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Jantar exclusivo em Brasília marca lançamento Canva para Universidades no País

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Jantar exclusivo em Brasília marca lançamento Canva para Universidades no País
Redação GPS

Jantar exclusivo em Brasília marca lançamento Canva para Universidades no País

Reunindo nomes como a embaixadora da Austrália no Brasil, Sophie Davies, diretores acadêmicos, líderes e autoridades da área da educação , o Canva realizou o lançamento do Canva para Universidades no Brasil , na sede da embaixada da Austrália, em Brasília . A ferramenta promete revolucionar a forma como as instituições de ensino superior no país criam e disseminam o conteúdo e conhecimento.

O evento também contou com a presença do head da empresa australiana, Eleazar Ortiz, que conversou com o GPS|Brasília sobre a novidade, considerada um marco significativo para a educação no País.

“De forma que faz sentido para universidades brasileiras e assim permitindo todos os estudantes para criar conteúdo premium ao usar todas as nossas funcionalidades. Para professores conseguirem se comunicar, se conectar visualmente com os alunos e para administradores gerirem o Canva de uma maneira que seja segura, escalável e que integra seus ambientes. Essa é a primeira oportunidade de divulgar o que Canva para Universidades com lideres das maiores e mais importantes instituições de educação brasileiras aqui no Brasil, é um produto novo que lançamos a menos de um ano e estamos muito animados para compartilhar com eles”, explicou Eleazar Ortiz.

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Eleazar Ortiz, Márcio Dias, Sophie Davies e Valter Zancanaro | Foto: Gabriel Solto

Em um jantar marcado por trocas de conhecimento e celebração de parcerias estratégica, os convidados puderam explorar, em primeira mão, de forma exclusiva, as inovações trazidas ao cenário educacional brasileiro, que prometem também impulsionar a construção de um ambiente acadêmico mais dinâmico.

Foto: Gabriel Solto
Valter Zancanaro, Paulo Fossatti e Luiz César Cordoba | Foto: Gabriel Solto

Sobre a ferramenta

A nova versão especializada da plataforma Canva oferece funcionalidades avançadas, incluindo a integração com sistemas LMS (Learning Management System), essenciais para a gestão acadêmica moderna.

A iniciativa do Canva para Universidades chega no momento certo, oferecendo uma solução inovadora que promete catalisar mudanças positivas no ensino superior brasileiro. Para muitos, a noite representou um vislumbre do futuro, onde tecnologia e educação caminham juntas, promovendo um aprendizado mais inclusivo e eficaz.

Com este lançamento, o Canva para Universidades desenvolve um cenário promissor, onde a criação e disseminação de conhecimento se tornam mais sofisticadas, interativas e acessíveis, alinhadas às demandas do mundo moderno.

Confira mais cliques do evento por Gabriel Solto:

Djennifer Kneip e Joyce Siqueira

Djennifer Kneip e Joyce Siqueira

Reziere Degobi, Maurílio Rezende e Andreson Sousa

Reziere Degobi, Maurílio Rezende e Andreson Sousa

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Leyder Rodrigues, Ivy Serpa e Bernadete Moreira

Leyder Rodrigues, Ivy Serpa e Bernadete Moreira

Luiza Cordoba e Luiz César

Luiza Cordoba e Luiz César

Maria Luiza e Pedro Henrique

Maria Luiza e Pedro Henrique

Luisa Cordoba, Anderson Sousa e Luiz Cesar

Luisa Cordoba, Anderson Sousa e Luiz Cesar

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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