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Lu Nobre Cunha celebra aniversário com buffet de Renata La Porta

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Lu Nobre Cunha celebra aniversário com buffet de Renata La Porta
Redação GPS

Lu Nobre Cunha celebra aniversário com buffet de Renata La Porta

Desde criança, uma das datas mais importantes para Luciana Nobre Cunha sempre foi seu aniversário . “ É um momento de renovação” , declara. Para fazer jus ao carinho que sente pelo dia, a advogada aproveitou para ficar na companhia da família e dos amigos mais próximos.

Em sua residência, no Lago Norte, Lu, como é conhecida pelos próximos, organizou, com a ajuda de sua mãe, Cristina, um almoço especial. Com vinte convidados, a comemoração foi do jeito que ela queria, bem íntima.

Decorada com o acervo pessoal da aniversariante, a primavera foi a inspiração. Já o menu, assinado por Renata La Porta, foi composto por canapés de damasco, brusqueta de salmão marinado, camarão com gergelim, bacalhau à Zé do Pipo, Frango Thai e muitas outras opções.

O músico Dinho foi a escolha da aniversariante para a animação do almoço. Lale e Cirônia foram os encarregados do bolo e dos docinhos, respectivamente.

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Veja os cliques feitos por Vanessa Castro:

Cristina Nobre, Luciana Cunha e Murilo Nobre

Cristina Nobre, Luciana Cunha e Murilo Nobre
Fábio Cunha Filho, Luciana Cunha e Chloé

Fábio Cunha Filho, Luciana Cunha e Chloé
Luciana Cunha e Manuela Falcão

Luciana Cunha e Manuela Falcão
Luciana Cunha e Marina Coelho

Luciana Cunha e Marina Coelho
Luciana Cunha e Talita Correia

Luciana Cunha e Talita Correia
Luciana Cunha, Janaína Oliveira e Chloé

Luciana Cunha, Janaína Oliveira e Chloé
Manoela Maia e Luciana Cunha

Manoela Maia e Luciana Cunha
Marina Coelho, Luciana Cunha e Fernanda Viscardi

Marina Coelho, Luciana Cunha e Fernanda Viscardi
Rachel Turini e Clenes Almeida

Rachel Turini e Clenes Almeida
Rachel Turini, Luciana Cunha e Fábio Cunha Filho

Rachel Turini, Luciana Cunha e Fábio Cunha Filho
Luciana Cunha e Lavínia Campbell

Luciana Cunha e Lavínia Campbell
Carolina Angelini e Luciana Cunha

Carolina Angelini e Luciana Cunha
Clenes Almeida e Luciana Cunha

Clenes Almeida e Luciana Cunha
Agatha Silvestre e Luciana Cunha

Agatha Silvestre e Luciana Cunha
Daniela Melo, Luciana Cunha e Fábio Cunha Filho

Daniela Melo, Luciana Cunha e Fábio Cunha Filho
Cristina Nobre e Murilo Nobre

Cristina Nobre e Murilo Nobre
Fernanda Viscardi e Janaína Oliveira

Fernanda Viscardi e Janaína Oliveira
Dinho

Dinho
Chloé

Chloé

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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