mais envolvente, permitindo que os alunos explorem o corpo humano de maneira realista e dinâmica. Essa tecnologia aumenta o aprendizado ao possibilitar a visualização e a manipulação de estruturas anatômicas em um ambiente virtual, melhorando a retenção de informações e a compreensão espacial. Além disso, essas ferramentas promovem um aprendizado mais ativo e engajador, tornando as aulas mais interessantes e eficazes.

“A combinação dessas inovações tecnológicas com o maior acervo de peças humanas e centro de simulação realística da região, enriquece o conhecimento anatômico e prepara os estudantes para a aplicação prática desse conhecimento em suas futuras carreiras na área da saúde. Enquanto as peças humanas fornecem a experiência prática e realista necessária para a formação clínica, as ferramentas tecnológicas complementam esse aprendizado com interatividade, imersão e acessibilidade”, reforça Cláudia.

Desde o início, os alunos participam de estágios práticos em todas as áreas da Odontologia, com atendimentos a pacientes de todas as idades, desde bebês a idosos. “Esses estágios incluem os pacientes com necessidades especiais, grupos de diabéticos e apoio àqueles que realizam cirurgia bariátrica. Há ainda forte ênfase na interdisciplinaridade, com colaboração estreita entre as áreas de Medicina e Odontologia, formando profissionais com experiência clínica abrangente e capazes de trabalhar em equipes interdisciplinares”, completa a professora.

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O UNICEPLAC é pioneiro em oferecer estágio prático em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) na disciplina de Odontologia Hospitalar, prática que ocorre desde 2016. Os alunos também participam de estágios em Unidades Básicas de Saúde (UBS), escolas e hospitais, ampliando suas experiências práticas em diferentes contextos. “Temos muito contato com pacientes e aprendemos bastante com isso. Esta semana, fiz uma cirurgia endodôntica e fiquei encantada. A instituição também incentiva pesquisas na área. Neste semestre, estou iniciando um projeto com a Dra. Cláudia Baiseredo sobre a Síndrome do Desvio Postural”, compartilha Rebeca Lima e Silva, aluna do 8º período do curso.

Formada em 2023, Carina Dionísio Dias Neves comemora sua trajetória. “Cada vez mais tenho a certeza de que fiz a escolha certa pelo UNICEPLAC. Desde a portaria até a conclusão do meu curso, a faculdade sempre me ofereceu o melhor. Durante o curso, participei de atividades, congressos e apresentações de painéis científicos. Todo o tempo, a faculdade me garantiu suporte e o conhecimento técnico que eu precisei para me destacar no mercado de trabalho”, avalia a egressa.

O currículo inovador do UNICEPLAC vem chamando atenção também no exterior. Como parte do Programa de Internacionalização, a instituição celebrou, recentemente, um acordo de cooperação com o Instituto Universitário de Ciências da Saúde (IUCS), da Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário (CESPU), de Portugal. “Essa colaboração internacional, que visa à pesquisa conjunta e ao intercâmbio de alunos e professores, reflete o forte incentivo à inovação presente no UNICEPLAC”, conclui a coordenadora Cláudia.

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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