Na contramão mundial, Grécia adota semana de trabalho com 6 dias
A Grécia recentemente implementou uma semana de trabalho de seis dias em determinados setores como uma estratégia para impulsionar o crescimento econômico.
De acordo com a nova legislação, em vigor desde o início de julho, os funcionários podem agora trabalhar até 48 horas por semana, em vez das tradicionais 40 horas.
“Acredito que o núcleo desta legislação é favorável aos trabalhadores e está profundamente voltado ao crescimento”, afirmou o primeiro-ministro grego, Kyriakos Mitsotakis, ao jornal britânico The Guardian . Ele ressalta que a medida também visa equiparar a Grécia com o restante da Europa.
A nova política se aplica apenas a empresas que operam 24 horas por dia, sete dias por semana, em turnos rotativos. E, apesar de ser opcional para os trabalhadores, estes recebem um adicional de 40% pelas horas extras realizadas.
A medida busca atender demandas operacionais urgentes que não podem ser supridas pela oferta disponível de trabalhadores especializados. Além disso, as regulamentações visam proteger os trabalhadores contra o trabalho não declarado ou insuficientemente declarado, garantindo uma compensação justa.
No entanto, a Grécia está indo na contramão de uma tendência global de semanas de trabalho mais curtas.
Durante a pandemia da covid-19, empresas em diversos países têm adotado modelos de trabalho flexíveis, com experimentos bem-sucedidos de semanas de quatro dias, sem perda salarial.
A Islândia, por exemplo, considerou o teste da semana de quatro dias como extremamente positivo.
O Mato Grosso Horse Show, em sua primeira edição, se consolida como um dos principais eventos do país dedicados ao cavalo Quarto de Milha. A programação começou na quarta-feira (27) e termina nesta quinta-feira (28), no Aeroporto Bom Futuro, em Cuiabá, reunindo criadores de todo o Brasil para um leilão exclusivo com 56 lotes. O encerramento contará com um show especial do cantor Xand Avião.
Segundo os organizadores, esta edição atingiu um patamar inédito ao apresentar uma tropa de altíssimo nível. Mais de 70% dos animais ofertados são de linhagens importadas, reforçando a qualidade técnica do Horse Show. “A gente conseguiu reunir aqui a melhor tropa em nível mundial em um único leilão. É um marco para o nosso Estado”, destacou Dudu Campos.
A realização tem projetado Mato Grosso como referência nacional no mercado do cavalo. “Esse leilão traz, de fato, Mato Grosso como protagonista do cenário nacional. Além de atrair investidores de outros estados, fomenta os criadores daqui e incentiva o surgimento de novos nomes no setor”, acrescentou Eduardo.
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