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Lançamento do CMEC-SIA reúne lideranças e celebra o empreendedorismo feminino

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Lançamento do CMEC-SIA reúne lideranças e celebra o empreendedorismo feminino
Pedro Reis

Lançamento do CMEC-SIA reúne lideranças e celebra o empreendedorismo feminino

Na tarde desta terça-feira (3), ocorreu o lançamento do CMEC-SIA, oitavo colegiado do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura do Distrito Federal (CMEC-DF). A celebração marcou mais um passo significativo na expansão do movimento que busca fortalecer a presença e a voz das mulheres no cenário empresarial do DF.

O encontro, realizado no Galpão Design, reuniu empresárias, lideranças políticas e figuras importantes do CMEC-DF, todas unidas pelo propósito comum de promover o empreendedorismo feminino em uma das regiões mais estratégicas do Distrito Federal . O SIA, que responde por 56% da arrecadação de ICMS do DF e é lar de 4,5 mil empresas, agora conta com um colegiado focado em impulsionar o desenvolvimento de suas empresárias.

“Estamos entusiasmadas em expandir o CMEC-DF para o SIA, uma área com grande potencial e relevância para o desenvolvimento econômico do Distrito Federal. Este é um passo crucial para promover a inclusão e o fortalecimento das mulheres na economia local” , afirmou Beatriz Guimarães, presidente do CMEC-DF, durante a cerimônia de nomeação das novas líderes do colegiado.

Bia Guimarães
Bia Guimarães | Foto: Rayra Paiva

Roberta Castro foi oficializada como presidente do CMEC-SIA, ao lado de Elma Souza, vice-presidente de Inovação Criativa, e Nara Ayres Brito, vice-presidente de Relações Institucionais. Roberta destacou a importância do novo colegiado para a região. “Hoje realizamos um sonho. Nosso objetivo é trazer inovação, prosperidade e consolidar a cultura empresarial no SIA. Caminhamos de mãos dadas, levantando a bandeira feminina, mas sempre contando com o apoio de todos” , disse.

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Bia Guimarães e as novas presidentes e vices do CMEC no SIA
Bia Guimarães e as novas presidentes e vices do CMEC no SIA | Foto: Rayra Paiva

A cerimônia contou com discursos inspiradores de diversas personalidades. Giselle Ferreira, secretária da Mulher do DF, ressaltou o impacto da autonomia financeira para as mulheres: “A prevenção da violência começa com a autonomia financeira das mulheres. O lançamento do CMEC-SIA é uma grande vitória para todos nós” , comentou. Ela também destacou a importância de parcerias entre homens e mulheres, enfatizando que “somos 52,9% da população, e o restante são filhos de mulheres” .

Giselle Ferreira
Giselle Ferreira | Foto: Rayra Paiva

O apoio da administração regional do SIA foi reafirmado por Bruno Oliveira, administrador da região. “O empresário é quem impulsiona nossa cidade e nosso país. O SIA representa 48% do PIB do Distrito Federal. Parabenizo Roberta, Nara e Elma pelo trabalho que estão iniciando e reafirmo meu apoio para que possamos, juntos, fortalecer o empreendedorismo feminino na nossa região” , declarou.

Nara Ayres Britto, vice-presidente de Relações Institucionais, destacou o valor do trabalho coletivo: “Se você quiser ir rápido, vá sozinha; se quiser ir longe, vá em grupo. Estamos juntas, de mãos dadas, e estou muito feliz em poder contribuir com este coletivo para o crescimento do SIA.”

Elma Souza, por sua vez, reforçou a visão de futuro do colegiado: “Nosso foco é trabalhar nosso plano de ação, focado em ações internas para as empresas, visando melhorar a concorrência, a cultura, o treinamento e o desenvolvimento. Valorizamos não apenas o empresariado, mas também as lideranças femininas internas, que são fundamentais.”

Elma Sousa, Bruno Oliveira, Roberta Castro e Nara Ayres Britto
Elma Sousa, Bruno Oliveira, Roberta Castro e Nara Ayres Britto | Foto: Rayra Paiva

O evento contou também com a presença de Janete Vaz, fundadora do grupo Sabin, que compartilhou sua experiência como empreendedora e líder: “Quando você tem uma ideia, coloque-a no papel. Tudo começa com um sonho, e hoje estamos vendo esse sonho se concretizar. Parabéns a todos, e saibam que podem contar comigo sempre que precisarem.”

Janete Vaz e Bia Guimarães
Janete Vaz e Bia Guimarães | Foto: Rayra Paiva

Confira os cliques do evento pelas lentes de Rayra Paiva:

Elma Sousa, Roberta Castro, Paula Belmonte, Nara Ayres Britto, Bia Guimarães e Bruno Oliveira

Elma Sousa, Roberta Castro, Paula Belmonte, Nara Ayres Britto, Bia Guimarães e Bruno Oliveira
Elma Sousa e Bia Guimarães

Elma Sousa e Bia Guimarães
Nara Ayres Britto e Bia Guimarães

Nara Ayres Britto e Bia Guimarães
Roberta Castro e Bia Guimarães

Roberta Castro e Bia Guimarães
Evento (13)
Evento (12)
Evento (8)
Evento (5)
Janete Vaz e Giselle Ferreira

Janete Vaz e Giselle Ferreira
Walquiria Aires, Elma Sousa, Bruno Oliveira, Roberta Castro, Nara Ayres Britto e Bia Guimarães

Walquiria Aires, Elma Sousa, Bruno Oliveira, Roberta Castro, Nara Ayres Britto e Bia Guimarães
Bia Guimarães, Bruno Oliveira, Elma Sousa, Roberta Castro, Giselle Ferreira e Nara Ayres Britto

Bia Guimarães, Bruno Oliveira, Elma Sousa, Roberta Castro, Giselle Ferreira e Nara Ayres Britto
Bia Guimarães , Elma Sousa, Roberta Castro, Giselle Ferreira e Nara Ayres Britto

Bia Guimarães , Elma Sousa, Roberta Castro, Giselle Ferreira e Nara Ayres Britto
Elma Sousa, Roberta Castro E Nara Ayres Britto

Elma Sousa, Roberta Castro E Nara Ayres Britto
Elma Sousa, Bia Guimarães, Roberta Castro e Nara Ayres Britto

Elma Sousa, Bia Guimarães, Roberta Castro e Nara Ayres Britto
Pedro Barbosa e Paula Belmonte

Pedro Barbosa e Paula Belmonte
Ariane Matoso de Oliveira, Nayara Marcato, Géssica Leal e Bryan de Jongh Martins

Ariane Matoso de Oliveira, Nayara Marcato, Géssica Leal e Bryan de Jongh Martins
Bruno Oliveira, Julia Freitas, Alice Galiano e Ayrton Guimarães

Bruno Oliveira, Julia Freitas, Alice Galiano e Ayrton Guimarães
Evento (15)
Elma Sousa, Nara Ayres Britto, Roberta Castro, Paula Belmonte, Nayara Marcato e Bia Guimarães

Elma Sousa, Nara Ayres Britto, Roberta Castro, Paula Belmonte, Nayara Marcato e Bia Guimarães
Roberta Castro, Nayara Marcato e Paula Belmonte

Roberta Castro, Nayara Marcato e Paula Belmonte
Bia Guimarães, Roberta Castro, Nayara Marcato e Paula Belmonte

Bia Guimarães, Roberta Castro, Nayara Marcato e Paula Belmonte
Roberta Castro e Nayara Marcato

Roberta Castro e Nayara Marcato

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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