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Mais uma edição em circulação! Conheça a revista GPS|Brasília de número 40

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Mais uma edição em circulação! Conheça a revista GPS|Brasília de número 40
Fernanda Moura

Mais uma edição em circulação! Conheça a revista GPS|Brasília de número 40

“A capital em risco” . No ano em que Brasília se depara com discussões envolvendo diretrizes de ocupações da cidade projetada por Lucio Costa, a edição de número 40 da revista GPS|Brasília chega para valorizar, como de costume, a cidade natal da publicação e homenagear seu criador, Juscelino Kubitschek, que completaria 122 anos de idade.

Quando sua cria ainda era uma adolescente, com apenas 16 anos, Kubitschek nos deixou. Brasília, uma jovem urbe repleta de modernismo, seguiu em constante desenvolvimento. Mas, enquanto alguns defendem que a política urbana da cidade não precisa ser alterada, outros afirmam que intervenções são necessárias.

Cercado de polêmicas por todos os lados, surgiu o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília, o PPCub. Como consequência da proposta, as páginas que vocês irão folhear da mais nova edição da GPS|Brasília discorre a capital federal em sua essência.

Não é à toa que ostentamos o título de Patrimônio Mundial da Humanidade. A qualidade de vida de Brasília é um exemplo mundial. Como forma de um justo reconhecimento, resgatamos projetos de Niemeyer que os brasilienses não conhecem, já que nunca saíram do papel.

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Um dos pontos turísticos da capital, o Lago Paranoá gera curiosidade em muitos que já se pegaram imaginando o que as águas escondem. Na matéria do editor de política do portal, Caio Barbieri, você vai descobrir que alguns acervos de uma cidade submersa podem ser encontrados no reservatório artificial.

Entre as personas que atuam ativamente em Brasília está a dona Lu Alckmin, que estampa a capa desta publicação pelas lentes de Celso Junior. A segunda-dama do Brasil é a idealizadora do Padaria Artesanal, um projeto responsável por qualificar vulneráveis no ofício da panificação.

Também autora de dois livros, a mulher do vice-presidente Geraldo Alckmin conversou com a sócia-fundadora e diretora de conteúdo do GPS|Brasília, Paula Santana, sobre sua trajetória, vivenciando a política no front.

“O elemento que faltava”. Assim definida pelo próprio Niemeyer, a Casa de Chá, concebida entre 1965 e 1966, passou por um despertar e, em junho de 2024, o espaço foi reentregue à população como um café-escola.

Em ano de Olimpíadas, também relembramos o plano de Paulo Octávio em transformar Brasília em cidade-sede dos Jogos dos anos 2000. À época, o empresário chegou a comentar a ideia com o então embaixador Sinízio Nogueira, que servia em Moscou. Jorge Eduardo Antunes, publisher do portal, detalha essa história a partir da página 44 da revista.

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É inegável que Brasília também vive bons momentos. Entretenimento, gastronomia, arte e lazer pulsam na cidade. Considerada como “o quadrado da cevada”, a capital tem uma notável produção de cerveja. Em suas palavras, Eric Zambon aponta algumas das cervejarias artesanais brasilienses.

Na coluna Explora, Marcella Oliveira, editora da revista, nos leva em uma visita pela Pinacoteca de São Paulo e pelos achados paulistanos de dar água na boca. Segundo a jornalista, em meio à efervescência urbana, a capital paulista está repleta de descobertas culinárias que surpreendem.

A editora ainda faz um convite à uma viagem com destino à África. O país e mais especificamente o Hotel La Mamounia são apresentados a você, nosso querido leitor.

Entrance to the Hotel, La Mamounia Hotel, Marrakech, Morocco. Foto:Alan Keohane
Spa, La Mamounia, Marrakech, Morocco. Foto: Alan Keohane

Ao final da publicação, uma sequência reúne com muito amor alguns dos grandes casamentos que marcaram a sociedade brasiliense em 2024.

Com esses e muitos outros conteúdos, te convidamos a desfrutar de cada página. Para conferir a versão digital, basta clicar aqui .

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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